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kuryos - Silvio Dutra
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Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse – Apocalipse 6
30/12/2012
Autor(a): Silvio Dutra
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100204 Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse – Apocalipse 6  kuryos - Silvio Dutra
Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse – Apocalipse 6

Nós temos no sexto capitulo de Apocalipse, a descrição dos eventos correspondentes à abertura dos seis primeiros selos do livro lacrado, pelo Cordeiro.   
O que vemos aqui é a liberação de poderes de destruição que estarão operando na terra, de um modo como nunca puderam agir antes.
Jesus se referiu a este período da Grande Tribulação com as seguintes palavras em Seu ministério terreno:
“21 porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá.
“22 E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.” (Mateus 24.21-22).
É a esta abertura de selos que correspondem tais palavras.
Não ao princípio de dores, que será vivido pela Igreja antes do arrebatamento, nos períodos sucessivos da história cristã, especialmente quando estiver se aproximando o período da Grande Tribulação, em que tais dores se intensificarão por causa da multiplicação da iniquidade.
Temos motivos para crer que estamos vivendo estes dias do princípio das dores, pelas ocorrências que temos testemunhado em todo o mundo, e que têm afetado profundamente a vida da Igreja, notadamente no que se refere à dificuldade profetizada na Palavra, quanto a se viver uma vida santificada, sem estar    conformada ao mundo.
A abertura dos quatro primeiros selos corresponde a eventos que estão acontecendo na terra, tipificados nos quatro cavalos e seus cavaleiros.
O quinto selo corresponde à determinação da marcha das ocorrências relativas ao tempo do fim, com o clamor daqueles que foram mortos por causa do testemunho de Cristo.
O sexto e sétimo selos correspondem à segunda vinda do Senhor, e os eventos que sucederão próximo e durante este seu retorno.   
Os selos são simbólicos.
Um testamento que era deixado a alguém no passado deveria ser lacrado sete vezes, segundo a lei romana, e assim não poderia ser violado sem que fosse percebido.
Este é um testamento lacrado.
É Deus está legando o mundo a Cristo.
Cada selo revela que eventos acontecem para que Ele retome o mundo para dá-lo a Seu Pai.   
Em Apo 6.4 lemos:
“E saiu outro cavalo, vermelho, e ao seu cavaleiro foi-lhe dado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros; também foi-lhe dada uma grande espada.”
Assim, temos aqui a guerra, e o começo da ordem mundial para uma matança volumosa, que terá o seu ápice nos dias do Anticristo.      
Nos verso 5 e 6:
“quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente, dizendo: Vem. Então vi, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes, dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.”
Isto se refere às condições de fome.
Não há bastante comida para todos e isto é o resultado de guerras.   
Então temos o quarto selo nos versos 7 e 8:   
“Quando o Cordeiro abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizendo: Vem. E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte: e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra.”
Temos aqui o massacre de um quarto da população do mundo.
Muitos identificam o cavaleiro do cavalo branco correspondente ao primeiro selo com Cristo, mas nos parece uma forma errônea de interpretação, porque, como vimos antes, estão em referência poderes destruidores que não serão mais retidos pelo Espírito.
O mistério da iniquidade não estará sendo mais retido.
É a hora do Anticristo ser coroado e receber o arco com o qual ferirá principalmente os santos, é a hora    de Satanás e dos demônios agirem com grande liberdade, para afligirem os homens, que não se encontram debaixo da proteção de Deus nesta hora difícil, e por isso é chamada de Grande Tribulação, que deve ter os seus dias abreviados, de forma que se Deus não previsse um tempo para a sua duração, nenhuma carne restaria sobre a terra.   
Assim o cavalo branco e seu cavaleiro representam a falsa paz e segurança que são oferecidas, com engano, pelo Anticristo, e que encantará a muitos, a ponto de ser adorado por eles, como se fosse um deus.
Esta é mais uma forma de juízo, porque Deus os deixou entregues a si mesmos, para darem crédito à mentira, porque se recusaram dar ouvidos à verdade.            
Diz-se que saiu vencendo e para vencer porque será dado ao Anticristo que faça guerra contra os santos e prevaleça contra eles nesse período. Não propriamente sobre seus espíritos, mas sobre    seus corpos, conforme está declarado em Daniel, e em outras passagens deste livro de Apocalipse, conforme veremos adiante.
É importante frisar que estes poderes destrutivos são liberados debaixo da ordem dos querubins ou seres viventes.
Eles dizem: “Vem!”.
Não seria de se esperar que dessem tal ordem a Cristo caso fosse o cavaleiro do cavalo branco.
Os querubins são os guardiões da santidade de Deus.
Eles foram colocados no Éden para guardar o caminho para a árvore da vida.
Então se estão dizendo “vem” no sentido de “que podem operar agora”, o significado claro é que tais poderes queriam operar, mas estavam retidos pelo poder de Deus, até que lhes foi permitido agirem debaixo da Sua permissão, no tempo que estava designado para a sua ação.
O diabo veio roubar, matar e destruir.
Este é o seu desejo latente e grande vocação.
O seu grande desejo é especialmente o de magoar os santos do Altíssimo, o que nunca foi e jamais será o desejo de Cristo, que veio em oposição ao diabo, dar aos cristãos, vida em abundância.
Deste modo, se o diabo não destrói mais do que vemos é porque isto não lhe é permitido por Deus.
Ele poderia se conter nestas destruições para tentar frustrar o propósito de Deus, mas ele não pode se conter, porque isto não está na Sua natureza perversa e cheia de ódio contra a humanidade, contra Deus e contra tudo o que Ele criou.
Ele não deixará, portanto, de agir rápido para destruir, tão logo seja aberta para ele tal oportunidade.
Por isso lemos no final deste capítulo o seguinte, relativamente à abertura do sexto selo:
“15 E os reis da terra, e os grandes, e os chefes militares, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas;
16 e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro;
17 porque é vindo o grande dia da ira deles; e quem poderá subsistir?”
Ora, alguém dirá: afinal a ira é de Deus ou do diabo?
A ira de Deus é contra o mundo de pecado.
A ira do diabo é contra Deus e tudo quanto é santo e contra tudo que Deus criou.   
Se Deus fica irado com o pecado a ponto de permitir as destruições que são descritas neste livro, então é porque a medida da iniquidade dos homens foi completada, depois de ter usado de grande longanimidade para com a humanidade, por um longo período em toda a dispensação da graça, e em face da falta de arrependimento dos homens, Ele manifestará por fim a Sua ira contra o pecado,    permitindo que as forças do Inimigo operem, como forma de juízo contra todos aqueles que resistiram à Sua vontade.
É importante destacar, que nesta hora, a Igreja já havia sido arrebatada.
Aqueles que vierem a se converter e se arrependerem de seus maus caminhos, neste período difícil da Grande Tribulação, o farão debaixo da manifestação destes juízos, que sobrevirão a todas as partes do mundo, por causa do pecado.   
Aos que amaram o erro e a mentira, os maus senhores deles, o diabo e o pecado, dar-lhes-ão a devida paga por lhes terem servido, e não ao único Deus amoroso, fiel e verdadeiro.



“1 E vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos, e ouvi um dos quatro seres viventes dizer numa voz como de trovão: Vem!
2 Olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vencendo, e para vencer.
3 Quando ele abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizer: Vem!
4 E saiu outro cavalo, um cavalo vermelho; e ao que estava montado nele foi dado que tirasse a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.
5 Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizer: Vem! E olhei, e eis um cavalo preto; e o que estava montado nele tinha uma balança na mão.
6 E ouvi como que uma voz no meio dos quatro seres viventes, que dizia: Um queniz de trigo por um denário, e três quenizes de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.
7 Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizer: Vem!
8 E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava montado nele chamava-se Morte; e o inferno seguia com ele; e foi-lhe dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, e com a fome, e com a peste, e com as feras da terra.
9 Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.
10 E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?.
11 E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que se completasse o número de seus conservos, que haviam de ser mortos, como também eles o foram.
12 E vi quando abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue;
13 e as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes.
14 E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.
15 E os reis da terra, e os grandes, e os chefes militares, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas;
16 e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro;
17 porque é vindo o grande dia da ira deles; e quem poderá subsistir?” (Apocalipse 6.1-17)


Publicado no site: O Melhor da Web em 30/12/2012
Código do Texto: 100204
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