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kuryos - Silvio Dutra
Silvio Dutra
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CASOS REAIS DE CONVERSÃO – Parte 11
30/05/2013
Autor(a): Silvio Dutra
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CASOS REAIS DE CONVERSÃO – Parte 11

Baseado no Capítulo V do livro Conversão de autoria de Stanley Jones

Eis outra conversão e cura, porém diferente. Um aviador japonês, que passara pela guerra sem receber um ferimento, foi levado ao hospital, tuberculoso. Durante um ano tivera apenas três horas de repouso diário. Odiava os americanos, mas descobriu que o alimento que recebia no hospital era americano. Faziam-lhe transfusões de sangue, americano. "Que história é esta?", perguntava-se a si mesmo. "Esta gente nos combate, e em seguida nos alimenta e nos dá transfusões de seu próprio sangue! Talvez seja o cristianismo a razão desta contradição. Então pediu à esposa que lhe trouxesse uma Bíblia, que possuía, mas que nunca lera. Julgava que Cristo e Buda fossem do mesmo jeito, e como não queria saber de Buda, desejava evitar Cristo também. Lendo-a, deparou-se com João 11.25-26: "Eu sou a ressurreição e a vida... todo o que vive e crê em mim, não morrerá.” Era o "regresso ao Lar." Em Jesus ele não morreria jamais - teria a vida eterna. Aliviou-lhe a carga - tinha a vida eterna agora. Encheu-se de paz e alegria. Os médicos tinham considerado perdido o seu caso, mas agora, desaparecido o ódio e vencida a depressão, começou a melhorar. Sarou e caminhou dez milhas por dia, pela neve, em seu evangelismo rural. Também o filho ficara tuberculoso e, igualmente, foi curado – a família é uma bonita família cristã. O interessante é saber que as forças da base aérea americana o mantêm no serviço de evangelismo rural.
Ele lhes disse: "Sou vosso irmão no sangue. Tenho sangue americano em minhas veias." Outro exemplo de ser "salvo pelo sangue!" A doação de sangue humano o introduziu à doação de sangue divino - à CRUZ.
Um aviador americano, De Shazer, participou do primeiro vôo que bombardeou Tóquio. Mas o seu avião não pôde voltar à base, e então ele teve que aterrissar na China, onde a tripulação foi capturada pelos japoneses. Atiraram-nos em prisão celular. De Shazer passou quarenta e dois meses em prisão celular tão depressivo que seus colegas enlouqueceram. Os japoneses, temendo que a mesma coisa pudesse acontecer a De Shazer, deram-lhe uma Bíblia para ler - a primeira que ele recebera para ler em todos aqueles meses exaustivos. Ele não era cristão, mas a leu avidamente, e ali, na solidão de sua cela, encontrou a Cristo - ou Cristo o encontrou. Livrou-se destes três anos e meio de reclusão celular, sem amargura, na verdade todo ardente por ajudar o povo japonês. Voltou para a América, onde se preparou, e hoje, de volta ao Japão, está ganhando o povo para Cristo. Junto com ele se acha um piloto japonês que bombardeou Pearl Harbor. Ele, também, se converteu a Cristo. Colegas de uma mesma causa, ambos falam conjuntamente sobre: "Eu bombardeei Pearl Harbor", "Eu borbardeei Tóquio. A conversão os converteu a Cristo e um ao outro.
Sentei-me ao lado de um cego que me narrou sua trágica história. Era um tenente da marinha japonesa e atravessou a guerra toda sem um arranhão sequer. Então veio o armistício. Incumbiram-no de ir ao convés anunciar à tripulação que a guerra tinha terminado. Assim que ele alcançou o convés, um torpedo, lançado por um submarino que provavelmente não tinha ouvido que a guerra cessara, feriu o destróier e, com a explosão, ele ficou cego. Atravessou a guerra sem um arranhão e, cinco minutos depois que a guerra acabou, ficara cego para a vida toda. Parecia-lhe que se encontrava nas garras de um cruel destino. Meditou sobre sua condição e, um dia, decidiu suicidar-se. Saiu furtivamente uma noite, à luz do luar, para atirar-se sob as rodas de um trem. Quando ia fazer isto, alguém o viu e gritou: cuidado! Corre perigo!" Ele voltou para trás." Alguém se importou. Deve haver bondade no universo.”Aquele tênue raio de luz, que iluminou seu coração, através da voz chamando-o na escuridão, abriu-lhe uma possibilidade. Então um pastor se interessou por ele, tomou-o pela mão e o levou à igreja.
Pregou naquela manhã sobre: "Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se- vos-a." Aquele cego pediu, buscou e bateu - e foi-lhe aberto. Naquele momento se converteu pela entrega de si mesmo e de sua cegueira a Cristo. Saiu diretamente daquela depressão para as alturas secretas de seu íntimo. Disse consigo mesmo: "Será que poderei ajudar as pessoas menos favorecidas, como este pastor me ajudou?
Mas nenhuma universidade aceita um cego.” Um colégio cristão, porém, o recebeu. Sua esposa e sua filha liam-lhe as lições. Depois de se formar, estabeleceu uma oficina para pessoas defeituosas. É feliz, ajustado e útil. O governo reconheceu seu serviço e expressou sua gratidão. Nada, nada - absolutamente nada - poderia libertá-lo daquele abismo de desalento, elevá-lo às alturas de seu mundo de alegria, e tornar-lhe a vida um canal de serviço, a não ser a conversão. Tudo mais ficaria ao lado daquele abismo deixando-o a esfregar as mãos em desespero, a considerar as coisas com apatia, ou a filosofar sobre a razão por que havia acontecido o desastre. A conversão o segurou pela mão e o retirou do abismo, colocando-o no caminho do regozijo.


Publicado no site: O Melhor da Web em 30/05/2013
Código do Texto: 107119
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