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Textos & Poesias || Poema
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Poema adentro (Carlos Rodolfo Stopa) (+tradução italiana)
24/09/2016
Autor(a): MANUELA
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Poema adentro (Carlos Rodolfo Stopa) (+tradução italiana)

O poema é um labirinto nalgum lugar de mim:

quando o adentro, sei que estou só
e disponho de um sei quanto de fio —
não sei se vou sair, se vou escapar ileso
[mas quem é que sai ileso de um poema?]

Passo a espessura da penumbra da entrada,
tenho numa mão a fraca vela da razão,
e na outra    — às vezes, só às vezes — eu levo
a tocha brilhante de alguma dúbia sensação:

o mais vezes, recebo a ordem de escrever
e sem ter noção clara da origem da emoção,
adentro o poema, lanço-me no escuro —
as próprias palavras abrirão caminho!

Agora, poema adentro, eu sinto
a pura alegria que me traz
a suave fruição de ser livre, livre...
Estou à solta na minha ambiguidade!

____________________________________


Tradução italiana de Manuela Colombo



Dentro la poesia

La poesia è un labirinto in qualche parte di me:

quando mi addentro, so che sto solo
e dispongo di un’incerta quantità di filo —
non so se ce la farò, se uscirò illeso
[ma poi, chi esce illeso da una poesia?]

Supero lo spessore della penombra all’entrata,
in una mano tengo il tenue cero della ragione,
e nell’altra — a volte, solo a volte — porto
la torcia vivida di qualche indistinta inquietudine:

per lo più, ricevo l’ordine di scrivere
e senza saper bene qual è l’origine dell’emozione,
mi addentro nella poesia, mi lancio nel buio —
saranno le parole stesse ad aprire il cammino!

Ora, dentro la poesia, io sento
la gioia genuina che mi dona
il piacere soave d’esser libero, libero...
Vado a briglia sciolta nella mia ambiguità!



Publicado no site: O Melhor da Web em 24/09/2016
Código do Texto: 132901
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