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A DONA MORTE FOI-SE... - Poesia nº 68 do meu quarto livro
01/04/2017
Autor(a): EDUARDO EUGÊNIO BATISTA
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A DONA MORTE FOI-SE... - Poesia nº 68 do meu quarto livro

Vieste de grande escuridão...
Depois tentavas me tatear?
Ah, procuravas-me em vão...!
Nunca vi o meu céu negro,
Por esta razão firmo-me a me amar!
Não negocio nunca o meu segredo...,
E jamais te ouvi na noite a me clamar!

Antes que em mim, resvalasses,
Neste (que sou) em meu espaço,
Vomitei-te das noites por rechaço
Desta minha já invadida inocência,
Não te prestando minha reverência,
Em nosso encontro de duras faces...!

Eu ando com qualquer humano faminto,
Devorando-nos, comemo-nos por instinto!

E do mundo, que me fez provar o fel,
Ao qual entrego o meu corpo, ao léu,
Vivo mastigando-te por tal sina cruel.

Na certeza do meu corpo, só ao sexo semeado,
No campo das colheitas, meu canto é reservado,
Para qualquer momento do teu mal exorcizar-me!
Ah, pense bem dona, se seu desígnio é deter-me!

Passo o dia todo ardendo
Tudo, em madeiras horas,
Assim, vou a mim vivendo.
E dos muitos destinos em mortalha,
Quais, em suas mentes se devoram,
Que o corpo, por boa alma imploram,
Logo, penso eu, que não se demoram,
Que não tenho escolhas, não há falha,
E que desta vida mesmo, nada valha!

Porém, eu de ti não sentirei calafrios...
Tu pensas querer vir dar-me um fim?
Catar-me como uma madura fruta?
E mais certeiro, a ferir os teus brios,
Quando estavas a uns passos de mim,
Eu expulsei-a, sem ter nenhuma luta!

Pobre criatura!
Desiludida,
Cabisbaixa,
Minha enorme gargalhada a enxotou,
E do meu eu, um grande nada levou!






Eduardo Eugênio Batista
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e protegidos por lei

Publicado no site: O Melhor da Web em 01/04/2017
Código do Texto: 134630
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