Espaço Literário

O Melhor da Web


Parceria de Sucesso entre o site Poesias www.omelhordaweb.com.br e o www.efuturo.com.br
Confira. Adicione seus textos nele. O eFUTURO já começou.

Indicamos:Efuturo.com.br - Efuturo é uma Rede Social de Conhecimento, Ensino, Aprendizado Colaborativo, Jogos Educativos e Espaço Literário.


Busca por Autores (ordem alfabética)
Busca Geral:
Nome/login (Autor)
Título
Texto
Manu - MANUELA
MANUELA
Cadastrado desde: 23/04/2012

Texto mais recente: Cosmogonias (Narlan Matos) (+tradução italiana)



Necessita estar logado! Adicionar como fã (necessita estar logado)
 
Recado
Contato

Conheça a Página de MANUELA , agora só falta você!
http://www.poesias.omelhordaweb.com.br/pagina_autor.php?cdEscritor=6281

 
Textos & Poesias || Poema
Imprimir - Impressora!
Imprimir
A verdadeira mão que o poeta estende... (Ana Hatherly) (+tradução italiana)
21/01/2018
Autor(a): MANUELA
VOTE!
TEXTO ELEITO
5
Após 100 votos, o Texto Eleito será exibido em uma página que irá reunir somente os mais votados.
Só é permitido um voto por Internauta por dia.
Achou o texto ótimo, VOTE! Participe!
ELEJA OS MELHORES TEXTOS DA WEB!
A verdadeira mão que o poeta estende... (Ana Hatherly) (+tradução italiana)

         A verdadeira mão que o poeta estende...

         Só mãos verdadeiras escrevem poemas verdadeiros
         Não vejo nenhuma diferença de princípio
         entre um aperto de mão e um poema     
                  Paul Celan
 
A verdadeira mão que o poeta estende
não tem dedos:
é um gesto que se perde
no próprio acto de dar-se

O poeta desaparece
na verdade da sua ausência
dissolve-se no biombo da escrita

O poema é
a única
a verdadeira mão que o poeta estende

E quando o poema é bom
não te aperta a mão:
aperta-te a garganta

_______________________________________

Tradução italiana de Manuela Colombo


La vera mano che il poeta stende...

         Solo mani vere scrivono poesie vere
         Non vedo nessuna differenza di principio
         tra una stretta di mano e una poesia
                  Paul Celan (*)
 
La vera mano che il poeta stende
non ha dita:
è un gesto che si perde
nell’atto stesso di darsi

Il poeta sparisce
nella verità della sua assenza
si dissolve sul paravento della scrittura

La poesia è
l’unica
la vera mano che il poeta stende

E quando la poesia è bella
non ti stringe la mano:
ti stringe la gola


* Nur wahre Hände schreiben wahre Gedichte.
   Ich sehe keinen prinzipiellen Unterschied
   zwischen Händedruck und Gedicht.
   (Paul Celan: Ein Brief. In: Hans Bender (Hg.):
   Mein Gedicht ist mein Messer. Lyriker zu ihren Gedichten. München 1964)


Publicado no site: O Melhor da Web em 21/01/2018
Código do Texto: 136380
AQUI VOCÊ INTERAGE DIRETAMENTE COM O(a) AUTOR(a) DA OBRA! DEIXE UM COMENTÁRIO REFERENTE AO TEXTO! É FÁCIL, É LEGAL, VALE A PENA!
Caderno Comente esse Texto - Seja o primeiro a comentar!
Obras do(a) Autor(a):


Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.