Espaço Literário

O Melhor da Web

 

Parceria de Sucesso entre o site Poesias www.omelhordaweb.com.br e o www.efuturo.com.br
Confira. Adicione seus textos nele. O eFUTURO já começou.

Indicamos:Efuturo.com.br - Efuturo é uma Rede Social de Conhecimento, Ensino, Aprendizado Colaborativo, Jogos Educativos e Espaço Literário.


Busca por Autores (ordem alfabética)
Busca Geral:
Nome/login (Autor)
Título
Texto
dirceu - DIRCEU DETROZ
DIRCEU DETROZ
Cadastrado desde: 27/12/2012

Texto mais recente: EM MODO EXTINÇÃO (Dirceu Detroz)



Necessita estar logado! Adicionar como fã (necessita estar logado)
 
Recado
Contato

Conheça a Página de DIRCEU DETROZ , agora só falta você!
http://www.poesias.omelhordaweb.com.br/pagina_autor.php?cdEscritor=6941

 
Textos & Poesias || Crônicas
Imprimir - Impressora!
Imprimir
IMORTALIDADE... E DEPOIS (Dirceu Detroz)
09/08/2018
Autor(a): DIRCEU DETROZ
VOTE!
TEXTO ELEITO
0
Após 100 votos, o Texto Eleito será exibido em uma página que irá reunir somente os mais votados.
Só é permitido um voto por Internauta por dia.
Achou o texto ótimo, VOTE! Participe!
ELEJA OS MELHORES TEXTOS DA WEB!
IMORTALIDADE... E DEPOIS (Dirceu Detroz)

Semana passada, duas reportagens na mídia escrita de certa forma se entrelaçavam. A reportagem dos superidosos estava em todas as principais mídias do país. Contava que os cientistas estão se unindo para estudar o cérebro desses “velhos” com mais de 80 anos e seus desempenhos cognitivos de pessoas 30 anos mais jovens.

Não sei se os cientistas descobrirão algum segredo no cérebro dessas pessoas. Hipoteticamente, talvez, encontrem a presença ou a falta do neurônio da “exceção à regra”. O mesmo poderia acontecer no caso do cérebro dos gênios. Também é possível que a resposta esteja no cotidiano e não no cérebro.

A outra reportagem estava na revista Veja, com a pergunta: “O ser humano rumo à imortalidade? A reportagem diz que já criamos robôs capazes de tratar doenças a nível molecular e remédios que bloqueiam o envelhecimento. Será que para nos escravizar definitivamente no lugar de “espelhos”, as máquinas nos darão a vida eterna?

Com investimentos do Google criou-se a empresa “Calico”. Nela cientistas e desenvolvedores de softwares estão criando fórmulas para a vida eterna com base em dados biológicos. Dizem que em 2030 não haverá diagnósticos médicos sem esses sistemas inteligentes.

Imaginem se além da vida eterna, as máquinas tiverem a capacidade de apagar nossas memórias ruins e tristes. Quem sabe por alguns trocados a mais nos vender memórias boas e felizes. A ficção nos mostrou isto com a personagem “Mira” que um dia foi “Motoko” interpretada pela atriz Scarlett Johansson no filme “A Vigilante do Amanhã”.

Mesmo utopicamente é impossível imaginar um planeta com oito bilhões de imortais. Em 2100 serão onze bilhões. Então, perguntas se fazem necessárias: Quem serão os “sortudos” (com $$) agraciados com a imortalidade? Bastará apenas imortalidade, ou queremos que ela venha acompanhada por bumbuns e peitos perfeitos.

Parece tudo tão lindo. Resta saber em que condições estará o planeta no qual esses imortais pretendem viver sua eternidade. Não viverão num paraíso. Talvez, quando a imortalidade chegar o planeta Terra já esteja morto. Bloquear o envelhecimento é uma coisa. Bloquear a destruição do meio ambiente é completamente diferente.

Num planeta inabitável, como seria para os imortais viverem num mundo de realidade virtual programado por softwares e máquinas. Uma imortal exibindo seu lindo biquíni fio dental numa praia virtual. Um casal fazendo amor atrás dum matinho virtual.

Alcançando a imortalidade, e seguindo com nossa essência humana um paradoxo final nos aguarda. Cedo ou tarde, fartos com a imortalidade que se tornará enfadonha, acreditem será um saco viver para sempre, obrigaremos um software a nos matar.


Publicado no site: O Melhor da Web em 09/08/2018
Código do Texto: 138062
AQUI VOCÊ INTERAGE DIRETAMENTE COM O(a) AUTOR(a) DA OBRA! DEIXE UM COMENTÁRIO REFERENTE AO TEXTO! É FÁCIL, É LEGAL, VALE A PENA!
Caderno Comente esse Texto - Seja o primeiro a comentar!
Obras do(a) Autor(a):