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PAULO FONTENELLE DE ARAUJO
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A FORMIGA ALHEIA
27/01/2019
Autor(a): PAULO FONTENELLE DE ARAUJO
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A FORMIGA ALHEIA

Um dia a formiga não precisou pensar
tudo estava em seu lugar.
O mundo se encaixara,
as paredes eram extensas
e o formigueiro a obra perfeita
se ajustara a todas
cada casta possuía sua tarefa.

Hoje uma formiga não precisa    pensar,
mas de vez em quando...
ela pode parar
e passar às outras
o feromônio    de algo como:
“Estamos aqui!”
Mensagem rápida
na trilha de comida.

Hoje uma formiga já formiga,
ela não precisa pensar,
apenas casualmente,
(pois formigas são obreiras,
a rainha é obreira,
títulos não existem),
qualquer operária transmite
uma satisfação como dizer:
“Agora pra frente!”
Alguma outra formiga receberá a ideia
sentirá por instantes,
a felicidade alheia
e decerto abaixará as antenas
para não interromper a tarefa
(Nada se interromperá,
foi acertado no período Cretáceo,
em um consenso de carapaças).

Uma formiga não precisa pensar,
por motivos longe da sua evolução,
talvez    levante a cabeça,
em milésimos de ócio
e surgirá algo como:
“Sou igual a formiga à frente
a formiga    no meu calcanhar é igual a mim.
Vivemos em um período dócil”.

Uma formiga não precisa pensar,
apenas ocasionalmente
quando se reproduzem,
a rainha à vista,
do chão todas percebem:
“Os machos voam!
Como é lindo! Como é lindo!
Mas tudo bem... tudo bem...”

A formiga jamais entende o porquê dos machos.
“Por que somente eles parecem morrer?”


DO LIVRO:"AS SONDAS AMAM"

Publicado no site: O Melhor da Web em 27/01/2019
Código do Texto: 139134
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