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Vilma Oliveira - VILMA OLIVEIRA
VILMA OLIVEIRA
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24/04/2009
Autor(a): VILMA OLIVEIRA
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QUESTIONAMENTO

Se me perguntarem quem eu sou, direi:
não sei. De fato, não sei.
Às vezes, sinto-me uma criança dormindo
– doçura e vontade de chorar...
como se o exílio morasse dentro de mim.

A minha mágoa consiste em longas lágrimas
amargas. Às vezes, sinto uma vontade de
fazer-te um carinho – porque eu te amo!
Eu não vou nem venho – permaneço em
contato com a dor do tempo: elemento
de ligação entre a ação e o pensamento.   

Nasci do vento – sou semente (fio invisível
no espaço de todo adeus). Sou um gemido
da flor e tenho-te como um amor morto
a quem jurei para sempre... Tenho-te como
uma fé sem dogma, como uma lareira
que aquece a sala, o quarto e o meu coração.

Desejo rever-te – fui cega, surda e muda.
Vi minha humilde morte frente a frente...
Rasguei poemas, horizontes e caminhos.
Meu destino é desolação, espinhos e dores.

Cresci com a pressa de sempre e ânsias
indecifráveis no espaço de rudes soluços.
Quem não precisa ser socorrido alguma
vez na vida? O mesmo diálogo se repetiu
entre nós, tantas e tantas vezes!
Nosso tempo batalha junto – à beira da
loucura por sucessivos dias e noites sem fim.

Não direi teu nome – vives em mim como
uma presença antiga de ternura...
Um dia, talvez, pedirei a uma andorinha
para levar-te este avigrama:
Voltes meu amor, para os braços de quem te ama!

Publicado no site: O Melhor da Web em 24/04/2009
Código do Texto: 18711
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