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AGOSTINHO M. DA COSTA
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Textos & Poesias || Infantis
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A importância da árvore em nossas vidas,
28/04/2009
Autor(a): AGOSTINHO M. DA COSTA
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A importância da árvore em nossas vidas,

Não seria caso de prender quem derruba uma árvore sem consentimento dos órgãos públicos?
A ação do ser humano na natureza tem feito aumentar a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera, através de uma queima intensa e descontrolada de combustíveis fósseis e do desflorestamento.
A derrubada de árvores provoca o aumento da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera pela queima e também por decomposição natural.
Além disso, as árvores aspiram dióxido de carbono e produzem oxigênio.
Uma menor quantidade de árvores significa também menos dióxido de carbono sendo absorvido.
Existe um consenso de que o aumento do efeito estufa só não é maior atualmente porque uma grande parte de CO2 é dissolvida nos oceanos e extraída pela vegetação. Sem esses mecanismos reguladores, há muito o ser humano já teria sozinho, desequilibrado totalmente o clima da Terra.
E, ao chegar o dia da árvore, constatamos que nada é feito para esse dia ser comemorado como deve.
Só no Amazonas temos 12 quilômetros de floresta fechada. É preciso muita fiscalização. Tem um grileiro no Amazonas que diz ter seis milhões de hectares de terra. Como pode uma pessoa ter tanta terra?
Das árvores são tirados os elixires da vida. Os remédios vêem das plantas, mas os laboratórios em sua maioria estrangeiros não pagam um real de impostos. Nossa Amazônia é fiscalizada por índios em sua maior parte. Se não fossem eles não teríamos como saber até onde vai nossas divisas fronteiriças com Países vizinhos.
Vejamos o que acontece no Mundo onde para cada boi criado, é preciso desmatar 20 árvores. Como vai ficar nosso planeta em poucos anos?
À árvore nos alimenta com muitos frutos, e vem à lembrança: Ameixa, jaca, pêra, maçã, manga, uva, amora, limão, laranja seleta e lima, tangerina popularmente conhecida como mexerica, e muitas outras frutas como abacate, sapoti, Jamelão, jabuticaba, etc. Fazem parte da nossa vida.
Da árvore se tira a borracha e o lápis. Não acredita? Pois da seringueira que após cortes horizontais executados por seringueiros, se coloca uma vasilha em baixo do corte da árvore e o líquido que escorre é feito o látex e dele vem a borracha.
Quer dizer se não fosse às árvores, não teríamos entre outros: automóveis rodando com pneus! Viveríamos na época da pedra onde as rodas seriam de pedras ou madeiras.
E quando cometêssemos erros na escrita não teríamos como apagar sem a borracha e seus derivados.
Da árvore tiramos o papel. Assim podemos constatar que não fosse a árvore não teríamos a escrita. Por que a borracha, papel e lápis são seus derivados!
Da árvore denominada caixeta tem a curiosidade que ela se reproduz a partir de rebroto que aparecem em árvores jovens. Como se sabe, a maioria das árvores só se reproduz por meio de sementes, produzidas apenas por árvores adultas, que precisam de muito tempo para chegar a essa condição. A caixeta se reproduz tanto por rebroto como por sementes. Um manejo adequado, assim, elimina a necessidade do reflorestamento, difícil pelas condições dos terrenos em que crescem as árvores. Essa pesquisa foi executada por técnicos brasileiros.
Chegamos à conclusão que dificilmente vai faltar lápis no comércio, desde que os Países produtores preservem o meio ambiente.
O lucro da floresta não está só na madeira! Por exemplo, quando fizeram a caracterização dos diversos tipos de caixetais, os pesquisadores descobriram que as árvores abrigam, no alto, grande número de epífitas, como bromélias e orquídeas. Na derrubada tradicional, essas plantas ficam abandonadas no chão, para morrer.
Assim, um dos trabalhos dos pesquisadores vem sendo o de identificar e quantificar essas epífitas e determinar seu potencial econômico.
No entanto, para que essa nova fonte de renda se transforme em realidade, será necessário introduzir uma legislação específica, pois a legislação atual limita a colheita de bromélias e orquídeas nativas.
A madeira, no entanto, não foi esquecida. Fez-se uma caracterização do sistema industrial e artesanal nos três usos mais difundidos da caixeta, tábuas para lápis, saltos de tamancos e obras de artesanato, com avaliações do rendimento e perdas em resíduos.
As tentativas das nações de solucionar o problema por elas mesmas criado beiram o ridículo.
Na Conferência do Clima de 1995, em Berlim, os governos concordaram que "não foram adequadas" as medidas tomadas no sentido de tentar a redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa.
A Conferência do Clima de 1996, em Genebra, terminou com uma declaração em que os países "se comprometem a negociar a redução do uso de gases responsáveis pelo efeito estufa". O tratado firmado na Conferência do Clima de 1997, em Kioto, estabeleceu que as 38 nações industrializadas reduziriam a emissão de gazes em 5,2% entre 2008 e 2012... Os critérios de aplicação dessa redução serão decididos em 1998, numa reunião marcada especialmente para isso em Buenos Aires.
Só para não perder o costume das propostas mirabolantes, surgiu recentemente a proposição de se injetar 190 mil toneladas de amônia no fundo do mar para forçar o oceano a retirar da atmosfera dois milhões de toneladas de CO2. Bela solução. Reduzir a poluição do ar aumentando a dos mares...

Em recente reunião da ONU o Estados Unidos o maior fabricante de produtos nocivos à natureza, não admitiu diminuir sua produção.
Alegou que os países em desenvolvimento é que teriam de deixar de fabricar poluentes por entender que eles estão fabricando cada vez mais. O Estados Unidos, tem controle sobre sua produção e prometia não aumenta-la. Mas era preciso que o Mundo deixe de poluir o meio ambiente.
De qualquer forma, os congressistas americanos já avisaram que não há como aprovar tratados onde suas Indústrias sejam prejudicadas.
Precisamos da árvore para poder respirar melhor. Ela nos dá flores, frutos e sombras.
Sem às plantas como viveríamos?
O aquecimento da Terra também não fica sem efeito sobre a flora e a fauna. Na Antártida estão sendo vistas atualmente espécies de plantas que não existiam há dez ou quinze anos, "efeito do aumento de 15 graus na temperatura do continente ao longo dos últimos 40 anos", explica o físico brasileiro Paulo Artaxa.
Enquanto isso, no resto do mundo, muitas espécies estão desaparecendo. Segundo Jonathan Weiner, em seu livro "Os Próximos Cem Anos", já em 1977 alguns ornitólogos constataram que os bosques norte-americanos estavam ficando mais silenciosos.
Como podemos constatar a árvore é fundamental para a sobrevivência humana. Devemos alertar nossa população para as queimadas e desfloramento.
A cada 5 segundo 7.000 árvores são derrubadas no mundo. Isso equivale a um campo de futebol. Temos que evitar esse crime contra a natureza evitando o desmatamento o nosso Oxigênio estará protegido.

A Conferência das Nações Unidas ou ECO-92, em junho de 1992, no Brasil deu novo impulso às questões relacionadas com a Amazônia e o meio ambiente.
As principais ações do governo, decorrentes da conferência, concentram na Convenção de Biodiversidade Biológica, Convenção de Mudanças Climáticas, bem como na Declaração sobre Florestas e Convenção de Desertificação, assinada em outubro de 1994. Esses temas são aqueles que envolvem questões no âmbito das ações sociais, ambientais e de desenvolvimento.

Entre os instrumentos legais acima citados destaca-se a Declaração sobre Florestas, pois seu processo de implementação, prevê a revisão do modelo de gestão, tendo como base a parceria com as instituições dos governos estaduais e entidades não-governamentais. O Ministério do Meio Ambiente criou a Coordenação de Uso Sustentável - Setor de Florestas; estabeleceu o Conselho da Borracha, das Florestas e da Pesca como fórum para deliberação sobre política florestal; definiu um programa de diretrizes para política florestal e ao mesmo tempo determinou o orçamento para este programa.

Uma das ações concretas do governo em relação às florestas foi à criação de reservas extrativas para diminuir o desmatamento e minimizar a extração de madeira. As reservas extrativas já constituem uma realidade política e representam também conservação na Amazônia.

As reservas extrativas são espaços territoriais protegidos pelo poder públicos, destinados à exploração auto-sustentável, e à conservação dos recursos naturais renováveis, por populações com tradição no uso de recursos extrativistas.
As reservas podem ser criadas independentemente da prévia desapropriação da terra, o que agiliza o seu processo de criação; evitando os conflitos sociais, como a expulsão de trabalhadores da área.
Esta iniciativa fixa a população na floresta, diminui o êxodo rural, reduz os custos de proteção das florestas, aumenta a garantia da eficácia das reservas, cria áreas de preservação que protegem a biodiversidade da Amazônia e assegura o equilíbrio climático.

A queimada é um problema grave que atinge a Amazônia. O governo federal, desde 1989, criou o Sistema Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais - PREVFOGO, que combate à prática indiscriminada de queimadas para abertura de novas áreas para agropecuária e os incêndios florestais naturais e provocados, que degradam o meio, afetando a flora, a fauna e o ambiente em geral. O PREVFOGO atua sobre os incêndios florestais e queimadas, de forma diferenciada.
As unidades de conservação e as áreas de interesse estratégico e econômico são os dois segmentos prioritários para prevenção, controle, combate, pesquisa, treinamento e capacitação nos casos de incêndios florestais.
Quanto às queimadas, o PREVFOGO atua nas áreas onde o fogo é utilizado como instrumento de manejo agrícola, orientando para técnicas menos degradantes ao meio-ambiente.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE constatou a diminuição dos pontos de fogo nos últimos anos. Um levantamento feito no mês em que acontece o maior número de incêndios devido à seca - mês de agosto - revelou o declínio dos números. Em 1991, foram 209.681 pontos de fogo, reduzindo-se para 101.428 no ano de 92. Do ano de 1991, para o ano de 1994, o número de pontos de fogo diminuiu em mais de 300%.
Outra iniciativa do governo foi o Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM), que está instalando um complexo de radares ao longo da fronteira e interior, com o objetivo de controlar a área florestal, permitir um tráfego aéreo mais seguro e permitir um desenvolvimento sustentável na Região.

O INPE também constatou, desde o ano de 1988, uma diminuição do desmatamento na Amazônia em aproximadamente dois milhões de hectares ao ano, o que resulta numa redução de mais de dez milhões de hectares desmatados. Os dados do INPE são confirmados pelo dr. C. Tuckle - cientista da NASA - que ainda afirma que a Amazônia perde apenas 0,3% da floresta ao ano, enquanto os Estados Unidos perdem 1%.

Há também o chamado projeto "Nossa Natureza", criada no governo José Sarney, que proíbe a exploração de madeiras em tora. A iniciativa visa a diminuir o desmatamento que tem origem na exploração de madeira e baseia-se em uma lei que fez parte do código florestal brasileiro.
A regulamentação da Lei Florestal cabe aos estados da federação, levando-se assim em conta a realidade de cada região. Para a região Amazônica, o projeto prevê o reflorestamento das áreas degradadas pela atividade madeireira, fiscalização efetiva de todas as serrarias, fechamento das serrarias clandestinas e estímulo à exportação de artefatos de madeira que visam a criar empregos na região.

A ELETRONORTE, empresa estatal do governo federal responsável pela geração de energia na região Norte, com o objetivo de possibilitar a exploração de um recurso que estaria perdido, abriu concorrência em agosto de 94 para remoção de madeira submersa no reservatório da Hidrelétrica de Tucuruí, no rio Tocantins (Pará). As árvores submersas dariam para encher 300 mil carretas com toras. Esse empreendimento vai permitir que parte da floresta nativa não seja devastada.

As empresas da Amazônia estão começando a investir em projetos de reposição florestal, com o propósito de formar um estoque de matéria-prima permanente para o futuro, além de apresentar propostas aos órgãos federais responsáveis pela condução da política florestal. Exemplo deste tipo de iniciativa é a AIMEX (associação de madeireiros), que propôs a implantação de um sistema de exploração racional das florestas, denominado Plano de Corte de Floresta Nativa, através de um planejamento operacional que incluiu a obrigatoriedade de inventário florestal.
Este inventário deve conter informações como a média do volume e abundância de espécie por hectare, bem como volume e abundância de cada espécie por classes diamétricas de 10 em 10 cm de DAP (Diâmetro à altura do peito), a partir de 15 cm de DAP.
A indústria madeireira que explorou a área mediante o Plano de Corte de Florestas Nativas ficaria responsável por efetuar a reposição florestal nas proporções de quatro mudas de espécies nativas para cada metro cúbico sólido explorado, através do reflorestamento das extensas áreas degradado existentes na Amazônia. A proposta de reposição florestal, sofrendo as modificações necessárias, deve ser aplicada também aos cortes para fins de carvoejamento.
Nos últimos anos, seguindo uma tendência mundial, o consumo de carvão vegetal e lenha como fonte de energia tem diminuído no Brasil. A lenha é utilizada principalmente no setor agropecuário, aonde o consumo chegou a 66,4% em 1977.
No entanto, com o esforço de órgãos do governo em substituí-la por outras fontes renováveis, caiu para 25,3% em 1992. O carvão vegetal é usado principalmente na siderurgia, onde a atual política é o uso de floresta plantada.

A fauna, flora e todos os recursos naturais brasileiros pedem socorro. O Brasil foi uma colônia de exploração por muitas décadas, onde tudo de "precioso" era levado para a Europa (como nossas árvores, animais, pedras e metais de valor).
O Brasil se tornou Império, República, e ainda hoje é explorado tanto por brasileiros quanto por estrangeiros. Ou seja, nossas verdadeiras riquezas estão sendo degradadas pelo "bicho-homem" desde a chegada dos portugueses. Nossa identidade, biodiversidade, está sendo destruída há quinhentos anos.

Apesar das leis de conservação ambiental existirem no papel, na prática nada funciona como deveria. As entidades responsáveis pela fiscalização e controle do nosso meio ambiente têm sérios problemas de atuação, por falta de funcionários, boa vontade de alguns e principalmente por falta de dinheiro.

Juntamente com o desenvolvimento do país, os desmatamentos, queimadas, problemas com resíduos de indústrias, destruição e tráfico de animais (é o segundo maior do mundo, perdendo apenas para o tráfico de drogas), destruição da camada de ozônio, poluição de rios e lagos etc. aumentam a cada ano.

Nossa sociedade, a exemplo de centenas de outros países, é extremamente consumista e exige muitos produtos e bens, necessitando o uso de muitos recursos naturais que acabam degradados.
O aumento da população urbana exigiu um aumento no abastecimento de alimentos e bens na cidade. O problema é que pessoas desejam ter boa alimentação e artigos de luxo, então usam e depois se desfazem de grande parte desses materiais que compram principalmente as embalagens. Com isso, cada dia polui mais! Produzimos muito lixo, devastamos mais áreas selvagens para construções e áreas de cultivos.
Vou relembrar que cada boi para ser alimentado, é preciso um local em que poderiam ser plantadas mais 20 árvores, ou deixar de desmatar.

Está mais do que na hora do povo brasileiro se conscientizar de que não se deve só esperar que as autoridades punam os deteriorados da nossa natureza, e sim que devemos participar. Existem várias entidades no Brasil que precisam de voluntários para que seus projetos de conservação e proteção se efetuem, como o "Greenpeace", "WWF" e o próprio "Ibama". Se cada um fizer a sua parte, garantiremos o futuro da nossa identidade ambiental. Também devemos começar preservar a nossa natureza em casa, com a separação do lixo para reciclagem, com o uso de produtos biodegradáveis, com economia de água e luz.

Além disso, numa área natural não se deve tirar nada além de fotografia; não se deixar nada, além de pegadas; não se matar nada, além do tempo; não se levar nada, além de lembranças, para que a profecia feita há mais de duzentos anos por "Olhos de fogo", uma velha índia Cree, não se efetue: "Um dia, a Terra vai adoecer . Os pássaros cairão do céu, os mares vão escurecer e os peixes aparecerão mortos na correnteza dos rios."
Antigamente, a Mata das Araucárias ou dos Pinheiros-do-Paraná, estendia-se do sul dos estados de Minas Gerais e São Paulo até o sul do Rio Grande do Sul, avançando pelo extremo Nordeste da Argentina. Sua extensão era 100.000 km2. Na sombra dos pinheiros, cresciam muitas outras espécies, como o cedro, a imbuia, a canela, a gameleira, a timbuia e o angico.

Mas este ecossistema está praticamente extinto e com ele, diversas espécies de roedores, inúmeras aves e insetos que se alimentavam do pinhão, fruto dos pinheiros, também estão ameaçados de extinção, pois durante 150 anos, a Mata dos Pinhais alimentou a indústria madeireira do Sul, que a empregava na construção de casas e no fabrico de móveis. Mais tarde, por volta dos anos 20 a 60, descobriu-se o mercado externo para a araucária, e a conseqüente escassez dos pinheiros.

Hoje, metade das araucárias ainda restantes está confinada em "museus", ou seja, as áreas de preservação aos cuidados dos estados e do governo federal. Resta menos de 300.000 hectares, área equivalente a uma das grandes fazendas do Norte do País, que representam a adaptação da Mata Atlântica a um clima subtropical, mais temperado.
Todas as crianças amam as árvores, sua sombra, suas flores, seus frutos.
Todos sabem que a Terra não pode viver sem as árvores. Todo mundo tem o maior cuidado com as árvores.
Nosso Brasil tem esse nome pela grande quantidade de Pau Brasil existente na época do descobrimento. Que pena não encontramos com tanta abundância em nossas florestas!
No dia 21 de setembro comemora-se o dia da árvore, e começa a primavera. O Brasil, e a sua natureza, com certeza ficam lindos com as flores que chegam com a primavera!
Então vamos plantar e evitar derrubada de árvores sem necessidade?
Meu avô sempre canta: Esse Brasil tão grande amado, terra de amor e promissões, toda verde toda nossa de carinho e coração. O mar é verde enluarado. O sertanejo está sozinho e vai cantar para a namorada no lamento do seu pinho.
Que tal declamar comigo, embaixo da sombra de uma frondosa árvore?

Que tal plantar uma árvore?

No dia em que vivemos
O homem esquece das árvores
Elas nos trazem os frutos
Entre eles as mangas e os abacates
A roseira é poesia
O jasmim nosso bálsamo
As flores enfeitam os jardins
Ornamentam nossos vales
Viajando pelo Brasil
Encontramos no sul, Araucárias...
No leste Amendoeiras e Mangueiras
Imensos cafezais
No nordeste seringue-las e cajueiros;
Coqueiros ornamentam nossas praias.
No norte encontramos caixetas
Seringueira dá borracha
Na Amazônia um pulmão
Grandes florestas tropicais
Do pinheiro saboreio o pinhão
Da caixeta nosso lápis
Esqueci do Pau Brasil
Que sumiu dos matagais
Lembrança do nosso País
Nas palmeiras imperiais
Convido você amigo
Na campanha de uma nova árvore
Vamos florir nosso País
Plantando novas árvores
Salvando o verde Brasil
Das queimadas fenomenais
Com os Grileiros nas cadeias
Salvando-nos da sombra da morte...



Publicado no site: O Melhor da Web em 28/04/2009
Código do Texto: 19821
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