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Gilson Lira - GILSON  LIRA
GILSON LIRA
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A MESOPOTÂMIA (EM VERSOS)
04/05/2009
Autor(a): GILSON LIRA
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A MESOPOTÂMIA (EM VERSOS)

Essa região tão forte,
Divide-se em Alta ao norte,
Assíria, árida e montanhosa,
No sul, Caldéia, pantanosa.

Na história de tantos impérios,
Chegaram primeiro os Sumérios.
De sua origem não se tem idéia,
Mas sei que habitavam a Caldéia.

Fundaram as cidades-estados,
Lagash, Uruk e Ur.
Por reis são governados,
Cito entre eles Eridur.

Os Sumérios criaram a escrita
Que se chamou cuneiforme.
Surge um povo de origem semita
E é preciso que se informe.

Astrologia em presságios,
Anuncia os bravos Acádios.
Seu maior rei é Sargão
Que domina essa região.

Babilônia, Agadê e Sipar,
Unidade tão singular.
E o guerreiro por mais que lute,
Cai nas mãos do povo Guti.

O renascimento Sumeriano
Ocorre em grande alegria,
Com Dungi seu soberano
Na terceira Dinastia.

Prossigo as minhas escritas
No renascimento que morreu.
Chegam agora os Amoritas
Fundando o Império Caldeu.

Babilônia é a capital,
Num governo sem igual.
O rei que tudo sabe
É o famoso Hamurabi.

O grande poder desse rei,
Sustenta o seu código de lei.
Para quem ferir seu irmão,
Prove a Pena de Talião.

Envolvido por grande mistério,
Chega ao fim esse império.
O sangue se derrama no lírio,
Assume o poder o Assírio.

Sargão cumpre o seu papel,
Toma o Reino de Israel.
Após um século de insônia,
Cai também Babilônia.

No governo de Assurbanipal,
De liderança discreta,
Na sua obra principal
Constrói uma biblioteca.

Surgem lutar fraternas
Que trazem a decadência.
As revoltas internas
Enfraquecem a grande potência.

Nabupolassar comanda os seus,
Unindo Medos e Caldeus.
Na vitória mostra-se irônico
E funda o Império Babilônico.

Com Nabucodonosor,
Vem o tempo de esplendor.
Entre os feitos mais propensos,
Ele cria os Jardins Suspensos.

Aos Fenícios aniquilou,
A força do bravo guerreiro.
Os Hebreus subjugou,
Formando seu cativeiro.

Mas acaba a sua sorte,
Chega breve a sua morte.
Como solitária menina,
O grande império declina.

Assim como foi em Tiro,
Invasão das mais perversas,
Babilônia entrega-se a Ciro,
Rei dos soldados Persas.

Povo de boa cultura,
Sua base era a agricultura.
Governo de forma resoluta
Na Monarquia absoluta.

População muito mística,
Religião Politeística.
Seguiam os deuses qual rastros,
Adorando todos os astros.

Têm no seu vasto currículo
A divisão do círculo.
Longe da Cibernética,
Criaram a Aritmética.

Num mundo de magia,
Desenvolveram a Astrologia.
Observavam todas auroras,
Dividiram também as horas.

Mostraram na arquitetura
Uma visão bem futura.
Com recursos parcos
Aplicaram o sistema de arcos.

Entre o Ocidente e o Oriente,
Desenvolveu-se essa gente.
Com essa Civilização,
Termina mais uma lição.



Publicado no site: O Melhor da Web em 04/05/2009
Código do Texto: 22814
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