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Mirna_C8 - MIRNA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE
MIRNA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE
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MUCO: MUSEU VIRTUAL DA CORRUPÇÃO
12/06/2009
Autor(a): MIRNA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE
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30177 MUCO: MUSEU   VIRTUAL DA  CORRUPÇÃO Mirna_C8 - MIRNA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE
MUCO: MUSEU VIRTUAL DA CORRUPÇÃO




O "Quinto Poder", aliado à moderna tecnologia, em muito ajudará para que venhamos a saber de assuntos que a mídia deixa de repassar-nos. Está de parabéns o idealizador do MUCO. -


Todos sabemos ser a imprensa o "Quarto Poder". E um "Poder" que tem poderosas ferramentas. A internet, quando bem usada, pode ser não só uma ferramenta do Quarto Poder, como vir a transformar-se em um Quinto Poder. Poder este utilizado por nós, para difundirmos o que quisermos, quer como cidadãos, quer como seres humanos. A corrupção, apesar de não ser apanágio deste governo e existir desde priscas eras, tem crescido sobremaneira no Brasil.



Como cidadãos de um País (ainda) livre que assim queremos continue, temos o dever de não ficarmos quedos perante esses atos todos perpetrados por muitos membros dos "poderes" estatais, que para os mesmos foram guindados pelo nosso voto. A derrogação da Lei de Imprensa não impedirá os que escrevem de forma responsável, de continuarem a fazê-lo. Há sites apropriados, dentre os quais salienta-se o "nosso" BrasilWiki! pela seriedade, responsabilidade e patriotismo de seus criadores. Se não estou errada, parece-me inclusive, que o BW! é precursor neste tipo de jornalismo participativo-colaborativo.



Um amigo enviou-me hoje esta notícia que divido com vocês. É, para mim, auspiciosa novidade e mais uma forma de combatermos toda a iniqüidade que está a grassar não só nos palácios de Brasília, como nos dos demais Estados da Federação que com o Poder Central tenham relações. Relações estas que muitas das vezes são amorais chegando mesmo a raiar a imoralidade. Este "Museu da Corrupção" é virtual, mas as informações que encerra, são reais. São tantas essas informações que pode-se passar dias lendo o que nas diversas salas se encontra.



Temos um "feriadão" pela frente. Se quiserem, poderão "passear" por suas diversas salas. A da Polícia Federal é certamente uma fonte certa de inteirarmo-nos sobre muitas ocorrências que a mídia em geral não divulgou. Senhores leitores, leiam e pensem sobre o que todos nós, juntos, podemos e devemos fazer por nosso País.
Mirna Cavalcanti de Albuquerque



Museu da Corrupção



O Diário do Comércio inaugura o Museu da Corrupção on-line, para dar aos seus leitores uma medida referencial do que acontece de vergonhoso nos bastidores de todas as esferas de poder.



Por Luiz Octavio de Lima



No dia em que se comemoram os 509 anos do descobrimento do Brasil e em que a farra das passagens aéreas no Congresso ganha as manchetes do noticiário, o Diário do Comércio inaugura o seu Museu da Corrupção on-line, um espaço de exibição e reflexão sobre os escândalos que marcaram a história do País. Num primeiro momento, o site vai tratar do período entre a década de 1970 e os dias atuais. A proposta, porém, é recuar década a década, século a século, até os tempos coloniais. Afinal, não seria exagero afirmar que a corrupção nasceu quase em seguida ao descobrimento.



Em meados do século XVI, na Bahia do primeiro governador-geral, Tomé de Souza, já se roubava muito, conforme atestam os relatos da época. O próprio Padre Antônio Vieira escreveu um sermão intitulado "Sermão do Toma", no qual atacava as autoridades locais que desviavam verbas dos cofres públicos e "tomavam" propinas. No tempo de D. João VI, o tesoureiro Targini tinha fama de desonesto e de ter enriquecido no cargo. Dele disse o fundador do jornalismo brasileiro, Hipólito da Costa (1774-1823), que, "sem outros bens mais que o seu minguado salário, tornara-se tesoureiro-mor do Erário, fora elevado a Barão de São Lourenço, em 1811, e era agora um homem riquíssimo, enquanto o erário se achava pobre". E completou: "Se a habilidade de um indivíduo em aumentar suas riquezas fosse por si só bastante para qualificar alguém a ser administrador das finanças de um reino, sem dúvida Targini devia reputar-se um excelente financista". Temos, portanto, longa tradição neste ramo, e dedicar um "espaço cultural" ao vasto acervo existente sobre o tema é uma iniciativa que já chega com atraso.



Pensado como um trabalho em permanente construção, o Museu da Corrupção on-line, cuja pesquisa inicial é da jornalista Kássia Caldeira, dará destaque, em sua versão inaugural, aos 15 episódios mais rumorosos dos últimos anos no País. Entre eles, a Operação Satiagraha, a Máfia das Sanguessugas, o Escândalo do Mensalão, o caso do TRT de São Paulo (do juiz Nicolau "Lalau" dos Santos Neto), a Operação Anaconda e o incidente dos dólares na cueca. A cada um será destinada uma "sala" com um relato, imagens e uma lista de reportagens que mostram a repercussão na grande imprensa.



O usuário do site do DC poderá encontrar na área a relação completa dos escândalos ocorridos desde o início da década de 1970 e de grande parte das operações realizadas pela Polícia Federal no período.



Haverá uma seção com sugestões de links sobre o tema da corrupção e outra com publicações recomendadas sobre o assunto. Nos próximos meses, serão agregadas uma "sala" de charges, uma linha do tempo ilustrada e destaque para o escândalo do momento. O tour pelo Museu termina na lojinha da "instituição", onde o visitante encontrará lembranças como camisetas, algemas, aparelhos de escuta, malas pretas e até propinas virtuais.





http://www.dcomercio.com.br/especiais/2009/museu/projeto.htm



Publicado no site: O Melhor da Web em 12/06/2009
Código do Texto: 30177
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