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AGOSTINHO M. DA COSTA
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A Fofoqueira da Cidade
24/07/2009
Autor(a): AGOSTINHO M. DA COSTA
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A Fofoqueira da Cidade

Na rua, uma confusão danada, provocada por fofocas de uma senhora de 86 anos. A policia chega, e leva todos para a Delegacia.
O Delegado dá preferência a idosa, face o Estatuto e pergunta:
Vovó o que aconteceu?
Vovó: Eu apenas disse a verdade, nada mais que a verdade.
Delegado: Que verdade?
Vovó: Que a mulher do João estava trepando com o José.
Delegado: Não acha que a senhora estava errada? Isso não é coisa para comentar.
Vovó: Mas ela chamou minha filha de puta só porque transou com o José. Não sabia que o marido dela estava ouvindo a conversa, e então eu disse que ela estava com ciúmes do José.
Delegado: Viu que confusão a senhora arranjou. Agora a senhora vai ter que se explicar com o Juiz.
Vovó: Que Juiz?
Delegado: O Meritíssimo Dr. Rubens.
Vovó. Com esse não vou! Eu cuidei dele em criança e sei de toda sua vida de safado.
Delegado: Não me faça rir senhora. Se continuar assim a senhora vai pegar uma cana até o fim dos seus dias.
Vovó: Quem vai me prender? Você?
Delegado: Claro!
Vovó: Você não tem moral para me prender. Pensa que não tenho um filme em que você aparece recebendo grana do bicheiro, meu vizinho?
Delegado: Calma vovó. Fala baixo.
Vovó: Acho melhor você me soltar se não vou contar que a mulher do João não fazia nada de mais. O marido é gay e transou com o Prefeito da Cidade, que também corta pelos dois lados.
João protesta e diz que só deu uma vez. E por azar a vovó era a empregada do Motel. Eles deixaram a porta aberta e ela distraída entrou no quarto para colocar bebidas na geladeira.
A mulher de João mete a mão na cara do marido e diz que agora ele quando sair, vai ter que trazer o amiguinho. Quer fazer uma surubada com eles.
José com ciúmes diz que quer participar.
A filha da vovó mete a mão no José. E diz se ele for ela vai também.
Sem que ninguém esperasse rolou uma confusão danada, e por certo chega o Secretário de Segurança, que pede para o comissário enjaular todos na cadeia.
Todos são presos, e a velhinha não foi por fingir que passava mal.
O médico do Hospital chega na ambulância, chamado pelo Delegado.
Quando o médico vai examinar a velhinha, ela manda tirar as mãos sujas dela. Não aceita atendimento de um traficante de drogas que come a mulher do Delegado.
O Delegado pede explicações, quando o Secretário de Segurança cochicha algo em seu ouvido.
Acho melhor você soltar todos. Se essa filha da puta contar tudo que sabe sobre mim, eu mato você.
Para azar chega o Prefeito e o Juiz. E eles ao ver a fofoqueira, finge não reconhecer, mas ela diz: Pode deixar Prefeito eu não disse que você além de gay é viciado e vendia drogas. Quanto ao Juiz que vai me soltar, ainda não disse nada. Não sou burra não é meu Juiz, filhinho daquela honrada mãe que....
A velhinha não disse nada. O Juiz abraçou-a e saíram para fazer um lanche. No trajeto a velhinha pediu um lugar na Casa em que ficavam protegidos, os velhos ricos da Cidade. Queria viver lá, mas não tinha condições financeiras.
O Juiz prometeu arranjar desde que ela nunca mais falasse que o conhecia. Ela jurou que diria a todos que nunca ouvira o nome dele.
Para sorte de todos e felicidade geral do Bairro, a velhinha está na Casa de repouso. Dizem que de olhos e ouvidos atentos a qualquer fofoca.
Goza de toda regalia. É tratada como fosse a dona.
Todos têm medo da língua da vovozinha, que diz que não conhece o Juiz da Cidade.
Fim.


Publicado no site: O Melhor da Web em 24/07/2009
Código do Texto: 34347
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