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Brincadeira de médico (conto erótico)
11/05/2008
Autor(a): CARLOS CUNHA / o Poeta sem limites
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Brincadeira de médico (conto erótico)


Em toda a história da humanidade encontramos pessoas precoces, que desenvolveram seus dotes muito cedo. Meninos que ao invés de jogar queimada, usando uma bola de meias, com outros garotos da sua idade, se interessavam por livros complicados e muito cedo se tornavam grandes físicos ou químicos. Muitos outros trocaram bem cedo os seus brinquedos por pinceis ou instrumentos musicais. Grandes artistas mostraram os seus interesses pela arte ainda na infância. Ainda crianças já atingiam as pessoas com a firmeza neles existente e as faziam sentirem que tinham algo de especial que nelas faltava. Haviam nascido para serem algo e nada os impediria de conseguirem.
Ele era uma dessas pessoas. Ainda criança já visualizou claramente o seu caminho. O interesse maior em sua vida ficou claro no dia em que sua prima, Clarisse, gritou do banheiro:

-Carlinhos, me faz um favor. Eu esqueci a toalha, pega uma na gaveta pra mim.

Ele era um menino de onze anos. Pegou uma toalha e a levou para ela. Quando chegou á porta do banheiro e disse:

- Clarisse, a toalha ta aqui.

- A porta só está encostada. Trás ela pra mim, por favor, ela respondeu de dentro do banheiro.

Ele entrou no banheiro para lhe dar a toalha. Ela havia acabado de desligar o chuveiro e o seu corpo molhado era escultural. Não se importava de mostrar a sua nudez para aquela criança que ele era. Gotas de água escorriam pelos seus longos cabelos, pelos seios enormes e rijos, pela barriga fazendo uma pequena poça em seu umbigo. Sua pele morena brilhava. Suas pernas - coxas grossas e lisas - recém depiladas eram fortes e belas. Sua vagina, enorme e cheia de pelos molhados, o deixou maravilhado. Ficou em sua frente parado. As mãos caídas, a toalha no chão e ele de boca aberta ficou hipnotizado a olhar aquele bucetão. Ela ralhou:

- Agora vai menino. Vai brincar lá fora que eu tenho de me trocar. Vai.

Ele saiu do banheiro e em vez de ir pra rua, onde á molecada naquela hora jogava uma pelada, subiu para o seu quarto e trancou a porta por dentro.
Enquanto ele ouvia os gritos dos outros garotos, que corriam atrás da bola, abaixou a calça, começou a acariciar as bolas do saco, fechou os olhos e visualizou a imagem de Clarisse nua. Masturbou-se e foi delicioso quando ejaculou.
De olhos fechados imaginou a Clarisse de pernas abertas e ele sobre ela penetrando-a. Sentiu aquele gozo, que jorrou sobre o chão do quarto, como se estivesse vindo quando ele penetrava aquela vagina molhada e quente da minha prima.
Nesse momento ele percebeu que a coisa mais importante na vida eram as mulheres. Nascera para amá-las. Viera ao mundo para dar prazer a elas. Para acariciá-las, penetrá-las, chupá-las, lambê-las. Fazer com que elas chegassem ao gozo e junto com elas gozar várias vezes. Saciá-las e se sentir saciado. Fazer delas fêmeas realizadas e satisfeitas.


Sua prima Clarisse tinha uma irmã caçula, a Maria Inês (a Tininha), da sua idade. Juntos brincavam, faziam travessuras, dividiam infância e a nossa inocência. Dias depois, daquele em que tinha visto a Clarisse nua, ele e a Tininha estavam sozinhos em casa ele falou pra ela:

- Tininha, vamos subir lá no meu quarto e brincar.

- Brincar do que, ela perguntou?

- De médico. Eu vou ser o médico e você a paciente.

- Mas eu não sei brincar disso. Eu nunca brinquei de médico.

- Eu ensino. É fácil, você só fica quieta e eu te examino. É legal, vamos.

Subiram á escada e foram até o quarto dele. Lá ele falou para ela:

- Agora você tira a blusa e deita aqui.

- Pra que tirar a blusa?

- Quando a gente vai ao médico ele sempre manda tirar a roupa. A gente vai brincar de médico, não vai. Ou você não quer mais brincar comigo?

- Ta legal, ela tirou a blusa e deitou.

Viu que ela não tinha os seios grandes como os de sua irmã. Só eram duas bolinhas em formação, pequenas e rijas, tendo no centro delas mamilos escuros. Aqueles peitinhos pequenos, lisos e delicados, o encheram de tesão e ele disse:

- Vamos fingir que você está com dor no peito. Você fala onde está doendo e eu examino.

- Ta doendo aqui, ela falou e mostrou com o dedo um lugar entre os dois peitinhos.

Ele apalpou o lugar que ela mostrou e levou a mão mais para o lado. Apertou levemente o peitinho esquerdo dela e comecei a mover os dedos em círculos em volta dele.

- Assim não Carlinhos. Assim é pecado.

- Pecado nada. A gente ta brincando de médico e o médico tem de examinar direito, né?

- É, ta legal.

Percebeu que os peitinhos dela estavam duros e pontudos. Ela em sua inocência não sabia, mas a mão em seu corpo a estava deixando excitada. Sentia que o seu corpo estava tenso e que um calor gostoso a atingia entre as pernas. Era dominada por desejos pela primeira vez na vida e não sabia o que acontecia com ela, só que era gostoso. Soltou sem querer e inocentemente:

- É gostoso quando você aperta ai.

Ele olhou para ela e viu que tinha os olhos fechados. Começou a apertar mais suavemente. Já não só apalpava, fazia carinho e ela gostava.
Pos os lábios sobre o mamilo duro, enquanto envolvia o peitinho em sua mão, e começou a sugá-lo.

- Assim n... - Ela começou a dizer, mas se calou e se entregou instintivamente aos carinhos dele. - Hó, gemeu de repente.

Não entendia o que aconteceu. Sentiu uma dor suave e gostosa por dentro. Um calor enorme entre as pernas e se sentiu toda molhada. Só sabia que tinha sido muito gostoso. Ela havia tido pela primeira vez um orgasmo e tinha sido maravilhoso.

- Foi gostoso, ele perguntou a ela?

- Foi sim, mas é pecado não é?

- Não é não. Toda gente grande faz isso. Eles falam pra gente que é pecado porque a gente é criança.

- Agora enquanto eu te chupo você faz assim.

Tirou o pinto pra fora e falou pra ela pegar e mexer pra frente e pra trás. Logo as mãos dela se movimentavam com carinho e seus instintos de mulher assumiram. Abriu as pernas quando ele enfiou a mão dentro de suas calcinhas e penetrou um dedo em sua bucetinha. Gemeu de prazer. Gozaram juntos se acariciando mutuamente.
Quando escutaram a porta da frente que se abria, vestiram a roupa apressados e desceram á escada saltitando e cantando. Era a prima Clarisse que havia chegado:

- Hei, que é que vocês estão fazendo dentro de casa num dia quente como esse?

- A gente tava brincando lá no quarto, mas ficamos com calor e agora vamos lá pra fora.

- Ta bom. Não vão longe que eu já vou preparar o jantar.


Saíram e foram brincar na rua. Desse dia em diante sempre, que ficavam sozinhos em casa, eles brincavam de médico. Essa se tornou a brincadeira preferida deles.
As brincadeiras se tornaram sérias. Aprenderam um com o outro a beijar, a chupar-se. Gozou várias vezes nas coxas da Tininha e um dia aconteceu o inevitável. Penetrou o pau na bucetinha dela. Ela adorou e até hoje transa com ele.
A Tininha teve vários namorados e transou com todos eles. Sempre que transava com algum namorado ela vinha até ele, pedia que metesse com ela e dizia que só ele a deixava satisfeita.
Com o passar dos anos ele foi crescendo e seu objetivo era comer toda menininha gostosa que cruzava em sua vida. Comeu as amiguinhas do colégio, as namoradas dos amigos, a filha do dono da farmácia, da padaria, do açougue e as empregadas que trabalharam lá em sua casa. Tornou-se um viciado. Um viciado em buceta.


Quando completou dezesseis anos, finalmente o seu sonho maior foi realizado. Desde que tinha batido á primeira punheta, com onze anos, pensando na prima Clarisse, nunca mais ele deixou de se masturbar pensando nela. A imaginava em várias posições. Em suas fantasias ele a tinha como amante. A penetrava de todas as maneiras, a chupava e por ela era chupado. Numa tarde, em que todos haviam saído e só tinha ficado em casa ele e a Clarisse, eles assistiam um filme na TV. No filme rolava uma cena em que o ator transava com a atriz, quando ela falou:

- Carlinhos, você tem a maior vontade de meter comigo não tem?

- Eeeeu!

- Sim menino. Pensa que eu não percebo a maneira que você me olha. Seus olhos brilham de desejo quando você olha para as minhas pernas ou para os meus seios quando estou sem sutiã. Você me come com os olhos. Desde menininho eu sei que você sente tesão por mim. Agora você está um puta moço e me atrai. Vem, mete comigo.

Abaixou os shorts que usava e mostrou o seu bucetão, pois o tinha vestido sem colocar a calcinha. Tirou a blusa e como estava sem sutiã ficou completamente nua na frente dele.

- Vem, ela disse. Mete comigo, me mostra o quanto você já é homem.

Ela era nessa época uma mulher já chegando aos trinta anos, muito gostosa e perfeita em suas formas. Experiente, abriu a camisa dele e enquanto beijava os seus peitos, soltou a sua calça que caiu deixando o seu pau rijo apontando para ela. Ajoelhou-se em frente a ele. Colocou o pau inteiro em sua boca e passou á chupá-lo. Ele gozou na boca dela. Ela passou a língua pelos lábios, cheios de porra que escorria de sua boca, e falou:

- Delicioso. Vem me chupar agora.

Deitou-se no sofá e abriu as pernas. Ele entrou entre elas e caiu de língua em sua buceta rosada. Treparam e sacanearam em todas as posições imagináveis. Foi maravilhoso. Haviam gozado várias vezes e quando descançavam, deitados nus no sofá, aconteceu um imprevisto. Tinham esquecido a porta da frente aberta e a Tininha entrou por ela e os pegou em fragrante.

- Puta merda. Então a minha irmãzinha mais velha também gosta de trepar com o priminho, ela disse enquanto tirava a roupa. Também quero participar da festa, posso rsss?

Ficou nua e caminhou até a irmã, ajoelhou-se em frente ao sofá, abriu-lhe as pernas e começou a chupar a sua buceta. Quando ele viu a Clarisse de pernas abertas sendo chupada pela Tininha, que estava de quatro, encheu-se novamente de tesão. Penetrou na buceta da Tininha por trás. Aquele bundão enorme rebolando e o seu pau entrando e saindo de sua buceta, que parecia e tinha a suavidade de uma flor. Dessa vez gozaram os três ao mesmo tempo.
Comeu o cu de uma enquanto as duas faziam um 69, uma chupando a buceta da outra. Gozou na boca da Tininha enquanto essa era chupada por Clarisse. Uma cavalgava sobre ele enquanto a outra esfregava a buceta em sua minha cara e por ele era chupada. As duas quase o mataram.


Hoje está tudo mudado. A Clarisse e a Tininha são senhoras casadas. As colegas de escola e as namoradas dos amigos dele também. Mora em um apartamento, onde uma empregada, que escolheu por suas referências e também por seus dotes físicos, vem três vezes por semana fazer a limpeza. Sempre na hora que ela termina a faxina ele chega do trabalho, toma um banho e vai para a cama. Ela está lá lhe esperando. É ele não posso deixar de comer a empregada, faz parte do seu karma.
Algumas esposas de amigos sempre o visitam, quando esses estão ausentes. A Tininha e a Clarisse sempre que saem juntas para as compras - coisa que fazem pelo menos duas vezes por semana - nunca deixam de passar pelo apartamento do priminho. Ele acha sempre maravilhoso meter com elas. Ele continua solteiro. Casar pra que?




Publicado no site: O Melhor da Web em 11/05/2008
Código do Texto: 3747
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