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Lizete Abrahão - LIZETE ABRAHÃO
LIZETE ABRAHÃO
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ARIDEZ - Lizete Abrahão * ARIDEZ - José-Augusto de Carvalho
08/10/2009
Autor(a): LIZETE ABRAHÃO
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ARIDEZ - Lizete Abrahão * ARIDEZ - José-Augusto de Carvalho

Aridez
Lizete Abrahão


A dor apaga a luz do sol e da lua,
E murcham as estrelas feito uma flor.
Pelas vazias esperas, com a alma nua.
Arrasto a fome, de sombria furta-cor.


Os dias indiferentes são meu lençol
Barrado em cinza, meio bordado em pranto...
Eu me levanto pra ver nascer o sol
Mas de vazio, pesado cai-me o frio manto


Falo do mar e das estrelas às gentes,
Nenhum ouvido ouve o som que vem de mim...
Navalha a cortar a carne, essa mudez.


Estrelas exaustas caem feito pingentes
Dos meus olhos que se adormecem, enfim,
Para que o sonho regue minha aridez


*****

Aridez
José-Augusto de Carvalho

São áridos os hortos e os vinhedos.
Os campos de trigais estão perdidos.
No céu, as nuvens prenhes de segredos.
Será que os tempos já estão cumpridos?


Os sete véus de Salomé, a dança
que siderou o déspota sensual...
O verbo, que com asas de esperança,
lavado em sangue, cai no tremedal...


Que tempos de tragédia profetizas,
oh desespero de alma e coração?
Que medos te acorrentam às balizas
das aras de renúncia e perdição?


Meu peito é o teu ninho, que matizo
de auroras de encantado paraíso.


Publicado no site: O Melhor da Web em 08/10/2009
Código do Texto: 41865
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