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jessebarbosa - JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
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11/06/2008
Autor(a): JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
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   Quando bate a modorra,
         reluto incançavelmente
      para não sucumbir á efêmera morte diária
         a que me impõem os contínuos breus dormentes,
         os quais me fazem jazer sobre a cama
         do esteio da velha solitude teimosa
         que comigo aporta nesta alcova nova.


   porque quero muito ficar
      ao sabor do fraternal masoquismo
            dum recente relicário
   de rios que inexplicavelmente sem sentido se esfumaçam:
                        afinal sem saber-se refluentes.
   Sem saber se exatamente poderão talvez um dia desses
                  voltar á sua congênita forma.
   No entanto, eu bem sei: eles não são molas!                     



   Ah, me pego subitamente
      afogando-me nas águas profundas do divagar
                     onde alfobram o titanismo
      e seus devotados miasmas garridos.
                     Entretanto, uma vez mais,
      para o quarto retorno. Me fixo na janela
      a contemplar o fluir e o refluir das relíquias fraternas
      que, na estrada saudosista da memória, perpassam lépidas.
                  Sim, então, sob o peso da dor, sobre o leito, desmaio.
                  Com efeito, sob o peso das águas que não jorram,
                                       no catre, eu mortamero cansado!
Cansado de olhar o rio que corre. Corre cheio de desapego:
                                                      desapego ao passado ainda tão claro.                           
                                          JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA














Publicado no site: O Melhor da Web em 11/06/2008
Código do Texto: 4350
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