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Teia tecnológica
09/11/2009
Autor(a): GIL D'LA ROSA
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Teia tecnológica

Qual foi essa aranha exótica
Que trançou sua teia tecnológica
Que nos encanta, nos oprime...
Nos informa, deforma e deprime.

Essa teia que nos mantém preso
Enquanto voraz nos devora.
Essa fera insaciável e de peso
Que nos controla cada hora.

Aliada ao consumir o tempo.
Mas, relativando as sensações...
Torna céleres as emoções
Boas e eterniza o sofrimento.

Emaranhado de informações
Confusas, que propõe nos iludir
Enganar, confundir, conduzir
A alcançar transformações.

Sim, àquelas... Que não desejamos
Em estado bruto, estado natural,
As quais jamais alimentamos...
Num pensamento ocasional.

Mas, que sempre prevalece!
E em nossas mentes se estabelece
Sem pedir licença ou permissão
Independente de vontade ou devoção.

Oh! Essa viúva-negra vil
Que em surdina devora o amante
Com crueldade e frieza delirante
Na penumbra tenebrosa do covil

Eis que os fios resistentes dessa teia
Nos corrompe, aprisiona, alcança
E impõe a clausura que nos cansa
Nas tentativas, sobre a móbile areia,

De fuga. Em desesperadas assertivas
Repetidas, em que mais se afunda
Em sua entranha mais profunda
Em cada uma das ações precisas

Arrebatadas, iníquas, mal-fadadas...
Moldada em uma forma alienada
Que tem como futuro, um nada
E o faz aconchegar-se em almofadas

A consumir radiação catódica.
Que agora é apenas figura
De retórica... Na augura
Do LCD, TV de luz plasmódica.

Que aos olhos em alta definição
Nos assalta sem permitir reação,
A menor que seja... Não enseja
Liberdade que não mais almeja.

Publicado no site: O Melhor da Web em 09/11/2009
Código do Texto: 45167
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