Espaço Literário

O Melhor da Web



Busca por Autores (ordem alfabética)
Busca Geral:
Nome/login (Autor)
Título
Texto
Jorge Linhaça - JORGE LINHAÇA
JORGE LINHAÇA
Cadastrado desde: 24/12/2008

Texto mais recente: Anjos da Vida - solidariedade aos bombeiros



Necessita estar logado! Adicionar como fã (necessita estar logado)
 
Recado
Contato

Conheça a Página de JORGE LINHAÇA , agora só falta você!
http://www.poesias.omelhordaweb.com.br/pagina_autor.php?cdEscritor=1072

 
Textos & Poesias || Cordel
Imprimir - Impressora!
Imprimir
Cordel do Plagiador
23/03/2010
Autor(a): JORGE LINHAÇA
VOTE!
TEXTO ELEITO
0
Após 100 votos, o Texto Eleito será exibido em uma página que irá reunir somente os mais votados.
Só é permitido um voto por Internauta por dia.
Achou o texto ótimo, VOTE! Participe!
ELEJA OS MELHORES TEXTOS DA WEB!
Cordel do Plagiador

Cordel do Plagiador
Jorge Linhaça

Dizem que a inveja mata
Mata de raiva, talvez
E é tanta a desfaçatez
Que há quem tudo copia
E quem de sites plagia
Fingindo ter honradez
Levando os outros no tapa

É tanto o conhecimento
Do control c / control v
Que para aquele que lê
Assim meio distraido
Passa até despercebido
( ou finge até que não vê)
O furto do ciumento

Se acham enciclopédias
Dizem de tudo saber
Ser mestres no escrever
Mas se formos pesquisar
Iremos logo encontrar
O que de seu dizem ser
Postado na Wikpédia

Não citam fontes do texto
Usar as aspas? Pra que?
E inda vem com o trelelê
De ter vasta biblioteca
Fazem todos de patetas
Fingem ser monges, ascetas
Para tudo tem pretexto

E ai de quem os conteste
Buscando orientar
Para o vício evitar.
É logo bombardeado
Com letras grandes, grifado:
Não venha me atormentar!
Pois sou um cabra da peste.

Tenho nome conhecido
Prove de onde colei
E as fontes não citei
E a gente vai e mostra.
Para ele? Grande bosta!
O que ele pensa não sei
Mas faz-se de perseguido

Chega a criar outro nome
Pra colocar comentários
Acha que somos otários
E que nada percebemos
Deletamos o que lemos
Mas lá vai o pobre hilário
Re-postar a sua fome.

Pobres almas exauridas
Sem luz própria e sombrias
Imersas em mil fobias
De serem desmascarados
E verem o seu reinado
A ruir em poucos dias
Pelas luzes emitidas

Confesso não entender
Esse agir equivocado
Talvez busquem um agrado
Para afagar o seu ego
Da verdade já tão cego
Que com a luz confrontado
Os fatos não pode ver

Sinto pena, muita pena
Nem raiva posso sentir
Por vezes pego-me a rir
De tão tolos argumentos
Balões cheios de vento
Que usam pra não admitir
Que su' alma é pequena.

Não sou dono da verdade
Mas o que escrevo é meu
Uso o dom que Deus me deu
Pra contar em prosa e verso
As cores d'um universo
Que pode não ser o teu
Mas que não tem falsidade

Fica aqui o meu abraço
Num gesto vero de paz
Pois a mim não me compraz
Tanta luta pela ética
Em meio a gente tão cética
Que ainda é capaz
De mandar-me pro espaço



Publicado no site: O Melhor da Web em 23/03/2010
Código do Texto: 52339
AQUI VOCÊ INTERAGE DIRETAMENTE COM O(a) AUTOR(a) DA OBRA! DEIXE UM COMENTÁRIO REFERENTE AO TEXTO! É FÁCIL, É LEGAL, VALE A PENA!
Caderno Comente esse Texto - Seja o primeiro a comentar!
Obras do(a) Autor(a):


Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.