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Vilma Oliveira - VILMA OLIVEIRA
VILMA OLIVEIRA
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RECOMPONDO A MEMÓRIA
13/04/2010
Autor(a): VILMA OLIVEIRA
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RECOMPONDO A MEMÓRIA

              
Hoje, não consigo mais recompor o que já se foi
nem o que fui. Meu rosto ainda é o mesmo, a
fisionomia é que ficou diferente (não quero dizer: pior)
Aquela minha vida antiga pareceu-me despida de muitos
encantos – restou-me apenas os desencantos.

Da memória – conservo tão-somente alguma
recordação doce e feiticeira (raras distrações).
Meu tempo mais lúcido dedico a leitura.
Fico exaurida com esta monotonia e a transformo
“em silêncios-falantes” ou mudos apelos...

Um pensamento novo (inesperado) viveria
de agora em diante comigo – como flores
sobre o túmulo. Seria a segunda vertigem
num só dia? Tomei um gole d’água com
os olhos fechados, como se fosse vinho
– sangrento e vitorioso (sangue dos justos).

Guardei meu sorriso como quem apaga
a lâmpada e resolveu deitar-se mais cedo.
Os passos dos estranhos era areia incolor
e seca. Meu relacionamento com as pessoas
estava se tornando cada dia mais diferente
do que as relações que eu mantinha comigo
mesma – desaparecendo seus últimos traços.

Embora, meu desejo ardesse – como confiar
meu segredo a alguém? Ninguém haveria
de me dizer: vive-se e morre-se – esta é a
lei natural da vida! Às vezes, alguém lançava
um olhar inquieto sobre mim, com a leve
intenção de assegurar-se que eu continuava
a existir – depois, retomava a morna distância...


Publicado no site: O Melhor da Web em 13/04/2010
Código do Texto: 53426
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