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SERGIO CARNEIRO DE ANDRADE
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Texto mais recente: Atrações e antipatias de oposição...



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PERIFERIA
07/05/2010
Autor(a): SERGIO CARNEIRO DE ANDRADE
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PERIFERIA

PERIFERIA
(Pelas periferias e outros lugarejos, que se há de prometer?... Que TV SP já não viu e telou?)
*
Enquanto houver periferias escuras, ermas, isoladas...
Longe recursos de cultura, saúde, educação...,
Longe a ocupação bem se veja, benfazeja...
Longe a comida na mesa...
Mentes frágeis, ou famintas de carinho, acolhimento, proteção, amor..., consumo...
Cérebros forjados do berço ao adolescer no torpor das dificulturas familiares...
Sem ares, gritos sobre as cabeças, altercações, brazevas, desenfreios...
Estarão sugadas, antenadas, atrativas ao perder-se,
ao dar-se ao entorpe, o corpo fácil à moeda bruta das carnes,
ao vibrar em trevas, aos roubos, furtos, guerras de gangues, animalências...,
ao entardecer desmentadas, dementas, mórridas, esgotadas, apodrecidas, mortas...
Que tristeza... Lágrimas à face escorrendo...
Um vazio de silêncio sem mundo, nada além...
Nada além dos mundos mentes varievos interterráqueos interacionados em corpos...
Obesos, magros, robustos, fracos, brancos, negros, lúcidos, obtusados...
A vida poderia ser tão mais bela, florida, colorida, feliz...
Os homens, alguns homens na mata urbana, a transformam num pasmo de dor...
De sofrer num de repente, sem saber porquê, o que se fez atrás ou nalgum Além...
....
E naquela casa bramia, (olhem lá!), o chicote da palavra, da mão pesada, e inimiga:
Em http://vagalume.uol.com.br/capiba/cala-a-boca-menino.html temos essas de um conhecido compositor pernambucano:

"Cala A Boca Menino - Frevo-canção de Capiba (1904 -1997):

Sempre ouvi dizer que numa mulher
Não se bate nem com uma flor;
Loira ou morena, não importa a cor,
Não se bate nem com uma flor...

Já se acabou o tempo
Que a mulher só dizia então:
- Chô galinha, cala a boca menino!
- Ai, ai, não me dê mais não...
( - Que não te dê o quê, sua sem-vergonha, tome essa e mais essa!
   - Ai, essa doeu mais, bate ali que dói menos...
   - Ah, é aqui que dói mais, tome mais dez, e vê se te aqueta que estou cansado, nem um pio...)
**
E de Capiba também, Casinha Pequenina:
TU NÃO TE LEMBRAS DA CASINHA PEQUENINA ONDE O NOSSO AMOR NASCEU?
TU NÃO TE LEMBRAS DA CASINHA PEQUENINA ONDE O NOSSO AMOR NASCEU ?
TINHA UM COQUEIRO DE LADO QUE COITADO DE SAUDADE JÁ MORREU } BIS
NÃO TINHA COQUEIRO AO LADO NÃO TINHA UM CARAMANÇÃO} BIS
ONDE ERA ALTA MADRUGADA ESTAVA QUANDO EU BAIXINHO CANTAVA
TU NÃO TE LEMBRAS DA CASINHA PEQUENINA ONDE O NOSSO AMOR NASCEU} BIS"

E verdades da realidade pararreal realesca de aqui e agora expressionista:
Talvez aquele mendigo visto a algum bom tempo atrás nunca ouviu o banjo brasileiro em Bonanza (http://paginadoenock.com.br/home/post/5131): Fato presenciado, horrível, mas é real, pararreal..., pegou um pote de iogurte no lixo e lambeu o que tinha dentro com outras coisas lá misturadas... Parecia até estar em outro mundo, olhos parecendo estar longe, alguma alienação... Ai..., talvez lá tinha um escarro, que nojo, não!... E outra vez ocorreu de um colega ver certo "garoto de rua quase a se jogar dentro de um cesto de lixo onde alguém tinha acabado de jogar um pedaço de um salgadinho"... Milhões já elevados à classe média..., outra parte pedindo a sair da abandoneza abismal..., da insegurança de solo onde pisa e dorme, das noites e alvoradas incertas, da perdística mundana, da ambiência pedindo deveras mudanças...


Publicado no site: O Melhor da Web em 07/05/2010
Código do Texto: 55177
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