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VILMA OLIVEIRA
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O SILÊNCIO
19/11/2008
Autor(a): VILMA OLIVEIRA
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O SILÊNCIO

           
O silêncio da noite na montanha
É tão vasto e tão despovoado
Como ultrapassar essa paz que nos espreita?
Esse silêncio é tão grande que o desespero tem pudor
Os ouvidos se afiam, a cabeça se inclina,
O corpo todo escuta: nenhum rumor!

Esse silêncio sem lembrança de palavras
Se és morte – como te alcançar?
És imóvel mas insone e sem fantasmas
Sem uma porta que se abra rangendo
Sem uma cortina soprada pelo vento
O vento é ira, ira é vida. Ou a neve
Que é muda mas deixa rastros...

Os passos rangem e marcam
Mas, este silêncio não deixa provas
A noite desce com suas pequenas alegrias
As crianças adormecem – fecham-se as portas
As ruas brilham – apagam-se as luzes distantes...

Quando o corpo descansado se ergue...
Então o silêncio aparece. O coração bate ao reconhecê-lo
Os amigos também passaram e se perderam
Tudo é apenas uma fuga: há o silêncio
Que parece aguardar uma resposta
Como sofremos por ser chamados a responder
Cedo descobrimos que ele nada exige de nós
Talvez, apenas o nosso silêncio.

Quantas horas se perdem na escuridão?
Supomos que o silêncio nos julga
Como esperamos em vão sermos julgados por Deus
E se um pássaro enlouquecido cantasse?
O canto atravessaria o silêncio como leve flauta
Só se sente nos ouvidos o próprio coração
Quando este se apresenta nu é submissão!

Nós não fomos feitos senão para o pequeno silêncio
Que se espere: não o fim do silêncio
Mas o auxílio bendito – a luz da aurora.




Publicado no site: O Melhor da Web em 19/11/2008
Código do Texto: 5589
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