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Vilma Oliveira - VILMA OLIVEIRA
VILMA OLIVEIRA
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RESPOSTA AO INFINITO
24/03/2011
Autor(a): VILMA OLIVEIRA
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RESPOSTA AO INFINITO

                       
O homem encolheu os ombros afetando um certo
desalento. Examinei-o mais atentamente, ele tinha
uma aura positiva que podia vir dos olhos ou da
pele, mas, como podemos localizar uma aura?

Não seria este o amigo que eu procurava?
Fui tomada por um certo pressentimento.
Parei estarrecida. Respondi para mim mesma,
com tanta ênfase que ele chegou a me ouvir.
Poderia pensar que eu estava querendo seduzi-lo:

“As mulheres tão cheias de ardis e os homens
tão desconfiados.”    Agora podia vê-lo de perfil,
o queixo enérgico, a boca contraída e o olhar
concentrado num alvo lá adiante, atento como
um arqueiro pronto para desferir a seta.

Ele sabe o que quer (pensei) e eu? Perguntei
para mim mesma. Eu queria alguém para dividir
minha solidão – seria pedir muito? Na penumbra
que baixava, ele não parecia mais o anjo fulgurante
nem o arquiteto obstinado, tinha o perfil de um

homem comum com a sua perplexidade e – quem
sabe? – com a sua fraqueza. A solidão era um horror
mesmo para quem guardava a memória de uma infância
feliz. Apesar dos pesares, eu tive uma infância feliz.
Não nasci em berço de ouro (como se dizia antigamente),

Tive uma família normal, raros amigos, poucos amores,
todos sumiram. Sem saber bem como, a verdade é que
eu estava só e precisando apenas de alguém que me
ajudasse a continuar vivendo. E a morrer quando chegasse
a hora de morrer. Uma morte sem humilhação e sem dor.

Uma morte respeitosa – mas não era pedir muito?
Eu precisava urgentemente de um amigo – tem que
amar esse próximo como a si mesmo, se ainda é
possível o amor? Na vaga resposta a vaguidão do infinito...


Publicado no site: O Melhor da Web em 24/03/2011
Código do Texto: 74018
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