Espaço Literário

O Melhor da Web

 

Parceria de Sucesso entre o site Poesias www.omelhordaweb.com.br e o www.efuturo.com.br
Confira. Adicione seus textos nele. O eFUTURO já começou.

Indicamos:Efuturo.com.br - Efuturo é uma Rede Social de Conhecimento, Ensino, Aprendizado Colaborativo, Jogos Educativos e Espaço Literário.


Busca por Autores (ordem alfabética)
Busca Geral:
Nome/login (Autor)
Título
Texto
cleviton - Cleviton
Cleviton
Cadastrado desde: 20/02/2010

Texto mais recente:

Cleviton hippie de Cristo (oficial)





Necessita estar logado! Adicionar como fã (necessita estar logado)
 
Recado
Contato

Conheça a Página de Cleviton , agora só falta você!
http://www.poesias.omelhordaweb.com.br/pagina_autor.php?cdEscritor=3874

 
Textos & Poesias || Acrósticos
Imprimir - Impressora!
Imprimir
OLHA VOCÊS NÃO ME SENSUREM NÃO!...É QUE EU SOU BASTANTE VICIADO...E A MINHA É ESSA MESMO!
16/10/2011
Autor(a): Cleviton
VOTE!
TEXTO ELEITO
0
Após 100 votos, o Texto Eleito será exibido em uma página que irá reunir somente os mais votados.
Só é permitido um voto por Internauta por dia.
Achou o texto ótimo, VOTE! Participe!
ELEJA OS MELHORES TEXTOS DA WEB!
OLHA VOCÊS NÃO ME SENSUREM NÃO!...É QUE EU SOU BASTANTE VICIADO...E A MINHA É ESSA MESMO!

PÁG...37 À 63 DA LINDA ESTÓRIA DE BOB E TCHARLES

Bob e Tcharles, juntamente com os seus amigos, logo após a refeição, dá de cara com Sam escancarando um papelote de cocaína, batendo os carreirões com a gilete, num prato de vidro, sobre o esquente de um pequeno isqueiro. E Sam fala para Bob e          Tcharles surpresos.          Dando a sua voz ,advogando a sua própria causa, falado mesmo assim: - Olha vocês não me censurem não! É
que eu sou bastante viciado ,e a minha é essa mesmo! E não tem outra idéia, e nenhum tira de tempo, pra mudar a minha          opinião, pra mudar minha cabeça , pois eu sou um cara muito louco, sou muito doido das antigas , das pauleIras... eu sou das          doideiras, das antigas curtições, e já sou maluco beleza. Tendo a minha própria opinião, formada sobre mim.          E eu sou tipo o cara que disse que nasceu há dez mil anos atrás, e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais... mas o que eu sei é a respeito de mim! Eu também tou          ligado, que os palestinos estão por detrás dos bastidores nos conspirando, pois eu não sou menino, e nem tão pouco, eu nasci ontem, e eu perdi o meu medo da chuva, e não temo mais a morte, apesar que ainda quero viver, porquanto eu amo a vida, assim como um cara louco dos Engenheiros da Havaí que dizia: - era um garoto, que como eu! Amava os Beatles, e os Rolling Stones, mais meu amor forte é pela vida, eu ainda amo a vida e também amo a minha vida. Mas eu estou ai pro que der e vier, pra morrer e pra matar! olha eu sou da ideologia, que todo homem tem o direito, no seu próprio livre arbítrio, de seguir o seu próprio caminho, de pensar o que quiser          e de fazer o que quiser, desde quando, ele não venha ferir seu próprio semelhante, ou muito menos de matar na covardia, porquanto o meu dilema “é paz e amor” e “Sociedade Alternativa”, e viva “Sociedade Alternativa” e viva Woodstock, a velha Woodstock com seus movimentos Hippies e com as fumaças a rolarem, com os porradões de Jênis Joplin, Jimi Hendrix, Led Zeplin, Pink Floid, Bob Dylan, Bob Marley e outras pancadas da pesada. A minha filosofia é essa, e eu respeito a de vocês, porém não me censurem, e eu agora peço licença pra cheirar o meu barato, o meu pó!, o meu baratinho! A minha fissura tá demais, pois eu estou bastante instigado pra fazer minha cabeça, e ficar bem travadão, a brizolinha tá como quem diz,          me cheire logo, que eu vou te fazer feliz, e eu não vou contar dois tempos, eu vou é fungar pra dentro e possam crer meus irmãos, que eu vou ficar muito legal, eu agora vou me empapuçar nessa
branquinha, eu vou ficar na minha, já fui! Hunf...!, fhum, hunf! Fhum! Broruruuuuuuuuuu! - Sam cheira seis careirões zangados, e impõe a sua moral, na sua imoral, e todos os americanos, juntamente com Bob e Tcharles considera Sam pelo seu caráter, pela sua sinceridade, e acima de tudo a sua coragem e valentia de não temer aos palestinos apesar da grande covardia de se esconder atrás das drogas. Gleen: homem de Deus, em parte deu valor a Sam, fundamentalmente por ele não ter sido hipócrita , mas entre-tanto, ninguém concordou com a sua ideologia, por não testificar com os parâmetros de vida, pela óptica cristalina e resplandecente da verdadeira verdade, todavia, eles respeitaram o livre arbítrio de Sam, por ele ter sido em parte cabeça, e de assumir os seus atos, com as suas respectivas conseqüências ,e não é, nem por força e nem por violência, que se convence Sam, mas pela palavra da verdade, a bíblia sagrada, a verdadeira palavra, a palavra de Deus. Após Sam ter cheirado braight, a brisola ,o pó ,a cocaína e etc..., ele se pôs a olhar pro céu, sobre as grades da janela, e começou a viajar nas nuvens com seus olhos à passar flutuando,          em meio a sua loucura e lucidez misturada maluquez, ele se questiona sobre o caminho de Deus
e do diabo, o céu e o inferno, e o porque da existência de todas as drogas. E o porque ser pecado se drogar, desde quando foi Deus que fez a maconha, a cocaína e outras drogas.
Sam fica grilado, até meio paranóico com essas ideais, mas deixa quieto e fica na sua. Não sabia ele que Deus fez tanto o bem como o mau, tanto a vida quanto a morte , para o homem ser provado nas suas próprias escolhas, sendo que o que o homem semeia, ele colhe e colherá, e obtém o seu galardão, de acordo com o que ele planta. E disse Deus lá no Jardim do Éden para Adão e Eva: - olha de todo o fruto vocês podem comer livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mau,          vocês não podem comer porque certamente morrerás, isso Deus falou por ser o fruto da árvore proibida, e no entanto foi ele mesmo quem fez assim, como também a maconha, a cocaína e outras drogas, que também são os frutos proibidos, quando usados de formas ilícitas , fazendo parte da árvore proibida. Sendo provação para provar os homens na escolha do bem e do mal          e talvez outros mistérios. Sam senta num cantinho do chão, ao lado de Bob e Tcharles, e os seus outros companheiros, tira a sua pequena gaita do bolso, olha pro infinito entre as paredes, dentro de sua própria imaginação, introspectivo em si mesmo, num sentimento tão profundo e compenetrado bem lá no fundo do íntimo da sua alma, e rasga um instrumental do Led Zeplin, e “blood the Wind” de Bob Dylan chamando muito a atenção de Tcharles que também é vidrado em blues e rock´and roll. Em seguida Sam conta uma pequena estória que ocorreu com ele, na sua vida de loucuras. E ele começa mesmo assim: - Olha turma!?... certa vez eu tomei um chá de lírio, pra ver qual era mesmo. Pra sentir o porradão. E fiquei em casa aguardando bater a lombra, meio cabreiro com os possíveis revertérios. E algum tempo após, a minha pele ficou toda avermelhada! Como se eu tivesse tomado um bronze de praia, e os meus olhos ficaram com semblantes avivados e as pupilas dilatadas, como se eu tivesse arregalado os olhos. Parecendo olhos de gatos assustados. A minha boca ficou toda ressecada, e eu comecei a sentir uma grande tristeza, num profundo desânimo, com uma estranha melancolia, e sensação de nostalgia. Eu fiquei totalmente desmotivado pra tudo e pra todos, e implorando dentro de mim mesmo, pra que aquele efeito passasse logo. Pois era muito terrível, horrível e desagradável. Era como se eu fosse um verdadeiro vegetal ambulante, vegetando por ai, sem nenhuma força de expressão, e eu não queria que ninguém me visse daquele jeito, pra que ninguém se tocasse na minha, e ficassem conspirando. Eu fiz quase que o impossível pra driblar os meus pais, pra que eles não me observassem naquele estado, e percebessem que eu estava drogado, porque ia sujar forte, ia sujar legal, e a bronca ia ser a maior viola. E o meu mundo ia se desabar, e eu podia até ser expulso da minha casa, sem ter pra onde ir, e nem como me sustentar. Pois o emprego tava difícil, e além do mais, eu era muito problemático, mas eu tinha compromisso com os malucos do bate – fumo pra dar uma bolas lá no bate – estaca, pra fazer a cabeça e ficar despirocado, alombrado e travado. E eu não estava disposto e sem condições pra sair andando pelas ruas, porque eu estava muito drogado, todo estranho, esquisitíssimo, porém tinha dado a minha palavra, e a minha palavra era e ainda é palavra de rei, e eu tinha que cumprir,aconteça o que acontecesse, podia estar chovendo canivetes. E eu pus os pés nas estradas e comecei a caminhar, era uma caminhada de meia – hora aproximadamente, e eu não tinha coragem de olhar pra ninguém, com medo que eles se tocassem na minha, e proclamassem o disse-me-disse, as fofo-cas, os mexericos, pra me difamarem por ai, com as suas conspirações, e além do mais, os meus olhos, estavam de assombrar. Nessa trajetória me bateu um grande frio, tão excessivo e bastante descomunal, provocado pelos efeitos colaterais do chá malvado e monstro de lírio. E as minhas pernas encalhavam em aproximadamente à cada cinco ou dez passos que eu dava, e eu ficava preso em mim mesmo sem conseguir andar, tipo um manco por algum tempo, e quando eu ia andar, as minhas pernas estralavam, e davam tipo um certo nó com câimbras, que até parecia que eu ia cair. E a paranóia se acelerava na minha mente, à medida que eu andava, e que meu sangue circulava com mais intensidade, eu começava a ver coisas esquisitas, eram muitas coisas esquisitas, e toda hora eu ficava apavorado procurando algo no chão, que eu pensava que tinha caído da minha mão, e perdido lá no chão, e eu ficava tão ansioso por não achar, o que eu mesmo nem sabia o que tinha perdido, quando na verdade eu não tinha perdido nada. Era apenas fruto dos meus delírios alucinógenos, e no auge da minha ânsia, eu pedia para as pessoas que pessoas que passavam, para me ajudarem a encontrar o que eu pensava que tinha perdido. mas até o meu falar era de um louco abobalhado, e eu ficava desesperado, rejeitado e ignorado. E foi com muito so-frimento, e com muita paranóia, e com muito custo mesmo, que eu consegui chegar nas paradas do bate –fumo. Eu fiz das tripas coração, e a rapaziada perguntou qual era mesmo que eu estava todo terapêutico, triste melancólico, desmotivado, desanimado, como um viúvo em luto desconsolado. E eu todo cabisbaixo falei que tinha tomado o chá de papoula, pois era assim que eles chamavam o chá de lírio, ou chá de corneta.
E enquanto eles batiam papos, sorrindo uns pros outros, eu estava no meu baixo astral, eu estava tão down, num tédio tão down. Rolou a sessão maldita. Eram dois pauzinhos de cada, na paulistinha, de um caprichado baseado, uma tremenda estaca, considerado morrão. E estava numa de horror, e depois de umas bolas da coisa, eu fiquei tiriri, tiriri vapirôu, numa tremenda fossa, como protesta o blues de Ângela Rorô, lamentando uma forte dor. E quando eu me levantei dentre os degraus de uma escada acimentada, me bateu um grande revertério, e eu vi a escada deslizar em seus próprios degraus .sobre as minhas pernas em alta velocidade, e eu gritei apavorado, tentando me segurar no colega, dizendo bem assim: - que onda braba é essa meu irmão?, a escada está andando! Eu to caindo! Mais foi tudo paranóia da minha alucinação. Foi uma terrível paranóia! E a turma não se agüentou, e desabotinou com          gargalhadas me alugando com os seus escárnios Depois daquele baseado eu fiquei muito mais louco do que eu já estava antes, e apesar de toda a doideira, eu me lembrei de um compromisso, que eu tinha que pilotar pra uma pessoa com o seu fusquinha pelas estradas, numa viagem de mais de cem kilômetros por hora. E como eu era e ainda sou de palavra mesmo louco e alucinado, eu tinha de cumprir o meu compromisso, e a viagem era no dia seguinte, de manhã cedinho. Eu falei pros malucos dando um tock pra zarpar, e disse: - to chegando! Vou nessa! E eles me aconselharam pra eu não fazer a viagem compromissada, porque o chá de lírio que eu havia tomado, é onda braba, e a sua lombra é bem prolongada, e as suas alucinações paranóicas são tão imprevisíveis e muitas vezes fatal, com a própria morte na carona, dadas as mãos com o chacal, ou o terrível lobo mal. Eu peguei um ônibus de volta pro meu bairro, era aproximadamente umas oito pra nove horas da noite, pois eu estava indo pra minha casa, mas derrepente me bateu um medo muito forte, de eu encarar o povo lá da rua, e a minha família, com a minha cara de terror, e com as alucinações paranóicas, cheio de delírios infernais, iria ser um grande vexame, todo mundo iria se tocar na minha, e os meus pais, certamente iriam bradar. Eu transpassei pelo ponto da minha parada, rumo as estradas, sem destino certo, apenas num contratempo pra destilar aquele efeito cruel e maléfico de uma lombra maldita e infernal tão horrível e tão mal, como uma facada de um punhal, a sangrar os peitos, com seu golpe fatal. E dentro deste ônibus eu comecei a ver altas ondas, e fiquei tão apavorado. Por pouco em não briguei com o motorista, pois eu via quase que toda hora o ônibus virando nas curvas em alta velocidade, e eu olhava pro asfalto, e ficava meio tonto, e aterrorizado, o meu coração acelerava batendo muito forte latejando toda a minha cabeça e eu ficava irritado e impulsionado à discutir com agressividade ao motorista, por eu achar que era um lance totalmente proposital, mas eu parava um pouco em mim, e retomava o meu auto – controle, e quando eu dava por mim era só uma fantasia, da minha mente bloqueada com substâncias alucinógenas, com o ópio do lírio, acrescentado ao narcótico da maconha. E tudo aquilo não passava de viagem psicodélica. Depois de um grande percurso pelos itinerários dos muitos bairros          das cidades, fui parar numa orla marítima. Eu soltei do ônibus, pus os pés nas estradas e segui rumo aos meus passos, sem destino certo, tudo o que eu queria era destilar o efeito nocivo e satânico daquela droga que muito me atormentava. A minha tristesa era demais, um desanimo sem igual, numa melancolia sobrenatural. Eu sentia um frio tão imenso, que eu quase perdia as forças pra andar, era o frio que o chá de lírio dava, e a minha pele estava cada vez mais, mais avermelhada, e as minhas pupilas estavam tão dilatadas, que eu não conseguia ver nem as letras das maiores placas dos bares e restaurantes etc...e quanto mais eu implorava e rezava pra que a lombra passasse logo pra eu poder voltar pra casa, mais a lombra aumentava, e ali estava eu, caminhando solitário nas calçadas da orla, olhando muitas vezes para o mar, um mar chorando as suas fortes lágrimas de espumas, que bailavam sobre os sopros dos ventos. Os seus salitos, e os seus serenos e os seus orvalhos noturnos. Seguia o meu caminho, caminhando e encalhando com fortes câimbras me impregnando e trancando minhas pernas, com um forte medo de morrer e com uma grande timidez alastrada com a vergonha das pessoas que raramente passavam perante mim, e me observavam naquele triste sufoco, e naquele horror, pois eu estava numa de terror, e também estava com muito medo de tomar um tremendo fragrante dos canas, e de ser torturado à porradas, pois os homens não alisam. Não agravando a todos, mas agravando a muitos, que se comprazem na violência, com seus corações negros, cruéis e obstinados, num romance com o mal, num tremendo baixo astral, como os monstros infernais. E lá vai eu          alucinado, com a          garganta tão ressecada, a língua e a boca também seca em suas entranhas, deglutindo-me sem ter nada para mastigar, pois a sede me oprimia e me ofegava.
Eu fui a um bar e pedi uma Malzebier, pus no copo, e com muito esforço, eu tentava tomar apenas um simples gole da cerveja, e não tinha jeito, eu não conseguia, e eu mastigava, mastigava e mastigava, vinte minutos ou meia hora, e          a bichinha nem passava, a minha garganta regurgitava, ela rejeitava, e não passava nada de nada, e o garçom não entendia nada, e eu nem sei qual foi a dele, pois eu estava alombrado , com as pupilas dilatadas, e via as coisas com torpor. e de uma forma embaçada, como fumaças na minha estrada, mas eu ainda insistir no copo, e não houve nenhum acordo entre a minha garganta e a Malzebier, foi a maior guerra e eu me dei por vencido, como quem diz: quando um não quer?... dois não brigam! Eu paguei a pretinha e ofereci para o garçom, e sai baratinado, confuso e desnorteado, paranóico, obstinado, alombradão, totalmente drogado, pois o efeito ficava mais forte a medida que eu andava e que o meu sangue circulava, bombardeando as minhas artérias e pressionando a minha cabeça. A onda batia mais forte, e eu via vertigem de monstros, formigas e muitas outras coisas absurdas nas minhas alucinações, era uma onda estranha muito forte na minha mente.
Eu me pus a andar nos desertos da calçada, a beira da praia, e alguns ônibus passavam, e eu tentava ler a legenda itinerária, mas não dava, porque as minhas pupilas estavam dilatadas, e o frio tava demais, mais só era pelo efeito do chá de lírio. De longe eu avistei um ponto de ônibus, e havia uma mulher sozinha, parecendo uma solitária, naquela hora da noite. E lá vai eu andando, encalhando com as pernas dando nó e dando câimbras, e eu fiquei bastante preocupado com a reação que a mulher pudesse ter comigo, talvez ela se assustasse e ficasse com medo por eu estar daquele jeito ou pensasse que eu fosse um bandido, um marginal, um assaltante, tirando de tempo pra dar o bote da serpente, por quanto ela estava sozinha e o lugar estava deserto, e eu fiquei tão cabreiro com essas ondas que procurei me manter distante à espera de um ônibus, e eu peguei logo o primeiro que veio, e fui parar bem na central da Califórnia, num terminal rodoviário, e com muito custo às 01:30 da madrugada eu peguei um outro ônibus para o meu bairro. E chegando em casa, ninguém se tocou na minha, pois todos estavam dormindo, e eu tinha uma chave de casa.
Quando eu tentei dormir, foi uma terrível paranóia, eu via muitas formigas na minha cama e taquei as chineladas, eu via muitos monstros horripilantes, os morcegos a voarem e todos eles juntos a me atacarem com tão bruta selvageria, e eu pude ver a minha morte, naquela forte overdose, mas tudo não passava de paranóia, e eu não sei nem se eu conseguir dormir, e quando o dia amanheceu, eu estava arrasado, o meu corpo estava todo
descascado, eu estava despelando como quem foi ensolarado em um forte bronzeado, e depois descascado . Eu fiquei muito doente com uma obstrução estomacal, que eu não conseguia ingerir mais nada, e a minha fraqueza era tão grande, que eu só via a minha morte. Eu fiquei tão anêmico, e no meu desespero eu furtei a bolsa da minha mãe pra comprar umas ampolas de vitaminas à base de frutoses pra me alimentar e me desintoxicar. Eu mesmo me apliquei, eu joguei a seringa nos canos e mandei ver as agulhadas, me furando por mais de dez vezes, procurando acertar na veia em cheio, mas sempre eu errava, e as veias escapavam, vazando o sangue sobre o meu braço, até que consegui. Foi uma luta travada contra a morte, mas eu obtive a minha vitória, pois eu venci aquela guerra, e foi Deus que foi comigo, e hoje eu estou aqui nessa guerra contra os palestinos e ainda eu tenho a certeza, que Deus será comigo, pois eu creio em Deus, sei que ele existe e ele é real, porquanto até a própria natureza expressa a sua existência, em seus mares, em suas chuvas, e nos relâmpagos e nos trovões, nos maremotos, terremotos, larvas e vulcões, nas árvores, nos alimentos, em mim, em vocês, e todas as coisas que existem Com as suas plenitudes, foram criadas por um ser supremo, e este ser é o grande Deus. Eu só não tenho a certeza de qual é o verdadeiro caminho, ou a melhor, religião que estar certa, ou que estar com sua razão, e por isso eu fico na minha, até que Deus um dia me ilumine, e enquanto isso, a minha é: Sociedade Alternativa!
-Sam Expressa as suas experiências com o chá do Lírio, e expõe suas idéias, e todo mundo absorve, Bob e Tcharles ficam à questionar, e Gleen se comove e viaja muito profundo nas idéias de Sam, mas ele sabe da verdade, e que a verdade sempre foi a verdade, e a verdade é a verdade ,e a verdade sempre será a verdade, e a verdade é Jesus. “Conhecereis          a verdade e a verdade vos libertará” “Se pois o filho vos libertar!?... Verdadeiramente sereis livres! Mas, Gleen desta vez, prefere ficar calado por algum momento. Pois até o tolo quando se cala é tido como sábio. E do outro lado por detrás dos bastidores, os Palestinos ficam só conspirando. E enquanto isso a cidade de Tela – Vive pega fogo, num tremendo bombardeio. Bob vira o outro lado do disco, invertendo todo o assunto, e indaga mesmo assim: -Como é que iremos sair daqui? -Só por um simples desabafo emocional, pois ele
sabe que os palestinos estão na escuta, dando uma de Sherlock Homes, à investigar os mínimos detalhes. Glenn já sabe mais ou menos pela revelação Divina, que vai ser um grande livramento, tipo a abertura das águas do mar Vermelho, que se abriram em duas partes, formando duas gigantescas muralhas de águas para Moisés e o povo do Egito escaparem das garras ferinas de Faraó e dos seus brutos e carrascos adeptos. E foi mesmo quase no último instante, que Moisés e o seu povo já se viam as suas mortes, ai o mar vermelho se abriu, e eles escaparam são e ilesos e salvos, e com a grande vitória, e até Mirian Dançou, ao som do tamborim. Enquanto isso Tharles se lembra do sonho que teve com a linda gaivota, e se questiona com Gleen, achando mesmo que o sonho era um grande aviso de Deus, mas a sua fé ainda oscila e Gleen pergunta em espírito para Deus, e Deus confirma e testifica ao seu coração. Gleen agora dar a palavra de fé, na vista dos palestinos, porque ele bem sabe que operando Deus? Quem impedirá, e ele diz assim: – meus companheiros! esforcem-te e tenham bom ânimo que Jesus Cristo será convosco, ele será com todos nos, eis que a mão do senhor não está encolhida para que não possa salvar, e nem seus ouvidos agravados para que não possa ouvir, e Deus, ele é fiel, quando promete, ele cumpre!, ... porque ele não é o homem para que minta e nem o filho do homem para que se arrependa. A bíblia também diz: Jeremias!? Que viste Jeremias?... – uma amendoeira Senhor! – viste bem! Porque eu velo pela minha palavra a cumprir! E Deus já nos prometeu através do sonho de Tcharles e da revelação que já me destes, que vai nos tirar daqui, e se creres verás a glória do Senhor, porque sem fé é impossível agradar a Deus. E em breve estaremos cantando o hino da vitória ao lado da nossa família.          Os olhos brilharam sobre os rostos de Jonh – Lees, Sam, Ritchard, Macartney, Cidley, Klaissen, Bob e Tcharles, que ficaram muito emocionados e muito avivados, juntamente com Gleen. Mas do outro lado o coronel palestino Jonhson Nixter, juntamente com os seus soldados, já proclamavam a tortura, para Bob e Tcharles, e os seus companheiros.
A maldade já estava programada e convencionada estipulada e projetada. Jonhson Nixter é tipo um Hitler com a sua espécie de suástica macabra, maquiavélica e satânica, que dar glórias para o diabo, dizendo que é pra Deus, ou até mesmo tipo um cangaceiro, ou o próprio lampião, com Maria Bonita, curisco “Virgulino” do Sertão ,que matavam os “Cabras da Peste” como diziam eles, ou até mesmo os inocentes e depois rezavam          Ave – Maria, ou outra reza maldita, para a pobre alma dos coitados, com as suas cegas hipocrisias, tirando os argueiros dos olhos alheios, sem enxergarem as grandes traves estampadas em seus próprios olhos.          Jonhson Nixter arma a guarda, e eles se preparam, para a emboscada. A grande tortura já registrada, carimbada, rotulada, selada e avaliada, à investir nos americanos, programada para cambiar o segredo da nação, à realizar após o dia amanhecer com a aurora da manhã, dando o seu Bye – Bye para o crepúsculo da madruga tipo cinco horas da manhã. Os americanos nem sabiam de nada, mas eles já estavam preparados, no sentido de que na guerra é assim, sempre pinta os crocodilhos com as suas crocodilhagens, além do mais, eles já estavam calejados de sofrerem e de verem a morte cara a cara muitas          vezes, mas no entanto eles eram e ainda são humanos com as suas almas, seus cérebros, seus corações e seus espíritos, a sentir as dores como homens e sofrimento?..., é sofrimento! Tortura!... é tortura!, horror!... é horror! e terror!... é terror!
Mas Bob e Tcharles e seus parceiros, também americanos, ficam tão irradiados de esperanças e de fé, apesar de tudo, que é como se expressassem juntamente numa unanimidade em voz alta de coral , esta forte expressão: - Ahhh!! Quem me deras asas como de pombas! Voaríamos para bem longe no deserto, apressarnos-íamos a fugir da fúria dos ventos e das tempestades, e encontrariámos repousos para as nossas almas. Em seguida Sam rasga um leve solo de gaita, cantando “imagine” de jonh Lenon dos Beatles, com Paul Macartney, George Harison, Ringo Star na banda. Em seguida puxa um blues do barão vermelho, soprando pelo ar, e solfejando com amor, Sam tem o seu coração voltado para o Rock´and Roll, blues, jaaz, pop Countrain, etc... e o reggae radical como de Bob Marley, Jimy Ciff, Jacob Demiller, Alfa Blondy, Peter Tosch, etc. mas o seu forte mesmo é o Rock´and Roll e o seu gosto musical testifica com o Tcharles, que para de graça à viajar nas lágrimas que escorrem da pequena gaita, com os seus suspiros e desabafos expirando so-bre o ar, com as suas notas a gemerem, voando sobre o ar. E en-quanto isso          Sam toca a gaita, Tcharles assobia acompanhando, formando uma bela parceria, mixando as melodias. Mas logo Sam fica de “cara” e prepara mais outra dose pra fazer sua cabeça. Ele cheira mais uns carreirões de pó da sua branquinha companheira sem nenhuma sensura oposta. Pois todos respeitam o seu livre arbítrio, e além do mais na guerra , as drogas rolam          às soltas, e até parece natural, quem se aplica fica muito doido e quem não quer, fica de cara mas é ná dissimulada, porque a lei!... é a lei e as drogas?... são as drogas!, e drogas matam! Mas entre tanto, na guerra, nem quase sempre todos viguram a lei, como no caso de Sam, que eles deixam passar          abatido, a questão em desatino.          Sam logo fica travado e alombrado, mas ligado nos movimentos. Bob e Tcharles, com os outros seis americanos ao seu redor se preocupando. Mas ninguém é menino, cada qual no seu cada qual, um ao outro ajudando em união, sem contendas e sem dissensões, mas com amor, solidariedade e compaixão. Glenn levanta um clamor a Deus com todos os seus companheiros unanimente, e até mesmo Sam que mesmo muito doido, se pôe em reverência ao todo poderoso ser supremo e tremendo que criou os céus e a terra e toda a sua plenitude.          Sam mesmo drogado, ele tem o seu temor à Deus, afinal Deus é Deus, e sempre Deus, e além dele não há outro. E quem escapará de sua ira vindoura? Se não tiver aceitado a Jesus Cristo?... Eles juntos oram o pai nosso, e
em seguida glorifica ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, agrade-cendo pelo ar que respira e pelos seus fôlegos de vida, pelos ali-mentos do cotidiano do dia a dia, e pedindo a proteção, e as suas libertações, mas nem todos crêem de coração no trmendo poder de Deus, toda via, eles não tem pra onde correr . se correr o bicho pega, e se ficar de fora, o jacaré devora. Eles precisam crêr, porque sem fé é impossivel agradar a Deus. E eles lutam contra a maré da incredulidade, quebrando o jugo da serpente e desmascarando Satanás , o Diabo, porque às vezes. aquilo que o homen quer de Deus, ele tem uma luta travada contra o cão, sim, contra o Diabo, neste mundo invisivel, ao qual não podemos ver simplesmente com os nossos olhos carnais. Mas ele as vezes ataca o cérebro, a alma, o coração, o espírito e o corpo com          fortes opressões, e com pressões pscológicas e espirituais, e tambem com torturas de síndromes imaginárias, diversas enfermidades, com seus laços fatais, totalmete mortais, pra desviar o homem do caminho da verdade e das bençãos celestiais, mas a bíblia diz: “- filhinhos! Eu vos escolhi porque sois fortes, e já vencestes o maligno”. Gleen exclama em forte e viva voz, estimulando-os, e incentivando-os,
com fé esperança e ânimo, contra-atacando as óstias infernais,          quebrando os dardos das incredulidades, dizendo bem assim para todos os seus companheiros:
- Esforcemo-nos e tenhamos bom ânimos, que Jesus Cristo será conosco, e a vitória é nossa, e se crermos?... veremos a glória do Senhor! E amanhã será um lindo dia, da mais louca alegria que se possa imaginar, porque o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pelo amanhã, e porque onde Deus habita, ai há liberdade de espírito, até a tristesa ela pula de alegria e Deus estar presente neste lugar, porque a bíblia diz: aonde estiver dois ou três reunidos em meu nome, ai eu estarei presente, e a minha paz eu vos dou, não vo-la dou como o mundo dar.Crede em mim! Porque aquele que crer em mim ainda que esteja morto          viverar! Isto quem fala é Jesus, e ele é fiel pra cumprir o que fala, porque ele vela pela sua palavra á cumprir e ele não é o          homem para que minta, nem o filho do homem para que se arrependa ele é fiel. A bíblia também diz: Jeremias!          Que viste Jeremias? – uma amendoeira Senhor! viste bem que eu velo pela minha palavra à cumprir. Depois dessas poderosas palavras que Gleen profetizou no nome de Jesus, todos unanimentes ficaram alicerçados e firmados no firme fundamento da fé. Pois a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem. E sem fé é impossivel agradar a Deus, porque é necessário, que todo aquele que se aproxima de dele creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. E o justo viverá da fé, e se ele recuar, Deus não terá prazer nele. Aproximadamente, as nove horas da noite, eles se congratularam com uma boa noite, e apagaram a luz para dormir.          Sam disse bem assim: - maninhos! Good night, I love music, I love blues, I love rock´and roll, raeg, jazz, pop countrin… I like very of music, the are beautiful e todos sorriram pra Sam, e Sam ainda disse: - Olhem para o teto e vejam o infinito, e sintam a voz da minha gaita dando uma bela, uma linda e magnífica boa noite, neutralizando a voz dos bombardeios, e os estouros de Tela-Vive. É a voz da minha gaita, a minha gaita também fala, pergunte para ela o que... é que ela fala, perguntem! Ela é muito educada, sensível e carinhosa, ela geme se lamenta e até chora, e de vez e enquando, ela fica alegre sorrindo para o ar.          Em clave de sol e em clave de fá, em “ré menor” ou “dó maior”, vamos! Perguntem para minha gaitinha o que é que ela fala!? Pois ela aguarda em silencio e bem educada.
-          Sam aguarda na sua viagem alugando os seus companheiros, que se empatizam e simpatizam com o senso de humor elevando de Sam, e perguntam só pra variar; - o que é que sua gaita fala oh Sam?...
- Ela fala amor! (risadas) Eu agora toco Blowin in the Wind de Bob Dylan, dando uma boa noite pra dormir. – e em seguida todos dormem: e depois das orações de Gleen, até as dores bateram asas pro além. Enquanto eles dormem, lá na América, do outro lado, em outros trópicos, bem afastado da guerra de Tela – Vive, a mãe de Sam está em companha de Jejuns e orações, juntamente com toda a igreja da sua congregação, e já completando os sete dias a favor de Sam e de todos os seus companheiros exilados em sua ala juntamente com Bob e Tcharles. O que Deus revelou à toda igreja. grande livramento que ele dará a Sam, com todos
companheiros, juntamente com Bob e Tcharles. Foi uma profecia lá no culto, e Deus ele é fiel, quando promete ele cumpre. Ele mandou a igreja toda orar e jejuar por eles, porque é grande a operação que Deus fará, e quando ele quer operar com grande poder, sinais e prodígios na vida de alguém?... Alguém tem que pagar o preço, ou a própria pessoa, e é um preço de humilhação, e a oração e o jejum, também é um gesto de humilhação diante de Deus. E os humilhados serão exaltados! – E se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e me buscar de todo o coração e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. – isto quem fala é o Senhor. E Deus prometeu e vai operar, e operando Deus quem impedirá?... Ninguém!
Duas horas da madrugada, aproximadamente, Gleen tem um forte sonho, ele se vê juntamente com seus companheiros numa embarcação sobre um mar revolto, e um vento forte de tempestade, sacudindo o barco pra lá e pra cá, e eles ficam se batendo, um nos outros sem parar em grande desespero em pânicos, implorando um socorro, e o barco sacode como que vai virar,e depois afun-dar, e a aflição é demais e eles gritam e choram, porquanto as ondas estão fortes, e os trovões estrondam e claream os relâmpagos, e rasga um raio de lá do céu e começa a chover, cai um tremendo toró, e eles já sentem as suas mortes, mas derrepente como um vento que sopra forte, soprando todos os vendavais das aflições mortais, e logo tudo se acalma, e volta tudo ao normal, e brilha um sol tão maravilhoso e tão bonito sobre o mar azul, tão lindo! E Gleen com todos os seus companheiros nave gam livremente cantando, sorrindo e felizes.

A LINDA ESTÓRIA DE BOB E TCHARLES É PURA ADRENALINA!...COM UM FINAL MUITO FELIZ!

Site para o download do livro:
                                             http://www.recantodasletras.com.br/e-livros/1820037

Publicado no site: O Melhor da Web em 16/10/2011
Código do Texto: 84296
AQUI VOCÊ INTERAGE DIRETAMENTE COM O(a) AUTOR(a) DA OBRA! DEIXE UM COMENTÁRIO REFERENTE AO TEXTO! É FÁCIL, É LEGAL, VALE A PENA!
Caderno Comente esse Texto - Seja o primeiro a comentar!
Obras do(a) Autor(a):