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- Mamãe!, cadê papai? Mamãe!, papai ta na guerra? Ele ainda vai voltar? Que dia ele volta? Mamãe, os inimigos vão matar ele mamãe?... 04/11/2011 |
| Autor(a):
Cleviton |
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- Mamãe!, cadê papai? Mamãe!, papai ta na guerra? Ele ainda vai voltar? Que dia ele volta? Mamãe, os inimigos vão matar ele mamãe?...
Enquanto Tela-Vive pega fogo, com fumaças em clarões, num conflito em Palestina, à defesa da nação. Dois soldados se ajudam, como se fossem dois irmãos: Bob e Tcharles, com os seus cérebros, suas 6
almas, e seus corações juntamente com os seus espíritos, enfrentando mil perigos. Ao redor: seus capacetes, seus blusões. E por dentro as emoções. Bob e Tcharles, correm juntos com as suas granadas, suas mochilas e seus fuzis, ziguezagueando, pulando os obstáculos, com os seus cansados sustentáculos. Logo vem uma forte rajada, metralhadas em muitas balas, acionadas em gatilhos, disparando muitos tiros, articuladas pelos combatentes inimigos. Bob se assusta, se apavora e dar um grito, exclamando seu aviso para Tcharles, que passa perto do perigo, e quase se atinge pelos tiros. E assim grita Bob para Tcharles, numa voz alta e bem forte, clamando e implorando com muito medo da morte: –Tcharles! ..., cuidado meu amigo...olha o inimigo!..., lá vem tiros!... pula fora meu irmão, o negócio tá preto, tá fedendo a carbureto. – Mas não ver Bob, à sua retaguarda um tremendo esquadrão de aviões. Os caças aéreos guerrilheiros de bombeiros e explosões, com soldados tripulantes, saltando todos de paraquedas, em 7
guerrilheiras disposições, pra matar ou pra morrer, a defenderem a sua pátria, a sua nação. Enquanto isso, escapa Tcharles do perigo, avistando outro risco, gritando para Bob, dando seu aviso: - Bob! ..., olha o inimigo!..., dispare tiros meu irmão! Meu companheiro, meu amigo, olha o inimigo!.. Jorra Bob, em rajadas, por de traz de muitas matas, errando o alvo, perdendo muitas balas. Mas os inimigos, os soldados paraquedistas, se levantam e revidam, enquanto os caças..., os helicópteros caça-aéreos, dão suas coordenadas, com fortes fogos em rajadas, bombardeando em cruzadas, investindo contra Bob, e investindo contra Tcharles, que se vêem agora encurralados, atordoados, massacrados, e desnorteados, como os gordos touros, aos terríveis matadouros, imprensados em muitos choks, indo de encontro forçado e obrigatório para a morte, diretamente para a morte! Chora!... chora!..., chora!..., chora!... chora Bob, e chora Tcharles, lamentando suas sortes, ou pior, suas maus sortes. Vendo agora a cara, das suas próprias mortes. 8
Detonaram os seus paiós, bombardearam todo os seus fortes. Corre Bob, e corre Tcharles, em desesperos e desatinos, gritando e chorando, totalmente indefesos, enfrentando mil perigos à espreita dos inimigos. O que era escuro, agora fica preto, fedendo a carbureto, em meio a tanto fogo, muitas fumaças e bombardeios, só restando agora para Bob e para Tcharles, o terrível inferno negro. Mas os soldados tripulantes guerrilheiros e adversários, preferiram Bob e Tcharles vivos, pra massacrarem suas carnes e perturbarem seus sentidos, pra cambiar uma conspiração, e furtar o segredo da nação. Indo agora de encontro para o campo de concentração, onde as torturas infernais, apavoram todas as mentes, assaltando toda a paz. Pois as dores são demais, e a morte é a certeza lá no campo, para todos os soldados capturados, pelo terríveis Hitler’s, pelos terríveis chacais, como matadores canibais, como animais irracionais. São horríveis maldades diabólicas, por de traz de satanás, e seus anjos infernais, seus anjos sagazes.Entre mafiosos, odiosos, homens corruptos, brutos e estúpidos, com as suas fúrias, como se fossem muitos cães, nas suas próprias maldições, ditando 9
as ordens de carrascos, de tiranos, num império de poderosos chefões, que já mataram à milhões. Agora se lembra Bob da sua amada esposa, e de seus lindos filhinhos, começando a chorar. A saudade bate forte, pois o seu amor, ainda é forte, muito mais do que a morte. Tcharles não entende, o que é que se passa com Bob, e indaga para ele: – O que é que há contigo, oh! Meu amigo?... – Bob, só chora!... Sem nenhuma força pra se expressar, pois é a grande dor que dói no peito. Dói tão forte, como a angustia da morte! Amor e saudade, é o grande amor que fala, agora à falar mais forte, num sentimento tão profundo, de sacudir até o mundo, pela sua querida esposa, e seus belos filhinhos, os seus fofinhos, os seus xodós, que lá ficaram sois, com os seus apertos, e seus nós, do outro lado do planeta, onde brilham o mesmo sol, e brilham as mesmas estrelas, entre o dia e a noite, com a lua, ao redor de muitos astros e cometas. 10
Bob fala à Tcharles. Ele muito se emociona, se compadece, e também começa a sofrer, compassivamente com a dor, de Bob, seu amigo intimo, seu grande e velho amigo. Nessa angustia, agora nasce um forte irmão. Bob e Tcharles ficam mais unidos. Num amor assim tão lindo, o amor ágape de Cristo. O mais bonito amor, o amor mais bonito. Tcharles fica tão comovido, e emocionalmente envolvido, bastante envolvido, que até esquece por um instante do perigo, e exclama se expressando com profunda emoção, se abrindo com Bob escancarando o seu grande segredo, abrindo todo o seu coração, e dizendo mesmo assim: – Olha oh. Bob! Eu também tenho uma grande paixão, que corrói o meu coração, me sacudindo uma solidão, ela se chama Daiana, a minha amada. My love!, a minha paixão!... ao qual eu muito amo,e ela também me ama muito. E ficou lá na América Latina, nos Estados Unidos da América, lá na Califórnia, me esperando e chorando muito, como se fosse uma viúva em luto: mas a vida tem os seus imprevistos, com outros lados escondidos. E agora vem a morte, por quanto já estamos perdidos. Bob e Tcharles se lembram 11
agora dos perigos, e lá vem os inimigos. Lá vem os Palestinos. E o negócio vai ferver, e a dor vai ser tão forte pra valer. Chegando os Palestinos, desarmaram Bob e Tcharles, esticando os seus cabelos, dando chutes e bicudas, cuspindo em seus rostos, e linxando as suas cabeças, xingando e humilhando, conduzindo ao helicóptero, equipado com os seus radares, com ogivas e mísseis nucleares, computadores, e um telescópio espião, para um breve vôo ao campo ao campo de concentração, onde rolam as torturas, e também as maiores conspirações. Pra cambiar e furtar o segredo da nação, de todos combatentes de oposição. Bob e Tcharles chega ao exílio, e logo vê muitos outros soldados capturados, torturados, massacrados, oprimidos e sofridos. Com os seus corpos cheios de hematomas, sangues e feridas, e os seus olhos cabisbaixos, de amarguras, traumas, e conflitos emocionais. Pois, o sofrimento é demais. Numa aldeia, cheia de alas de presídios, em meio as matas, com um sol à brilhar, lá de cima sobre os rostos torturados que já perderam os seus próprios brilhos, a paz, e até os seus poucos sorrisos. Até todos os pássaros que lá cantam, assobiando com os seus maravilhosos cânticos, alegrando a natureza com todos os seus mistérios, e toda a sua infinita beleza, 12
aos seus ouvidos, passam todos os assobios, tão despercebidos, como eles estivessem surdos e insensíveis aos cânticos tão lindos. Que nem ao menos ouve se quer algum Silvio, ou algum viu de um passarinho.Porquê as suas dores, são tão horríveis e terríveis, como a leve sombra do inferno, à projetar aqui na terra discretamente com sua bárbara educação, de cão ou de leão à bravejar nos seus corpos, nas suas almas, nos seus espíritos e nos seus corações. Os pássaros para eles, é como se nem mesmo existissem! É chegada à noite. Bob e Tcharles estão muito cansados, cheio de dores e atormentados, bastante atordoados, de muitos socos e porradas, cacetadas e pancadas e com as suas feridas machucadas, depois de muitas estradas feridas essas provocadas também pelos estilhaços dos explosivos e das balas. Eles são conduzidos à uma ala, como uma verdadeira jaula, de macacos chimpanzés, toda suja e imundas, cheia de moscas e baratas e alguns ratos, pra quebrar o tédio, e a monotonia, ilustrando sua nova morada. Sua atual e negra estadia, triste, maquiavélica e 13
opaca, em performance satânica e macabra onde berram os bodes, e onde berram as cabras, onde mugem as vacas, torturando os coitados dia, noite e madrugada, como a famosa sala, do terrível pau-de-arara, com torturas e com porradas, e com muitos choks elétricos, à mil descargas de fortes horríveis cargas eletro- magnéticas, onde o filho chora, grita e implora, e a mamãe não vê, nem ouve pra socorrer. Os soldados palestinos, chutam Bob e Tcharles, empurrando ao chão, e em seguida tranca a ala, encarcerando-os como cães, nas suas tristes solidões. Bob e Tcharles ficam sóis, gemendo as suas dores. E logo vem a madrugada. E a agonia é tão grande, e o desconforto nem se fala!... perturbando-os a insônia lá no chão tão frio, sem nenhuma cama, nem ao menos de campanha, ou um pedaço de papelão ou no mínimo alguns jornais pra consolar uma pontinha de sombra de paz. pois o frio lá ta demais: Não dar para amenizar nem um pouquinho o sufoco deles, que ficam como loucos e como cachorros mordendo ossos. O negócio fica russo, como a ânsia de 14
um urso, um urso faminto, e um urso bruto. Bob não resiste e desmaia de muita dor. Tcharles sente o drama e se vê meio perplexo, e impotente para ajuda-lo, e na busca de um consolo, ele canta uma canção, que aprendeu lá na América, lamentando as suas dores, ele canta um forte blue’s, que ele aprendeu lá na América, na influência de Sara Vaugham, B.B. King, Luiz Amstrong, Ray Tcharles, Stivie Wonder, Duke Ellinghinton, Blues Etílicos, Celson Blue’s Boy, Rolling Stones, Eric Clapton, Jimi Hendrix, Deep Purple, ZZ-Top, Janis Joplin. Eles aprenderam com as suas turmas das antigas de Blue’s, Jazz, Contrin, pop ...de reggae e de rock. Tcharles canta com muita dor, sofrendo o seu horror. Mas a música, é algo muito forte que visita até na dor, visita até na morte. Ele olha para Bob desmaiado ao seu lado, e chora!, sem forças pra ajuda-lo, adormecendo com a dor, depois de tanto gemer. O cansaço falou forte, lhe furtando de repente. Amanhece o dia, como um simples piscar de olhos, Bob acorda primeiro, e não consegue levantar, pois seus ossos, e seus 15
músculos doem demais, e todo o seu corpo estar quebrado, impregnado e machucado. Ele geme forte: - ôi!, ôi!, ôi!, - seu gemido acorda Tcharles, que se comove como um pai, socorrendo o coitado, dando massagens em seus pulsos, em seus peitos e em seus braços. Ele diz para Bob:- Olha, oh Bob... esta noite eu tive um sonho, e sonhei um céu azul, voando uma linda gaivota, e as suas asas eram tão leves, e flutuavam sobre o vento, e lá embaixo estava um mar, um mar bonito e imenso, como um grande oceano, bem tranqüilo, sereno, e todo calmo embalando como a brisa matinal , ou um leve vento sereno. Essa linda gaivota, descia, mergulhava e pegava um peixe, e saia alegre em liberdade, voando sobre o mar, por ter saciado a sua fome. E eu hoje acordei com uma forte esperança, e na certeza de uma fé, que nós também podemos voar como aquela bonita gaivota, sobre o infinito e bonito vasto mar, ainda que o mar esteja revolto, pois o vento é que sopra a pequena gaivota, levemente a voar. Nós também podemos voar!... e podemos ser como duas lindas gaivotas a voar levemente... levemente a voar!, flutuando pelo ar, sobre este negro mar, de angustia e de aflição, e de muitas tribulações, e 16
sobre todos os Palestinos, e sobre toda a sua nação. Pois o vento é que determina a direção, e é só bater as asas, e deixar o vento levar, fluindo pelo ar. Olha!, meu amigo Bob, a esperança não morre, uma certa vez eu ouvir uma cantora evangélica cantando um lindo hino que falava assim: O Espírito de Deus estar aqui / Operando em nossos corações / trazendo alegria e poder / ministrando sua graça e amor / os feridos de alma são curados / os cativos e oprimidos livres são... Bob, ouvindo isso, chorou! E algo em seu ser mudou, e uma luz, te iluminou. Ele reanimou, e reavivou. Estas palavras rasgaram forte os seus peitos, com uma força positiva, era uma grande verdade que fluiu vida, com o poder que tem a palavra, no louvor de Deus. Bob, logo levantou, olhou entre as grades da janela, e se pôs a olhar pro céu, sedento como um viajante perdido e ressecado no deserto do Saara, e que de repente avista um belo oásis, com as suas águas cristalinas, anunciando uma forte vida para quem estar já quase morto, sedento como um louco, num deserto tão seco e tão oco. 17
Pois Bob, olha agora para o céu, com bastante sede, e essa sede!?... É de Deus!!!...E bem lá no intimo do seu ser, no mais profundo do seu coração, ele interroga consigo mesmo indagando a sua questão:- Aonde estar Deus? Pra poder me libertar!, Ele olha à natureza, e confirma, que na verdade, existe um Deus tão poderoso. Mas ele ainda interroga consigo mesmo, com uma sede muito grande de poder encontrar com Deus, e pergunta, em meio ao auge do seu sofrer: - aonde estar Deus?... pra poder me socorrer! – Uma ânsia te incomoda, te abala e te perturba, mas uma fé agora ferve, te sacudindo e te compungindo, raiando e brilhando uma forte esperança. Ele clama à Deus, dizendo mesmo assim: - Deus!..., aonde quer que o Senhor esteja, nos socorre, oh! Senhor!..., nos socorre por favor!...E começa a chorar!... Tcharles não agüenta, e também chora sem parar. E agora chora!..., chora Bob e chora Tcharles, sentindo as suas misérias, lamentando as suas culpas, e as suas falhas justiças, que não passam de simples trapos de imudícias, lastimando as suas dores, 18
com as suas caras de horrores e com as suas caras de terrores. Clamando para Deus, um socorro lá do céu. Eles choram sem parar, desabafando um forte peso, de uma grande cruz, aliviando as suas dores. Mas Deus agora nada fala, pois não sabia Tcharles, que o sonho que ele teve, com a linda gaivota à voar, já era Deus a te falar, revelando a futura e grande liberdade deles ,nesse sonho misterioso, com a linda gaivota, pois era uma grande profecia e Deus Ele é Fiel, quando promete, ele cumpre. Ele não é o homem para que minta, e nem o filho do homem para que se arrependa. E ele é mistério e o sonho era profético. Mas Bob e Tcharles não entenderam, e ficaram despercebidos, porém, iluminados, com a fé e com a esperança, de poder serem livres algum dia. De repente eles escutam um terrível e forte bombardeio, como um ribombo de um trovão,, à fluir com os seus pipocos, que sacodem todo o piso, o teto as paredes, e até as grades da ala. Eles ficam aterrorizados e caem no chão apavorados. A fumaceira é tão grande, que até invade a ala, flutuando aos seus arredores. O impacto foi tão grande, que eles ficaram atordoados, e com fortes 19
zumbidos nos ouvidos, sacudindo os seus tímpanos. Os seus corações batiam tão fortes, impelido pelo susto, e o grande pavor de morrer. É como fala a voz da morte. Logo passa a polêmica dessa catástrofe, e eles voltam aos seus semi-equilibrios. Mas bastante atônitos e muito curiosos, pra saber o que foi que aconteceu. Foi um caça aéreo não identificado, que detonou toda uma ala, bem próximo a de ambos, com as ogivas monstruosas e desastrosas, estourando muitos corpos, que explodiram em si mesmos, com a força atômica da malígna e satânica bomba. Eles morreram com as suas víceras para fora, entre os seus estômagos estourados e brocados, que jorraram muito sangue. Foram muitas cabeças mutiladas, muitos olhos pocados, muitos dentes quebrados, muitas línguas rasgadas, entre uns cinqüentas judeus, pois eles eram judeus, já com suas sinas macabras, por ocasião deste fúnebre fato, pois foi a morte de intrusa nas suas estradas, carimbando e registrando os seus ingressos para a infernal e eternal morada, as suas novas moradas, 20
num lugar aonde a noite sempre é eterna, e o dia nunca amanhece. E os tormentos são demais. Sem retorno e eterno...nunca tem fim! A Bíblia também diz: ”quando morre segue-se o juízo!” Bob e Tcharles agora tremem na base, se espantam e se apavoram,e se atormentam, como se fosse eles próprios naquelas mortes. As dores agora são tão mais fortes, depois de tantas mortes! E como quem sente ou pressente, ou até mesmo ouve em viva e forte voz, em voz audível e em voz uníssona, um coral de muitas vozes, por de traz de satanás. E na verdade é a voz do cão, dizendo bem assim: - Olhem!..., eu sou a morte! E também vou te pegar, eu já estou nas suas estradas, de surpresa, e de cilada, de armadilha e de emboscada. - Bob e Tcharles ficam tensos, e não tem nenhum tranqüilizante, pra sanarem os seus tormentos, e trazer só um pouquinho de paz, porquanto os pavores estão demais. E eles ficam em silêncio, introspectivos, pensativos e bastante preocupados, como mudos sem se falarem, mas, só por um pouquinho de tempo, olhando para as paredes sem conseguir vê-las. E enquanto Tcharles fica indignado, 21
Bob agora só ver os dois lados que em breve estarão por vir: o céu ou o inferno!?... Ele olha para a cadeia elétrica, instalada na parede, com as suas fontes de correntes eletro-magnéticas. E com as suas fortes cargas energéticas, de fazer um grande rebuliço no corpo de um homem. Ele começa a tremer e gemer. Ele olha para Bob, e vice-versa, como quem diz mesmo assim: - E agora!?, o que será!?... Ninguém fala nada, porquanto ficam sem palavras, para expressarem os sentimentos das suas almas em tormentos. Logo chega os palestinos, soberbos, enfezados e agressivos, abrindo as suas ala, com cinco homens encapuzados, com as suas granadas, metralhadoras e outras armas, como o terrível gás paralisante, e o horrível gás lacrimogêneo, etc. Eles chegam conduzindo sete prisioneiros americanos, eles deixam esses homens juntamente com Bob e Tcharles, para as suas facções clandestinas, à cambiar o segredo da nação americana, com as suas conspirações, por de traz das suas ocultas câmeras computadorizadas, bem discretas, dissimuladas e 22
disfarçadas, super-organizada muito além de “Miami-vice”, da S.W.A.T, INTERPOL, F.B.I, “007”... nem se compara a sofisticada tecnologia, super avançada, dos efeitos especiais de jornada nas estrelas, com os seus raios ultra-lâzeres, ou os efeitos dos filmes de super-man, ultra-seven, ou ultra-man, robô gigante, ou laio-man, Jaspion, changeman. Bem oculta e camuflada, onde as suas vitimas e vitimados, não conseguem ver nada de nada, além de ratos, moscas e baratas. Mas Bob e Tcharles não são bobos, eles são soldados preparados, e bastante desconfiados. Eles sabem que por de traz de muitos silêncios, existem os crimes camuflados, e além disso, eles também sabem que boca fechada não entra mosca e eles sabem o velho dilema, pois que eles eram das antigas: o dilema é: “boca de siri” Transmitindo só nos seus gestos e nos seus olhares maliciosos de bandidos, tipo Arnaldo “Swartezznegar”, Silvestre Stallone e Charles Bronson. Eles anunciam os perigos, como num só piscar de olhos, e já se diz tudo ou quase tudo, e já surgindo um grande aviso, da conspiração dos Palestinos. Enquanto isso do outro lado, na cidade de Tela-Vive, a guerra assola os ares, explodindo em 23
muitas terras. É um conflito muito grande, entre enormes e fortes bombardeios, com muitos ataques aéreos, e muitos ataques terrestres, e o fogo é cruzado em milhões de balas defragadas com tiros de canhões, fuzis, escopetas, metralhadoras, AR 15 s, pistolas 7.65’s, ogivas e granadas, mísseis, carros tanques, morteiros, campos minados helicópteros guerrilheiros e caças-aéreos, com os fortes bombardeios. A natureza vira uma arte, com as suas tonalidades diversificadas em muitas cores, como o grande arco-íris e fica tudo colorido, com os seus fogos e os seus clarões, em meio a bombardeios e explosivos, e suas fumaças e suas nuvens, em suas próprias divisões, em movimentos de corre-corre, super ajatos e bem velozes, superando as turbinas dos foguetes. E um mar de sangue pinta a terra, numa profunda intensidade, como Leonardo da Vinci pintou a Monalisa, e também como Picasso Guarniere, Miguel Anjelo e Vangogh, pintaram as suas obras primas, mas a pintura é com tinta humana, com os seus pigmentos vermelhos tintos, ou o mais forte vermelhão, são muitos sangues se lastrando pelo chão, numa pintura demoníaca, macabra, diabólica, e do cão, com a 24
morte pigmentando várias formas ao qual o artista nem imagina com os seus pincéis e as suas velhas aquarelas, sobre as suas pinturas famosas caprichadas e bem criadas em suas telas, a dor de uma arte assim tão louca e desumana, e tão macabra, malígna, satânica, diabólica, e maquiavélica, que já ilustrou muitos homens para as trevas a qual a mais forte inspiração do maior artista do planeta, não tem nenhuma expressão, pra expressar os mais tristes movimentos, e as mais fúnebres cores, de quem parte a chorar, para o horrível e terrível inferno negro sem luar, onde os bichos atormentam, e as mentes se apavoram, e o fogo nunca para de queimar. É só prantos, choros, ranger de dentes, conflitos, fortes angústias e convulsões. E as vozes nunca param de clamar e de gritar! E haja gritos sem parar! Por que as dores são de berrar, lá é um lugar onde a noite sempre é escura, e o dia nunca amanhece. E lá do outro lado da América rasga forte um peito de tristezas e de saudades, de paixão e de amor, com tormentos e pavores. chora! Bete, muito aflita e ansiosa pelo seu amado Bob. Ela ouve as noticias lá no rádio, e na “TV”, e nas manchetes de jornais. o seu coração aperta, bate forte e dar um nó, de muita aflição, e ela fica 25
sem saber se ele vai voltar, ou se ele ainda estar vivo. Mas a esperança é muito forte, de quem ama de verdade, pois ela ama muito à Bob, e se ele morrer, ela também pode morrer de paixão e solidão. Ela clama por Jesus, juntamente com os seus filhos, Peter, Paty e Milla, que sempre perguntam com bastante saudade, pelo seu querido papai. As crianças ainda se lembram de cada momento em que Bob brincava de picula, virar cambalhotas no chão, e até mesmo de cosquinhas. Eram muitas gargalhadas entre Bob , Bete e os seus filhinhos. Pois Bob era muito brincalhão, e um pai muito amoroso. e o amor deixa marcas registradas, carimbadas, rotuladas, autenticadas, seladas e avaliadas, no mais profundo do íntimo do coração. Peter, Paty e Milla, sempre perguntavam bem assim para sua mãe: - Mamãe!, cadê papai? Mamãe!, papai ta na guerra? Ele ainda vai voltar? Que dia ele volta? Mamãe, os inimigos vão matar ele mamãe?... - Bete chora bastante comovida, e fala com a sua voz fraca e sofrida, trepida, e com soluços ofegantes, quase que sem conseguir respirar, meio assim com dúvidas e com esperanças, dizendo mesmo assim: - Papai vai voltar crianças, papai vai voltar crianças!... 26
- Bete exclama assim, e começa a chorar, sem mais força pra falar. E as crianças se entristecem, e os seus corações se amortecem. Milla, a caçula, com apenas a idade de quatro anos, também chora por Bob, sempre dizendo e dizendo: - Mamãe! Eu quero papai! - Bete corre para a bíblia, com profunda sede de um socorro de Deus e antes de ler a sagrada palavra, ela faz uma oração, pedindo a sua paz e a de seus filhos, e também pedindo a salvação, e pedindo pela vida de seu amado Bob. A sua rotina sempre ou quase sempre, agora é essa. Do outro lado lá na casa da paixão de Tcharles, Daiana vasculha os jornais procurando se interar nas notícias, bastante aflita e muita ansiosa. Ela lê sobre cidade de Tela – vive, e em seguida liga pro quartel americano, à colher mais dados sobre os soldados americanos e fundamentalmente sobre Tcharles. A sua vida é um corre – corre, como uma brava guerreira, ajudando e confortando as famílias dos soldados americanos, que se encontram em tela – Vive lá na palestina, lutando pela morte ou pela vida. Daiana é uma psicóloga, pedagoga e assistente social, e tem um grande amor 27
pelos humanos, e é bastante solidária, mas a saudade à deprime, com ânsias e angústias, enfraquecendo o seu espírito, desanimando e abatecndo a sua alma. Mas ela luta contra as ondas veementes, das fortes correntezas do mar bravo e revolto, das suas lutas interiores, cercadas de marasmos, com seus ventos de aflições. Ela questiona uma matéria sobre Freud, Sigsmund Freud. Dizem que Freud explica, mais Daiana se complica, ela se complica quase toda porque ,Freud às vezes complica, e muitas vezes baratina e nada explica com suas psicanálises, super – conceituadas, que o conceitua como o pai da psicanálise. A psicanálise porém também tem as suas falhas, como as babas do quiabo, que escorregam em suas próprias babas. Daiana pensa em Tcharles e pega um álbum fotográfico, com as suas fotos. E vê uma das fotos ao qual tem Tcharles abraçado com ela, nos velhos tempos de namoros, e começa a viajar, em deleites de amores mas a tristeza à assalta os seus peitos, como uma flecha certeira incravando o coração. E em fortes prantos, olhando para o infinito, lá distante no horizonte, da janela do seu quarto, no vigésimo andar do seu prédio, na central da Califórnia, nos (E.U.A), ela fixa bem os 28
seus olhos entre as nuvens que flutuam pelo azul celestial, e pergunta:- cadê Deus?: Deus!..., cadê Deus? - E não se agüenta com a dor, e começa a chorar, dizendo: - Deus!... Deus!..., me salve Senhor!, salve Tcharles, oh! Deus!... - As suas lágrimas descem sem parar, mas ela crê em Deus. Ela até sabe que Jesus Cristo é o caminho a verdade e a vida, e que ninguém chega a Deus, senão por ele, mas a sua fé é vacilante, e sem fé é impossível agradar a Deus, além do mais, Daiana tem uma grande covardia: a covardia de negar o seu próprio ego, o seu velho orgulho, que te prende e te algema as velhas tradições, te empatando de ver o verdadeiro brilho da luz. Voltemos a palestina, no campo de concentração, onde se encontram encarcerados muitos soldados. Muitos em conflitos e confusões, em torturas, em tormentos e em solidões, alastrados em muitas alas, e dentre muitas alas, está a ala de Bob e Tcharles, com mais sete americanos, também prisioneiros, novos capturados, recém chegados, todos eles já com marcas das torturas selvagens e diabólicas dos soldados palestinos, que torturam sem 29
dó, e sem piedade, na maior crueldade, na maior rivalidade, sem nenhum escrúpulo. Como abutres abomináveis e chacais. Bob e Tcharles se apresentam aos seus novos companheiros. Bob toma a frente e começa a falar: - Seja bem vindos amigos! O meu nome é Bob, e esse é o meu companheiro Tcharles. Somos da América, e estou vendo que vocês também são americanos, apresentem-se! -Os sete soldados americanos se apresentam, e se cumprimentam com Bob, e com Tcharles, de um em um, dizendo os seus nomes: - O meu nome é Jonh-lees, O outro diz: - Sam – e assim segue sucessivamente : Ritchard, Macartney, Gleen, Cidley, Klaissen. Logo após as apresentações, eles ficaram mais a vontade entre si, e com mais liberdade de conversar. Depois ficaram trocando algumas idéias num bate-papo quase íntimo., À principio o assunto era sobre a guerra, mas com restrições em ralação aos segredos da nação, pois que eles perceberam que estavam sendo observados, pela conspiração Palestina, através dos toques fortes, 30
em gestos de malícias, pelos olhares calculistas e de bandidos, de quem estão ligados nas paradas, e em todos os movimentos, transmitidos através de Bob e Tcharles, como quem diz: - A área está sujeira, está escaldada, está a maior escarradeira, e jacaré que vacila vira bolsa de madame. Bob e Tcharles não são meninos, eles são cabeças das antigas, e sabe se plantar na base, sem marcar toca, e nem tão pouco dar bandeira, muito menos dar bobeira. Os papos rolaram, com o máximo de cautela. E depois de algumas horas, eles ficaram mais íntimos. Gleen é um soldado cristão e tem consigo algumas folhas da Bíblia, e não pode deixar de escancarar, mesmo com a repressão militar, entre alguns, ou muitos homens ateus ou de outras religiões. Gleen é um verdadeiro cristão, e tem uma intimidade muito profunda com Deus, e ele fala sempre com Deus e Deus também fala sempre com ele, mas Deus fala na hora que ele quer, e como ele quer, e Gleen não teme a homem algum, por quanto confia tot lmente em Deus, e quem é o homem?, para que ele possa temer!?... Gleen escancara as folhas do Apocalípse. 31
Mesmo sabendo que ele estar sendo observado, pode ser assassinado a qualquer momento, mas ele nem se importa porque sabe que se morrer, ele vai direto para o paraíso, lá pra glória eterna, lá no lindo céu de maravilhas, onde ás ruas são de ouros, as paredes de jaspes, e sobre as portas e os muros: fundamentos de safiras, cristais resplandecentes, calcedônias, esmeraldas sardônicas, sárdios, crisólitos, berilos, topázios, crisóprasos, jacinto ametistas, pérolas. E a cidade não necessita nem do sol e nem da lua pra lhe resplandecer a claridade, porque a glória de Deus à ilumina, e Jesus Cristo é a sua lâmpada, e lá não haverá nem prantos, nem dores e nem choros, porque o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pelo amanhã, e Deus enxuga de todo o rosto, todas as lágrimas, porque as primeiras coisas já se passaram, e agora é só gozo e alegria, felicidades e prazeres. Gleen tem a plena certeza e a convicção que de fato, a sua morte, é como um estouro de uma lâmpada, quando amanhece o novo dia, porque se apaga uma luz e acende outra luz, porém mais forte e é glorificada.
CONTINUA:

Publicado no site: O Melhor da Web em 04/11/2011 Código do Texto: 84960 |
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