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A Recessão e sua Origem
20/12/2008
Autor(a): LEONTINA RITA ACORINTE TRENTIN
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A Recessão e sua Origem

A Recessão e sua origem!




Quando se observam alguns sinais de retrocesso é chegada a recessão. Esta desencadeia corrida desenfreada nas administrações em geral, seja nas empresas, no governo, nos negócios... e cada qual busca alternativas, tentando se proteger a todo custo da avalanche que se assinala.


Inicia-se um processo de análise e estudos, buscando assim um melhor norteamento para as mudanças necessárias, atuando como antídotos contra o recesso, todos tentam se moldar e sair ilesos. E através deste check up de idéias, os indivíduos, em geral, vão se adaptando para sobreviverem satisfatoriamente, mas, infelizmente, nem todos conseguem.

Entretanto, mesmo com tantos estudos pertinentes, não se sabe de onde vem a causa, onde se originou. Estudiosos apontam como motivos, especialmente, a desaceleração do mercado, o decréscimo da atividade comercial, o declínio da taxa de crescimento econômico, o encolhimento da economia, enfim, sempre nesta mesma linha.

Todavia, sabemos que anterior a tudo isso houve uma causa - conclusões de grandes e exemplares estudiosos são certíssimas - mas, não nos mostram a realidade de sua origem, somente o efeito desencadeado, longe de ser o início de todo esse processo recessivo.

Estudar a causa e a sua origem é o ponto principal e nevrálgico.

Vamos entender um pouco!

Tudo se inicia com o próprio ser humano e suas ações. Por exemplo, a falta de idoneidade, de moral, comportamentos excessivos e desregrados. Enfim, continuamente o ser humano procura tão somente obter poder, status, posses, o domínio sobre o outro em detrimento do que quer que seja, sem medir conseqüências. Esta sim é a causa primeira destes desequilíbrios desenfreados, trazendo tantas dificuldades, pois, vai comprometendo, negócios, comércios, grupos, empresas, corporações, cidades, estados, países, e por fim, o desfecho é globalizado. O pior é que para muitos até falta o que por à mesa.

É importantíssimo acordarmos para o fato de que será somente conscientizando a todos e atuando neste sentido, que conseguiremos a força necessária e propulsora - não só para gerar o estancamento de tal declínio - como também não mais permitirmos seu retorno.



Observemos como as pessoas costumam agir normalmente, seja em qual situação for, o que realmente interessa para cada um é obter o maior ganho, levar vantagem, e o pior: muitas vezes, a qualquer custo, nem que seja ludibriando e prejudicando o outro!



Certa vez, conversando sobre trabalho com um colega consultor de empresas, o mesmo me contava que havia feito um grande trabalho e obteve uma produtividade aumentada para a empresa em questão, na ordem de 10%. Entendi ser um trabalho muito interessante e pedi maiores detalhes. Ele me deu um exemplo, foi então que fiquei chocada. Sua grande satisfação era a minha decepção.

Explicou-me que este sucesso foi devido a uma grande façanha que conseguiu: aumentou o peso do produto que era produzido e vendido por peso, em 10%, isto tinha passado despercebido até então pela organização. O produto a ser adquirido pelo consumidor seria exatamente o mesmo em termos de produto, porém, quem pagaria a conta, seria o consumidor devido ao aumento de peso. E contava que estava sendo ovacionado por todos na empresa por este grande ganho, resultando logicamente em um aumento de 10% no faturamento e sem custo nenhum. Fiquei alguns minutos quieta, na verdade estava pasma e triste de ver tanta ignorância de espírito. Disfarcei e pulei para outro assunto.

Após alguns dias, enviei-lhe de presente um livro meu para reflexão, certa de que lendo iria analisar e ponderar tanta atrocidade. E, principalmente, entender que o que fazemos ao outro, mais dia menos dia, recai sobre nós mesmos, passamos a ter uma dívida Divina e altíssima, principalmente para quem tenta ganhar através da desventura do outro.

De outra vez estava ouvindo um expert da área de marketing em uma entrevista. Pensei estar escutando mal, mas, para minha infelicidade o que eu escutava era a pura realidade. Este incrível ser falava abertamente que estavam em processo com um grande projeto, este seria fazer com que o consumidor comprasse mais rápido, ou seja, não tivesse a oportunidade de pensar e analisar o que estava comprando. Pude observar que para ele, assim como para muitos, se o consumidor estivesse bem atendido e satisfeito em sua necessidade, pouco importava, era irrelevante. O importante mesmo era vender!

Meus queridos, será que já não está na hora de observarmos a quantas andam nossas relações? Há uma premência por parte do ser humano em ganhar mais e mais rápido em relação ao outro, ser mais esperto, para não dizer outra coisa... Quem acha que analisar as nossas ações, verificar o que fazemos, nos policiar na ética e na moral, é caretice, cuidado! A dívida para com Deus é muito alta, por estarmos comprometendo o planeta.

Observemos que a recessão se inicia em nosso orgulho e é o querer mais do que se pode, é pensar somente em levar vantagem: a lei de Gerson. É não saber dividir, ser perspicaz em enganar obtendo proveitos... Então forma-se a balança do desequilíbrio e a problemática está feita e lançada.

Onde existe respeito ao próximo, parceria, solidariedade, compreensão, existe ajuda mútua, e, como já sabemos, a união bem estruturada tudo pode, nada consegue detê-la, e, incontestavelmente impulsiona o progresso.

Deixar a cobiça falar mais alto, a inveja, o orgulho, a desonestidade, terá complicações seriíssimas, é um efeito negativo em cascata. Penso que ninguém quer isto para si. A briga desonesta pelo poder é a avalanche que destrói, que arrasa, que aniquila...


Portanto, recessão depende do ser humano e de suas ações desarmoniosas com o todo, e, o trabalho em conjunto, em uníssono, sempre pautado no respeito, na ética, na moral... tem efeito contrário.

Portanto, pensemos: estamos agindo sabiamente?




No amor e na luz
Leontina Rita Acorinti Trentin

www.institutoatlantida.com.br

Publicado no site: O Melhor da Web em 20/12/2008
Código do Texto: 9160
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