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WILSON RODOLPHO DE OLIVEIRA
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A ESCOLA DO TERROR - CAP.13 - THAIS - O COLÉGIO INTERNO
23/12/2008
Autor(a): WILSON RODOLPHO DE OLIVEIRA
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A ESCOLA DO TERROR - CAP.13 - THAIS - O COLÉGIO INTERNO

A ESCOLA DO TERROR
CAPÍTULO 13
THAÍS – O COLÉGIO INTERNO


Thaís acordou com o primeiro toque do despertador, 6 horas da manhã, hora de levantar, que preguiça. Bocejou, espreguiçou, arrastou-se da cama imensa e foi andando devagar em direção ao banheiro privativo da suíte onde se sentou na privada e esvaziou a bexiga suspirando de alívio enquanto a urina ia sendo esguichada. Entrou no chuveiro e tomou uma ducha quente e rápida, tinha que correr, hoje era dia de prova final, Matemática, começava às 7 horas, não podia se atrasar. Enxugou-se com a toalha felpuda, deu uma rápida olhada no espelho e viu com prazer o corpo gostoso. Sorriu, pos o uniforme e desceu as escadas correndo para tomar café e pegar o carro, o chofer já estava esperando.

15 anos, 4ª e última série de ginásio, novembro, últimas provas. Ela tinha que passar em todas as provas, pois no ano que vem, iria sair de casa para fazer o colegial num colégio interno de freiras. Era muito ruim porque ficaria presa lá dentro, a semana inteira, mas era muito bom porque ficaria longe da vigilância dos pais, principalmente do pai, bonito, lindo, carinhoso, mas vigilante, ciumento e dominador.

Desde o ano passado ela não era mais virgem e perdera a virgindade com o Marlon, o irmão dela, que já estava com 17 anos. Aconteceu assim, todas a vezes que ele ia tomar banho ela ia sondá-lo e ele nem percebia, pois o banheiro dele também era privativo na suíte dele e ele nunca fechava a porta. O banho durava sempre meia hora e ela ficava olhando por um canto da porta durante todo o tempo. Ele tirava toda a roupa, ficava nu, entrava debaixo da ducha quente, cerrava os olhos e começava a acariciar o pinto. Acariciava a cabeça, deslizava até o saco que massageava um pouco e subia a mão de novo até a cabeça. O pinto começava a crescer, a crescer, a inchar, a transformar-se numa coisa enorme, assustadora, grossa, imensa. Aí ele começava mesmo a tocar a punheta, tocava, para cima e para baixo, para cima e para baixo, uma, duas, dez, vinte, vezes e, de repente começava a gemer, a gemer como se estivesse sentindo muita dor, e aí a porra esguichava, os esguichos iam saindo alternadamente, o primeiro espirrando a uma distância de mais de um metro e os outros iam diminuindo a distância, até que cessavam. Ela chegou a contar dez esguichos. Quando chegava nesse ponto ela própria já tinha gozado umas dez vezes. Logo que ele começava a acariciar o pinto, ela enfiava a mão direita por dentro da calcinha e começava a acariciar a buceta. Ela enfiava o dedo indicador e o médio e afastava os grandes e pequenos lábios. A buceta ficava úmida no começo e depois molhada, molhada, até começar a escorrer o líquido pelas coxas e pelas pernas, lambuzando-a toda. Ela mordia os lábios até quase sair sangue, para não gritar de tesão, e gemia baixinho, e gozava, gozava, até quase perder os sentidos. Quando ele saía da ducha e pegava a toalha para se enxugar, ela saía correndo para o quarto dela onde entrava no banheiro, trancava a porta, tiravaa    roupa e deitava-se nua no chão para tocar punheta até quase desmaiar. Ficava ali quase uma hora enfiando os dedos na buceta e depois chupando o caldo que ficava neles e gozando, gozando.

A situação estava ficando desesperadora, ela queria aquele cacete enorme, rasgando-a, entrando dentro dela, espirrando toda aquela porra no macio interior daquela buceta quente e ansiosa. Meter com o próprio irmão era a melhor coisa que havia naquela região, pois ali, meter com o namorado era mergulhar num desastre, num abismo. Todo mundo saberia que ela não era mais virgem, que tinha perdido o cabaço, e ficaria falada, moça perdida, biscate. Com o irmão o segredo era absoluto, sepulcral, pois ele jamais contaria a ninguém. Diversas amigas dela já metiam com os próprios irmãos há pelo menos dois anos, uma delícia. Mas com o irmão dela parecia impossível, intangível, ele quase nem conversava com ela e se ela se oferecesse a ele, sabe-se lá o que aconteceria. Mas aconteceu, graças à Celeste.

Celeste tinha dezoito anos e fazia três meses que estava ali trabalhando como arrumadeira. Ela era inacreditável, morena muito clara, cabelos escuros, lisos, longos. Mais alta do que baixa. Thaís a vira tomando banho e ficou boquiaberta com as formas esculturais que ela ostentava. Uma bunda redonda, apetitosa, coxas grossas roliças, seios amplos, duros, arrebitados.

Não havia ninguém na casa quando ela chegou da aula. Os pais tinham ido passar o dia na fazenda deles e ela também iria logo que saísse da escola, mas passou antes em casa para pegar um caderno que havia esquecido e, então, deparou-se com a cena, no quarto dele, na cama dele, com a porta aberta que ele nem se preocupou de trancar.

Ele estava deitado de costas e com os olhos fechados, e Celeste estava nua, debruçada em cima dele, com a bunda virada para o lado da porta e chupando o pinto dele. Ela chupava, chupava, com movimentos de cabeça para cima e para baixo e segurando o enorme cacete dele com a mão direita. Ele gemia, se retorcia, estrebuchava, e ela chupando, chupando, até que ele começou a gritar, a urrar e a despejar porra na boca dela. Ela engoliu a metade e, a outra metade ficou esparramada na cara dela, Ela levantou-se, foi até o banheiro e voltou em seguida. Ele já estava com o pau duro de novo, duro, enorme monstruoso. Ele cochichou algo no ouvido dela e ela sorriu e concordou com a cabeça.

Marlon foi até o banheiro donde voltou com um tubo de pomada lubrificante na mão. Celeste já estava de quatro, com a bunda sempre virada para a porta e Thaís pode ver o cuzinho dela e adivinhou o que iria acontecer. Marlon espremeu a pomada no cuzinho dela e depois enfiou o dedo indicador direito bem lá no interior e ficou fazendo movimentos de vai e vem. A seguir enfiou dois dedos, o indicador e o médio e, depois juntou também o dedo anular, três dedos abrindo o cuzinho da Celeste que já estava gemendo e rebolando com o tesão. O pinto do Marlon estava de um tamanho que jamais Thais tinha visto antes, uns vinte e seis centímetros de comprimento e a grossura era espantosa e aconteceu. Ele subiu em cima da Celeste como se fosse um cavalo metendo numa égua. Ele pos aquela cabeça monstruoso na portinha do cuzinho da Celeste e foi empurrando devagar. Ela deu um urro de dor e sacolejou a bunda tentando escapar, mas era tarde, ele foi empurrando, empurrando, e enfiou todo aquele imenso pau inteirinho dentro do cu dela. Com as duas mãos ele puxava a bunda dela, ao mesmo tempo em que movimentava o corpo enfiando e tirando o pintão. Enfiava até o saco e tirava até quase sair a cabeça para fora, enfiava de novo e tirava. Thaís contou umas duzentas idas e vindas, com ele gemendo e ela uivando e gritando e gozando e urrando, até que ele despejou uma enxurrada de porra dentro daquele cu.    Foi tanta porra que quando ele tirou o pinto para fora, a porra começou a escorrer do cu dela, descendo pelas coxas dela e ensopando o lençol.

Thaís estava aturdida, alucinada, desesperada. Queria invadir o quarto e exigir que ele enfiasse aquele pinto no cu dela. Ela já tinha gozado tanto, só de ver aquilo, que estava com as pernas bambas, quase sem poder se mover. Não teve, entretanto, coragem para entrar no quarto e permaneceu onde estava.

A cena continuou, ambos se levantaram, foram para o banheiro e Thaís escutou o barulho da ducha, eles estavam tomando banho juntos. Voltaram e recomeçaram. Agora ia ser a vez da buceta. Ele meteu nela em todas as posições. Ele por cima, ela a cavalo nele, ela de quatro, ela a cavalo de costas para ele para ele ver o pinto entrando e saindo da buceta. Ele gozou seis vezes dentro da buceta dela, seis vezes só na buceta, o que, somados com a gozada no cu dela e outra na boca,    totalizavam oito gozadas. Inacreditável. E ele teria gozado mais umas quatro vezes, mas ela não agüentou, estava exausta e com a buceta doendo e o cu doendo, não tinha mais jeito, tinham que parar, e pararam e ficaram só se beijando, ele sempre com o pau duro. Celeste levantou-se da cama dizendo que iria tomar outro banho e se vestir para sair. Foi então que Thaís tomou a decisão e entrou dentro do quarto.

Marlon ainda estava deitado, o pau duro e ereto quando ela entrou. Quando ele a viu, o pau desabou transformando-se numa minhoca e ele puxou o colcha tentando se cobrir e olhando rápido em direção ao banheiro e, a seguir para ela gaguejou:

“Que ,,,o que ...você esta fazendo aqui, dentro do meu quarto?”

“Estou vendo você meter com a Celeste” respondeu Thaís sem hesitar. “Faz três horas que eu estou ali na porta e vi ela chupar o seu pau, e vi você comer o cu dela, e vi você comer a buceta dela e gozar na buceta dela seis vezes seguidas, é isso que estou fazendo aqui.”

Celeste tinha saído do banheiro e presenciara tudo. Estava lívida, de olhos esbugalhados, mas Thaís, acalmou-a dizendo que ficasse tranqüila que ela não diria nada a ninguém e que tudo ficaria em segredo. Celeste acalmou-se e pediu licença para sair e ir para a casa dela.

Logo que Celeste bateu a porta da rua indo embora, Thaís voltou-se para o irmão que continuava enrolado na colcha, em silêncio, mudo, sem dizer nada.

Quando Thaís voltou-se para ele, ele fez menção de falar alguma coisa, mas ela interrompeu-o dizendo:

“Não diga nada! Eu sei perfeitamente o que é que você vai dizer. Você vai pedir para que eu não conte nada a ninguém, nem ao papai e nem à mamãe. Não é isso?”

Ele fez que sim com a cabeça.

“Tudo bem”, disse Thaís, “Eu não conto para ninguém, mantenho segredo absoluto, mas com uma condição.”

“Que condição?” perguntou ele, gaguejando.

“Eu quero igual” disse Thaís.

“Igual o que?” perguntou ele.

“Igual o que você fez com a Celeste” respondeu ela, “Eu quero tudo igual, quero chupar o seu pau e quero que você goze na minha boca, depois quero que você coma o meu cu, depois quero que você meta na minha buceta.”

Marlon não acreditou naquilo que estava ouvindo e disparou:

“Mas você ficou louca? Você tem idéia do que está falando? Você é minha irmã, porra. Você acha que eu vou meter na minha própria irmã?”

“Acho sim, você vai me comer sim. Eu estou apaixonada por você, alucinada por você, e fico sondando você todas as vezes que você toca punheta no banheiro e quase morro de tanto tesão.

“Você me sondou?!” perguntou ele com cara de espanto.

“Sondei sim”, respondeu ela, “Muitas e muitas e muitas vezes. E tem mais, não me venha com essa cara de santo porque eu sei que você morre de tesão por mim. Eu não sou idiota e já vi você ficar de pau duro todas as vezes que eu fico só de calcinha na sua frente. Uma vez você    entrou no meu banheiro, pegou uma calcinha minha que eu tinha usado o dia inteiro, ficou cheirando e lambendo o pano que cobre minha buceta e tocou um imensa punheta. Você morre de vontade de me comer e fica fazendo essa cara.”

Ele ainda tentou resistir, murmurando alguma coisa, mas ela interrompeu dizendo:

“Chega, chega, você não tem alternativa, a mamãe e o papai só vão chegar da fazenda às onze horas da noite e agora são só quatro horas da tarde. Temos sete horas para gozar.”

Dito isso, ela arrancou a roupa, ficou inteiramente nua, pulou em cima da cama, agarrou o pinto dele e começou a chupá-lo. O pinto cresceu instantaneamente e ficou tão grande que ela nem conseguia chupá-lo direito o que nem foi necessário, pois ela tinha dado três ou quatro chupadas e ele gozou quase a afogando com tanta porra. Ela engoliu aquela enxurrada de porra, mas ele ainda deu mais três esguichadas na cara dela, lambuzando-a e entrando o líquido até nos olhos dela. Ela ficou surpresa, fôra rápido demais, nem deu tempo para ela sentir direito aquele pau dentro da boca.Ficou com medo de que ele ficasse mole, mas isso não aconteceu. Estava duro, mais duro do que antes, retesado e ela ficou encantada.

Correu para o banheiro, pegou o tubo de pomada lubrificante, voltou correndo para a cama e disse:

“Agora eu quero que você meta no meu cu.”

E sem esperar a resposta, ela mesmo espremeu a pomada no cu, enfiou u , dois, três dedos nel,e e ficou mexendo os dedos para alargar o orifício. Feito isso disse:

“Pronto, pode vir”.

E ficou de quatro, com a bunda virada para ele.

Ele olhou com cara alucinada de tanto tesão. A bunda dela era linda, maravilhosa, redonda, rosada, e o cuzinho, pequeno, redondinho, piscava pedindo, implorando pelo pau dele. Ele subiu nela como um cavalo com aquele monstruoso pau, e ela mesma ajeitou a cabeça dele bem na entrada do cuzinho e empurrou a bunda. Não um empurrãozinho de leve, mas um empurrão violento que fez o cacete entrar inteirinho, num solavanco, indo parar nos intestinos dela. Ela urrou de dor, mas continuou empurrando e puxando a bunda, sem que ele tivesse que fazer nada, ela fazia tudo. Ela piscava o cu no pau dele e ele começou a gritar enquanto gozava. Que cu, que cuzinho adorado da amada irmã que ele tanto havia cobiçado e por quem ele tocara milhares de punheta. Agora ele estava comendo ela, comendo o cuzinho dela e gozando, gozando, gozando. Enquanto ele gozava o pau dele latejava espirrando porra, e latejava sem parar, e ela começou a gritar , a rebolar a bunda, a gozar, de perder o fôlego, a respiração, até cair de bruços na cama com ele em cima dela, metendo, metendo no cu dela , sem parar um instante.Ficaram assim, quase uma hora, sem que ele tirasse o pinto do cu dela, e ele gozando e ela gozando até que desabaram os dois, ficando imóveis, sem se mexer, por cerca de meia hora, sentindo sono, vertigens, zonzeiras.

Ficaram ali deitados, olhando-se, examinando-se, perscrutando-se mutuamente, sem dizer nada, apenas um tentando adivinhar o que o outro estava pensando, sentindo.

De repente ele a agarrou, puxou-a e começou a beijá-la, no rosto, na testa, no pescoço, na boca, procurando, desesperado, a língua dela. Depois desceu para os seios dela e começou a passar a língua neles, a beijá-los, a sugá-los enquanto ela uivava de tesão. Depois ele foi até a barriga e chupou o umbigo dela. Finalmente ele chegou na buceta, a adorada bucetinha e começou a lambê-la, a chupá-la, a sugá-la, a enfiar a língua dentro dela e ela começou a gozar sem parar, a gozar, a chorar de tanto gozar e, de repente deu um grito agudo:

“Põe, ai, ai, ai, põe dentro da minha buceta, põe que eu não agüento mais, eu estou enlouquecendo.”

A bucetinha dela era minúscula, pequenina, rosada e o pau dele estava com um tamanho tão monstruoso que era impossível acreditar que coubesse dentro dela. O mínimo que ele deveria fazer era ir pondo devagarinho, com o máximo cuidado, pouco a pouco, pois ela era virgem, cabacinho. Mas acontece que os dois estavam totalmente enlouquecidos e mesmo que ele quisesse ou conseguisse ser cauteloso, isso seria impossíve,l pois ela estava transtornada, batendo a cabeça, gemendo, bufando, gemendo, gritando, implorando:

“Vem, vem, vem depressa, eu estou morrendo, vem meu adorado, meu amor, rasga a minha bucetinha”

E escancarou aquelas coxas grossas, mostrando por inteiro aquela maravilha de rachinha que latejava e estava toda molhada pedindo o pau dele. Ele entrou no meio das coxas, e ela enlaçou-o com as pernas já ajeitando a cabeça do enorme cacete bem na entrada da buceta.A seguir ela deu um enorme solavanco, levantando a bunda de encontro a ele e puxando-o com todo o peso do corpo. Ele perdeu o equilíbrio e o pinto entrou inteiro rasgando a buceta, rasgando o cabaço, indo bater no útero dela. A dor foi indescritível, mas o tesão que ela estava sentindo era tão avassalador, que ela num instante se refez e começou a arfar sem parar enquanto a buceta piscava, mordia o pau dele, mastigava aquele cacete. Foram quatro bombadas e ele esguichou porra, e o pau crescia enquanto gozava, e ela se debatia feita louca, gritando e gozando. Nem por sonhos ele tirou o pau de dentro daquela rachinha gostosa, quente, macia, que mordia o pau dele sem parar. E ele gozava uma gozada atrás da outra, sem tirar o pinto de dentro, sempre na mesma posição , em cima dela, e bombando, tirando o pinto até a porta da bucetinha, e entrando de novo até o saco, e gozando, esguichando porra dentro dela e gozando.Ficaram assim umas três horas, até que ele gozava, mas o pinto não tinha mais porra para espirrar, ele gozava sem sair porra, mas continuava gozando.Finalmente ela rolou para cima dele e de cavalinho no pau dele ficou metendo, por cerca de uma hora nessa posição. Esgotados dormiram, e só acordaram com o barulho dos pais deles chegando da fazenda. Pularam da cama e, enquanto ele corria para o banheiro, ela disparou para o quarto dela.

Tudo isso acontecera no ano anterior e durante o ano inteiro eles metiam todos os dia,s e todas as horas que podiam. Metiam em casa, metiam na fazenda, metiam no quarto dele, no dela, no banheiro, em cima da mesa, em qualquer lugar. Deve ter havido algum milagre, porque eles treparam milhares de vezes, cerca de oito a dez vezes por dia, sem falhar um único dia e ela nunca ficou grávida.

Agora ela estava fazendo a prova de matemática, a última prova do ano, a última prova naquela escola. No ano seguinte ela iria para o Colégio Interno em outra cidade. Ela estava desesperada, angustiada, deprimida. Só de pensar em ficar longe do irmão, do Marlon, ela enlouquecia. Estava perdidamente apaixonada por ele e preferia morrer a se separar dele. Mas ele era irmão dela e esse amor era uma loucura, pois eles jamais poderiam ficar juntos, jamais poderiam se casar, terem filhos. Marlon também estava alucinado e não queria nem pensar em separação. Ele estava tão descontrolado que até já estava dando na vista, querendo beijá-la. Agarrá-la, apalpá-la em público, dentro de casa, na frente dos pais. Ainda bem que eles atribuíam aqueles arroubos ao fato de que ela estava prestes a ir embora, e que eles, filhos únicos, sempre ligados desde a infância, não queriam ficar longe um do outro. Tinha que ser assim,não importava o tamanho da dor, e que dor! Eles se separariam, ela iria para o Colégio Interno, ele iria para a Faculdade e tudo terminaria.

Chegou o dia. Ela se foi, para o Colégio Interno.

Amor entre irmãos, não pode, é pecado mortal, terrível, é imoral e causa horror, é uma regra terrível que nós herdamos ao nascer, que nós deixamos, ao morrer.

Amor entre irmãos, não pode. E ela. Thais beijou o irmão Marlon e se foi . . . para o Colégio Interno.


continua



Publicado no site: O Melhor da Web em 23/12/2008
Código do Texto: 9517
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