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kuryos - Silvio Dutra
Silvio Dutra
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Só Há Perfeição Espiritual Pela Nova Aliança – Parte 2 Hebreus 9
09/11/2012
Autor(a): Silvio Dutra
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97663 Só Há Perfeição Espiritual Pela Nova Aliança – Parte 2  Hebreus 9 kuryos - Silvio Dutra
Só Há Perfeição Espiritual Pela Nova Aliança – Parte 2 Hebreus 9

Heb 9:1    Ora, a primeira aliança também tinha preceitos de serviço sagrado e o seu santuário terrestre.
Heb 9:2 Com efeito, foi preparado o tabernáculo, cuja parte anterior, onde estavam o candeeiro, e a mesa, e a exposição dos pães, se chama o Santo Lugar;
Heb 9:3 por trás do segundo véu, se encontrava o tabernáculo que se chama o Santo dos Santos,
Heb 9:4 ao qual pertencia um altar de ouro para o incenso e a arca da aliança totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, o bordão de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança;
Heb 9:5 e sobre ela, os querubins de glória, que, com a sua sombra, cobriam o propiciatório. Dessas coisas, todavia, não falaremos, agora, pormenorizadamente.
Heb 9:6 Ora, depois de tudo isto assim preparado, continuamente entram no primeiro tabernáculo os sacerdotes, para realizar os serviços sagrados;
Heb 9:7 mas, no segundo, o sumo sacerdote, ele sozinho, uma vez por ano, não sem sangue, que oferece por si e pelos pecados de ignorância do povo,
Heb 9:8 querendo com isto dar a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do Santo Lugar não se manifestou, enquanto o primeiro tabernáculo continua erguido.
Heb 9:9 É isto uma parábola para a época presente; e, segundo esta, se oferecem tanto dons como sacrifícios, embora estes, no tocante à consciência, sejam ineficazes para aperfeiçoar aquele que presta culto,
Heb 9:10 os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma.
Heb 9:11    Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação,
Heb 9:12 não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção.
Heb 9:13 Portanto, se o sangue de bodes e de touros e a cinza de uma novilha, aspergidos sobre os contaminados, os santificam, quanto à purificação da carne,
Heb 9:14 muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!
Heb 9:15 Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados.
Heb 9:16 Porque, onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador;
Heb 9:17 pois um testamento só é confirmado no caso de mortos; visto que de maneira nenhuma tem força de lei enquanto vive o testador.
Heb 9:18 Pelo que nem a primeira aliança foi sancionada sem sangue;
Heb 9:19 porque, havendo Moisés proclamado todos os mandamentos segundo a lei a todo o povo, tomou o sangue dos bezerros e dos bodes, com água, e lã tinta de escarlate, e hissopo e aspergiu não só o próprio livro, como também sobre todo o povo,
Heb 9:20 dizendo: Este é o sangue da aliança, a qual Deus prescreveu para vós outros.
Heb 9:21 Igualmente também aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os utensílios do serviço sagrado.
Heb 9:22 Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão.
Heb 9:23 Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores.
Heb 9:24 Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus;
Heb 9:25 nem ainda para se oferecer a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no Santo dos Santos com sangue alheio.
Heb 9:26 Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado.
Heb 9:27 E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo,
Heb 9:28 assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.

De Nosso Senhor Jesus Cristo é afirmado no verso 11, que Ele é “sumo sacerdote dos bens já realizados; mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos”, ou seja, os benefícios eternos para os aliançados já foram consumados por Ele em Seu ministério, morte e ressurreição.
Todo o trabalho sacerdotal no Antigo Testamento, devia ser realizado com a contínua apresentação de sacrifícios de animais, porque tal ministério apontava para Aquele grande ministério de Cristo no qual poderia ser consumada toda a vontade de Deus para a libertação dos pecadores das trevas e do diabo.   
A remissão dos pecados que o sangue de animais oferecidos em sacrifício no antigo pacto, não podia cobrir, agora é efetivamente realizada pela morte de Jesus no lugar do pecador; primeiro, porque Ele se ofereceu por amor ao Pai e aos pecadores, e isto não    poderia ser feito por um animal sacrificado; segundo, porque Deus derramou a Sua ira contra o pecado, em Seu próprio Filho Jesus Cristo, como se o estivesse fazendo sobre nós pecadores, e, certamente, Deus não derramou qualquer ira justificadora sobre qualquer animal que tivesse sido sacrificado, até mesmo porque, não haveria qualquer eficácia nisto, porque nenhum animal poderia ter morrido a nossa morte, e nenhum animal poderia carregar sobre Si a nossa culpa.
Quanto aos sacerdotes do antigo pacto, é preciso ter sempre em vista que há    somente um mediador entre Deus e o pecador, portanto, nenhum sacerdote terreno, nem mesmo a Igreja, são mediadores, porque o trabalho do mediador demandava que carregasse sobre si os pecados de toda a humanidade; que fosse poderoso e capaz para despojar a velha natureza e implantar uma nova natureza naqueles pelos quais faz mediação, para que sejam aceitáveis a Deus.
Assim, como tal trabalho poderia ser feito por homens sujeitos ao pecado, num tabernáculo terreno?
   Por isso não admira, que todos os utensílios do tabernáculo e até mesmo os sacerdotes tivessem sido consagrados com a aspersão de sangue de animais, porque aquele ministério era apenas figura do grande, real e permanente ministério de nosso Senhor Jesus Cristo.   
A mediação do velho pacto, que era figura do grande Mediador que haveria de se manifestar na plenitude dos tempos, a ninguém podia livrar da morte espiritual e eterna, porque isto é possível somente de ser realizado pelo único mediador que há entre Deus e os homens, Jesus Cristo; que se fez homem para poder libertar o homem do pecado e do poder do diabo.
Daí se afirmar no verso 15 o seguinte:
Heb 9:15 Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados.

A descrição dos utensílios que existiam no tabernáculo terrestre é citada, não de maneira a se fazer uma descrição ampla dos serviços que eram realizados no mesmo, mas para ilustrar e comprovar que aquela forma de culto era limitada quanto ao propósito eterno de Deus de realizar uma purificação completa de Seu povo.
Porque isto, não poderia ser feito efetivamente pela simples apresentação do sangue de animais como sacrifício, mas fora estabelecido por Deus para servir de figura do sangue do Cordeiro imaculado, que seria oferecido e apresentado no tabernáculo do céu, de uma vez para sempre, para purificar o povo do Senhor dos seus pecados, de maneira que não sejam condenados eternamente por um juízo de destruição relativo à natureza decaída no pecado, ou como é chamada na Bíblia, de a carne ou velho homem.      
Sem o sacrifício e o sacerdócio de Jesus não poderia haver nenhuma justificação de um único pecador. De modo que houve grande expectativa no céu para que o Senhor Jesus consumasse a Sua obra no Calvário.
Os serviços do tabernáculo terreno na Antiga Aliança podiam trazer alguma paz de consciência aos que prestavam culto em razão de terem obedecido às prescrições cerimoniais determinadas por Deus, para serem cumpridas quando eles pecassem, mas o trabalho já consumado de nosso Senhor Jesus Cristo é eficaz, não somente para gerar uma boa consciência, como também uma nova vida, habilitando os cristãos a viverem e a andarem na verdade, porque é somente nEle que há graça para a realização de tal trabalho.   
É no sangue do Senhor, e não com sangue de animais, que somos consagrados para oficiar no serviço do tabernáculo celestial.
Ninguém se iluda, portanto pensando que há possibilidade de salvação em algum outro, ou mesmo depois da nossa morte, porque o juízo de Deus sucede à morte, e não há nenhum outro nome ou ocasião pelos quais importa que sejamos salvos, senão sob o nome de Jesus, enquanto vivemos neste mundo.
Jesus se ofereceu uma única vez para tirar os pecados de muitos, e voltará uma segunda vez a este mundo para aqueles que O aguardam para a salvação, que será consumada de uma vez por todas, com a ressurreição e glorificação dos santos que amam a Sua vinda.


Publicado no site: O Melhor da Web em 09/11/2012
Código do Texto: 97663
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