Espaço Literário

O Melhor da Web



Busca por Autores (ordem alfabética)
Busca Geral:
Nome/login (Autor)
Título
Texto
Manu - MANUELA
MANUELA
Cadastrado desde: 23/04/2012

Texto mais recente: Vento (A.M. Pires Cabral) (+tradução italiana)



Necessita estar logado! Adicionar como fã (necessita estar logado)
 
Recado
Contato

Conheça a Página de MANUELA , agora só falta você!
http://www.poesias.omelhordaweb.com.br/pagina_autor.php?cdEscritor=6281

 
Textos & Poesias || Poema
Imprimir - Impressora!
Imprimir
A espera (Victor Motta) (+ tradução italiana)
10/11/2012
Autor(a): MANUELA
VOTE!
TEXTO ELEITO
90
Após 100 votos, o Texto Eleito será exibido em uma página que irá reunir somente os mais votados.
Só é permitido um voto por Internauta por dia.
Achou o texto ótimo, VOTE! Participe!
ELEJA OS MELHORES TEXTOS DA WEB!
 
97696 A espera (Victor Motta) (+ tradução italiana) Manu - MANUELA
A espera (Victor Motta) (+ tradução italiana)

Fiquei sentado,
esperando
a campainha
(que não tocou).

Afinal o que sou?
Um pobre coitado,
um incompreendido,
um mal amado?
Olho figuras que passam,
cavalgando na mente
estórias não realizadas.
De repente,
estou só,
a ruminar
em meu estábulo
dourado,
sentado,
esperando a campainha
(que não tocou).

Por que não grita,
meu Deus,
esta máquina infernal
que me revela
a triste lembrança
de um nada?

Brinquedo de criança
em ruas desertas
de minha meninice,
em desabaladas carreiras,
liberto.
Risos apertados,
traquinices,
de um – quem é?
perdido no vazio.

Mas, eu agora
já não rio,
sentado,
esperando,
esperando,
no meu estábulo dourado,
ruminando,
a dor,
a descrença,
a solidão.

Seja o que for,
que me faz alheio,
apartado de tudo
e de todos,
sentado,
esperando a campainha
(que não tocou).

----------------------------

Tradução italiana de Manuela Colombo

L’attesa

Restai seduto,
aspettando
il campanello
(che non suonò).

Ma chi sono infine?
Un povero disperato,
un incompreso,
un mal amato?
Guardo figure che sfilano,
cavalcando nella mente
storie non realizzate.
D’improvviso,
sono solo,
ruminando
nella mia stalla
dorata,
seduto,
aspettando il campanello
(che non suonò).

Perché non squilla,
mio Dio,
questa macchina infernale
che mi riporta
al triste ricordo
di un nulla?

Gioco di bimbi
per le strade deserte
della mia fanciullezza,
in corse sfrenate,
libero.
Risa soffocate,
malizie,
di un – ma chi?
perduto nel vuoto.

Ma io ora
più non rido,
seduto,
aspettando
aspettando
nella mia stalla dorata,
ruminando,
il dolore,
l’incredulità,
la solitudine.

Qualunque sia il motivo,
che mi rende schivo,
isolato da tutto
e da tutti,
resto seduto
aspettando il campanello
(che non suonò).


Publicado no site: O Melhor da Web em 10/11/2012
Código do Texto: 97696
AQUI VOCÊ INTERAGE DIRETAMENTE COM O(a) AUTOR(a) DA OBRA! DEIXE UM COMENTÁRIO REFERENTE AO TEXTO! É FÁCIL, É LEGAL, VALE A PENA!
Caderno Comente esse Texto - Seja o primeiro a comentar!
Obras do(a) Autor(a):


Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.