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Textos & Poesias || Espiritualistas
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\ ] \ Resquícios de outros verbos...nos ventos de outrora
28/11/2012
Autor(a): Bruma Lilás -Taís V. Mariano
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\ ] \ Resquícios de outros verbos...nos ventos de outrora

A fúria do tempo veloz
no redemoinho das tribulações
Ataques contra nossas crenças, tão jovens
Olhares fixos no horizonte vazio...
Tristes,magoados,mas sobreviventes   
Desdobrando-se quase sem forças...
em direção às fontes inexauríveis de luz
Lamento e leve dor,vozes ao    longe
Carregadas de uma sede profunda,do puro amor
Resquícios de outros verbos nos ventos de outrora
Chora em seus clamores... vida humana
chuva desce sem molhar,devagar na agonia
machucando os laços do pecado e a nostalgia intangível
o sopro insistente do sutil ardor do desejo celeste
Os inimigos dentro das masmorras,
embriagados...festejando as guerras
ainda sofremos seus efeitos...
Por não conhecermos a ressurreição da verdade
Não queríamos que fosse assim tão difícil,
temos esperanças adoentadas e vontades aprisionadas
Não queremos absorver os delírios das maiorias,
As ilusões das alegrias...
impressas em    breves    perdições
Não sentimos mais o medo,
só apatia e silêncio absoluto
A concupiscência carnal jaz amortecida
pelas súplicas
Desconfiança e ódio no rosto daqueles ...
Retratos    ultrajados das faces desgarradas
Pressa,fuga nas pegadas das trilhas para o abismo
E uma inexplicável misericórdia pronta para o resgate
Paraíso desfeito e sem protestos pelo sangue dos peregrinos
Conformismos em seus abrigos de indiferença    e desdenho...
só costumes,são as escolhas múltiplas do existir
Buscamos uma exceção...a face límpida do desconhecido
Oculta nos apócrifos distantes do sol da estação
Presentes em nossa    alma encoberta pelo mundo
Liberdade translúcida,ainda não    compreendida...
Tropeços são reais...o perdão é necessário, evolução...
os milagres vem crescendo nas horas grandes
precisamos nos despojar das armaduras medievais
e vestir a túnica da humildade e da compreensão
ficaremos cara a cara com nós mesmos,em breve
então cessarão os inoportunos    ataques
para sermos a imagem e semelhança do divino.



Para meu amigo e poeta Luz de Antares
. . .

Publicado no site: O Melhor da Web em 28/11/2012
Código do Texto: 98560
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