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kuryos - Silvio Dutra
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SALMO 51 – Salmo de Davi quando Natã veio ter com ele depois de ter pecado com Bate-Seba
01/12/2012
Autor(a): Silvio Dutra
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98704 SALMO 51 – Salmo de Davi quando Natã veio ter com ele depois de ter pecado com Bate-Seba kuryos - Silvio Dutra
SALMO 51 – Salmo de Davi quando Natã veio ter com ele depois de ter pecado com Bate-Seba

Este salmo revela a profundidade da graça de Deus, que é oferecida    para perdoar os nossos pecados, por mais terríveis que eles sejam, tal como o de Davi, ao qual se reporta.
A mão potente do Senhor que pesou sobre Davi por mais de onze meses, desde o seu pecado de adultério com Bate-Seba, se transformou em mão de graça perdoadora, sem que Davi nada fizesse de meritório para tal, senão somente reconhecer e confessar o seu pecado, o que não havia feito naqueles onze meses, não meramente porque estivesse endurecido, mas porque não lhe foi concedido graça para arrependimento pelo Senhor, para que ele pudesse sair de debaixo da tristeza e opressão de espírito, em que se encontrava, as quais ele descreve neste salmo.
Davi sabia que o adultério era pecado.
Que o que havia feito a Urias foi um ato covarde e abominável de assassinato traiçoeiro.
Todavia, conseguiu crer que havia de fato sido perdoado por Deus, conforme lhe havia declarado o profeta Natã, depois dele ter confessado o seu pecado.
Temos que crer na bondade de Deus para perdoar os nossos pecados, ainda que nossa alma tenha permanecido em densas trevas por um longo período, nos impedindo que pudéssemos dar um só passo adiante na nossa comunhão com o Senhor.
A perseverança nos impõe que creiamos mesmo contra a esperança. Porque é assim fazendo que se chega a agradar a Deus, e que se move o Seu coração em nosso favor.         
Quando Natã disse a Davi que ele não morreria porque a sua transgressão havia sido perdoada por Deus, apesar das muitas terríveis consequências e sequelas que seriam decorrentes da mesma, Davi não se limitou a dizer a Deus muito obrigado.
Ou então a ficar simplesmente contente com a notícia de que havia sido perdoado.
Ele necessitava sentir a restauração da sua comunhão com o Senhor, pela testificação do Espírito Santo se movendo no seu interior, e voltando a lhe dar a antiga unção e alegria que ele havia perdido por causa do seu pecado.
Então ele se pôs a clamar e a orar pedindo a Deus que tivesse misericórdia dele, segundo a Sua benignidade e segundo a multidão das Suas misericórdias, e que apagasse as suas transgressões, por meio da manifestação de tal benignidade e misericórdia.
Ele pediu além disso que o Senhor o lavasse completamente da sua iniquidade e que o purificasse do seu pecado.
Porque ele conhecia agora a profundidade do seu pecado, porque este estivera sempre diante dele, e foi um pecado contra Deus, porque era uma ofensa contra as suas leis relativas ao adultério e ao homicídio, de modo que Deus seria justo no que julgasse contra ele, que havia agido como um malfeitor.
Ele não tinha como se justificar diante do Senhor, e não havia nada que pudesse desculpá-lo perante Ele, pelos seus atos, porque como todo homem, era pecador, concebido em pecado desde o ventre de sua mãe.
Mas Deus se compraz na verdade no íntimo e no recôndito lhe fez conhecer a sabedoria, porque sondou o seu coração e por meio do profeta Natã, revelou o que ele havia ocultado a seus próprios olhos, pensando que tinha direito de fazer tais coisas por causa da autoridade que tinha como rei.
Ele sabia que não poderia ter alegria espiritual, e ser livrado do sentimento de que seus ossos haviam sido esmagados pelo juízo de Deus, caso Ele não o purificasse, e o lavasse, para que ficasse mais alvo do que a neve.
Por isso pediu ao Senhor que escondesse o rosto dos seus pecados, não para não levá-los em conta, mas para que os esquecesse através do perdão, que apagaria todas as suas iniquidades, e criaria nele um coração puro, e renovaria mais uma vez nele um espírito inabalável, qual como o que possuía antes de ter pecado.
Como ele havia perdido a alegria da salvação, por ter entristecido (apagado) o Espírito Santo, se sentia repelido da presença do Senhor, e por isso Lhe pediu humildemente que restaurasse a sua vida espiritual, criando nele o mesmo espírito voluntário com o qual sempre Lhe havia servido.
Se o Senhor lhe concedesse esta bênção, então ele poderia ensinar aos transgressores os caminhos de Deus, e eles se converteriam a Ele, pelo próprio testemunho de lhe ter sido perdoado tão horrível pecado.
Não para incentivá-los a continuarem pecando contando com o perdão, porque bem sabia que de Deus não se zomba, e nem pode ser enganado, mas para que soubessem que há disponibilidade de graça e perdão suficientes para perdoar a todos os que buscarem viver em retidão perante Ele.
Jesus pagou o preço altíssimo para o nosso perdão, sofrendo a terrível pena em nosso lugar, quando morreu na cruz.
Então, sucedeu a Davi, o mesmo que ocorreria com Paulo no futuro, em seus argumentos para encorajar as pessoas a crerem no perdão de Jesus, porque se ele, perseguidor da Igreja, que era o principal dos pecadores, foi perdoado por Ele, então isto comprovava que estava disposto a perdoar a qualquer um que confiasse nEle como Salvador.
Tal foi o horror gerado no espírito de Davi pelos juízos que o Senhor havia trazido sobre ele, e agora o grande constrangimento pelo Seu amor, que em vez de ordenar a sua morte por apedrejamento, conforme exigia a Lei, usando de graça para com ele, perdoando o seu pecado, que Davi pediu que o Senhor o livrasse para o futuro de cometer crimes de sangue, tal como fizera com Urias, para que a sua língua pudesse exaltar a justiça do Senhor, que tem uma demanda com os homicidas.
Davi orou também pedindo a Deus que abrisse de novo os seus lábios para que o louvasse, compondo hinos de louvor, conforme lhe eram dados pelo Espírito, porque naqueles onze meses, a sua harpa ficou desafinada e os seus lábios permaneceram emudecidos, porque o Espírito já não se movia nele, lhe dando motivos para louvar ao seu Deus.
Assim, ele ofereceu a Deus o seu espírito quebrantado e o seu coração compungido e contrito, porque sabia que não seriam desprezados pelo Senhor, como sucederia com sacrifícios de animais que não fossem acompanhados por tal quebrantamento de espírito.
Finalmente, ele lembra que não se tratava apenas de restaurar a sua vida, mas a da própria nação de Israel que era liderada por ele, e que certamente ficara impactada negativamente por causa do desagrado de Deus em relação ao seu pecado, e por isso lhe pediu que fizesse bem a Sião, segundo a Sua boa vontade.
E uma vez restaurada a religião do coração tanto dele, quanto da nação, então poderiam se empenhar no culto cerimonial de apresentação de holocaustos e sacrifícios, que seriam então, agora, agradáveis a Deus.
O Senhor conhecia perfeitamente a Davi.
Sabia quão grande e sincero era o seu desejo de agradá-lO em tudo.
E viu como não podendo o diabo tentá-lo e fazê-lo cair no orgulho pelas vitórias de Davi nas guerras; pela grande prosperidade que o Senhor lhe havia dado em todo o seu reino; aproveitou-se e levou vantagem sobre ele quando o fez fixar seus olhos numa mulher que tomava banho nua à frente da sacada do seu palácio real.
O Senhor vira como por todos os meios o diabo tentara a Davi por longos anos, especialmente nas grandes perseguições e traições que recebeu da parte de Saul e de muitos dos seus conterrâneos, e como Davi resistira bravamente a tudo aquilo por amor do Seu nome, e para que este fosse glorificado ainda que à custa dos grandes sofrimentos que teve que suportar, então o Senhor se compadeceu dele, e Seu coração se encheu de misericórdia pelo Seu mavioso salmista, que agora se encontrava esmagado debaixo do peso do seu pecado.
Por isso não pôde resistir por muito tempo e lhe enviou o profeta Natã para que fosse restaurado e levantado novamente por Ele.
O mesmo o Senhor Jesus tem feito com todos aqueles do Seu povo que O amam sinceramente, e que desejam servi-lO acima dos seus próprios interesses.
Ele os levantará se porventura caírem, porque se compadecerá deles, tal como havia se compadecido de Davi no passado.                     


“Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões.
Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado.   
Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.
Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar.   
Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe.    Eis que te comprazes na verdade no íntimo e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria.   
Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve.   
Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste.   
Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades.   
Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.   
Não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito.   
Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário.   
Então, ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti.
Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua exaltará a tua justiça.   
Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca manifestará os teus louvores.   
Pois não te comprazes em sacrifícios; do contrário, eu tos daria; e não te agradas de holocaustos.
Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus.    Faze bem a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém.
Então, te agradarás dos sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; e sobre o teu altar se oferecerão novilhos.”




Publicado no site: O Melhor da Web em 01/12/2012
Código do Texto: 98704
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