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| 13/05/2013 18:29:16 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES | |
| VÊNUS Autor: José Mauro Cândido Mendes Vênus venha, Deusa da formosura! Oh, seduz o seu Netuno Façamos loucura de amor Toque seus lábios nos meus Sele sua boca em minha boca O seu corpo queima minha pele Afaga-me em delírios Seu suor me fascina e o seu cheiro embriaga-me O toque dos seus seios em meu tórax Excita-me, deixa-me em êxtase... O meu sexo extrapola o meu corpo Embrenha-se pelas suas coxas roliças Abriga-se no ninho do prazer Em movimentos suave-alucinantes Acoplamos-nos sem resistência E amamos sem pudor... |
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| 11/05/2013 20:10:21 :: NEYLOR MAGALHÃES | |
| TODOS OS DIAS, DIA DAS MÃES Mãe, bastante sofrida Mãe, que lição de vida Que belo presente Deus me deu Honro a sorte de ser filho teu Querida mãe, que felicidade Teu coração é uma cidade Como não ser contigo feliz Voce é a mãe que eu sempre quis Se acaso eu ando errado Voce me mostra o caminho Está sempre ao meu lado Seus conselhos são Divinos Mãe, neste sagrado dia Como é bom poder beijar À quem me trouxe à vida À quem o Amor Maior me dá O caminho que vai, volta Mais uma lição que Deus nos dá És, agora, minha filha É a minha vez de te cuidar Parabéns, minha mãezinha! Parabéns pelo seu Dia! És, do mundo, a melhor Mãe Não só hoje, todos os dias Já cansaste de ouvir Mas não canso de dizer: Com carinho e gratidão Mamãe, eu amo você! |
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| 12/04/2013 14:49:26 :: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA | |
| NO BALÉ... NA VIDA Coreografia não importa. O que conta é a minuciosidade dos gestos, a sutileza das expressões, o entreabrir dos braços, o interagir dos contatos, dos passos, das mãos, do corpo. A comunicabilidade do inatingível, do inefável. O mundo azul das percepões, o despojar-se do agora, do real. A sintonia de tudo que se externa, se relaciona. A leveza do ar que compactua, o exprimir-se do espaço, que não se premedita. A leveza... Em que canto o encanto se exprime? Nos pés, nos braços, no ar? Novamente a sintonia dos braços se sobrepõe. Não! Parece que a vida se desnudou naquele pequeno reduto... Mas, como na vida, há detalhes que não se captam, não se delimitam. Voo das garças, dos cisnes, de algum enigma? De sôfrego, um sim. É o recomeço. Ele vai, ela vem,num descobrir de emoções, de encantos inconsúteis, que o sentido não decifra, que o olhar confunde, que deixa tudo longínquo. Por quê? Ela se adianta. Ele distante está. Tudo como antes. Imagino a vida prometendo, acenando e, de inopino, fugindo como garças, esvoaçando-se como cisnes. Em cores vivas, impactantes, surpreendentes. Nesses gestos, de ida e vinda, sente-se que a vida é dinâmica e que não se pode defini-la. Porque ela é repleta de detalhes como no balé: A parada brusca, a investida arrojada. De repente tudo para. De repente tudo recomeça. Pura emoção. Viva o repentino da vida onde mora o imprevisível, onde ressurge a conquista! |
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| 09/04/2013 16:21:45 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES | |
| MEU PEQUENO COLIBRI Autor: José Mauro Cândido Mendes “Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se te multiplicarão os anos de vida” Prov. 4.10 D avi José, o meu colibri do cerrado, assim o cognominei meu príncipe abençoado A h! Como é gratificante tê-lo no nosso lar iluminado V ocê veio a este mundo no dia quatro de fevereiro – mês demarcado I ndício de muito amor a ser transbordado J esus te abençoou o caminho designado O nde quer que va, será sempre admirado S eja sábio e decidido por Deus sempre protegido E´ luz, é brilho – o seu saber por Deus agraciado Fev/2013 |
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| 19/03/2013 18:02:22 :: bruna | |
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| 22/02/2013 08:43:16 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES | |
| ESPLENDOROSO IPÊ Autor José Mauro Cândido Mendes A chegada do inverno é força aos ipês surge sua florada num espetáculo único e fascinante -dádiva da mãe natureza! Do encantamento de suas flores o branco da paz o roxo do destaque o amarelo da riqueza áurea o rosa do colorido especial Multicolorido mundo dos ipês os olhos que te contemplam são os mesmos que melancolicamente assistem o roncar da moto-serra e fatalmente sua queda! Aves e pássaros em tempo celebram alegremente num rito de cantos e danças toda exuberância de suas flores Nos montes e montanhas distantes lá estão em seu esplendor soberano flui por entre o verde escuro de nossas matas Num contraste entre o sofrimento E beleza- enfeitam ruas e praças E ali, o sufocam nas poluídas metrópoles Tristemente o seu choro ecoa, - em dor! pelo desmatamento sem pudor. |
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| 19/02/2013 23:10:37 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES | |
![]() MEU PEQUENO COLIBRI Autor: José Mauro Cândido Mendes “Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se te multiplicarão os anos de vida” Prov. 4.10 D avi José, o meu colibri do cerrado, assim o cognominei meu príncipe abençoado A h! Como é gratificante tê-lo no nosso lar iluminado V ocê veio a este mundo no dia quatro de fevereiro – mês demarcado I ndício de muito amor a ser transbordado J esus te abençoou o caminho designado O nde quer que va, será sempre admirado S eja sábio e decidido por Deus sempre protegido E´ luz, é brilho – o seu saber por Deus agraciado Fev/2013 |
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| 19/02/2013 23:06:41 :: JOSE MAURO CANDIDO MENDES | |
| MEU PEQUENO COLIBRI Autor: José Mauro Cândido Mendes “Ouve, filho meu, e aceita as minhas palavras, e se te multiplicarão os anos de vida” Prov. 4.10 D avi José, o meu colibri do cerrado, assim o cognominei meu príncipe abençoado A h! Como é gratificante tê-lo no nosso lar iluminado V ocê veio a este mundo no dia quatro de fevereiro – mês demarcado I ndício de muito amor a ser transbordado J esus te abençoou o caminho designado O nde quer que va, será sempre admirado S eja sábio e decidido por Deus sempre protegido E´ luz, é brilho – o seu saber por Deus agraciado fev/2013 |
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| 17/02/2013 14:14:36 :: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA | |
![]() Ser como você é? Mas Seria você, Não eu. O valor da vida mora justamente aí, na diferença... Pois, Com a assimilação de erros e acertos, aumenta-se a probabilidade de acertar! |
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| 02/02/2013 19:40:34 :: JOSE PRADO MOREIRA | |
![]() EM MIM O NADA É MAIOR E A TRISTEZA, VISÍVEL. Sou como um violão sem cordas, de onde o som produzido nao passa de uma mera e frágil imaginação, sem sombra,e ao calor do nada uma morada eterna se constrói, sou como a beleza de um grande navio atracado, sem vida e sem grandes histórias para ser contada, ou como um livro funesto, de onde as paginas inspiram a penumbra orvalhada sem importância. Sou a... era perdida, uma parte da história sobre a qual nenhum livro e nenhum autor de significância narrará,o beco de extremidades frias, calculista e indecisa, um mar angustia nervosamente expressada por um sorriso forjado, moldado a um instante de pura ironia, não da vida, mas do destino. Sou a pena que não escreve coisa alguma, que não voa por nenhum ar, o verso da moeda valiosa que é a vida. J.Prado |
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