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| 10/05/2009 02:48:01 :: GORETTI ALBUQUERQUE | |
![]() MEU LOUCO TORMENTO. Os beijos do meu amor Deixam inerte meu pobre corpo Aplacando em mim, desejos sem pudor Somos dois amantes, morrendo de Amor. Quando tu me amas, de maneira louca Provocas desejos, leva-me a loucura, sinto teu sabor. Mordes minha nuca, tira minha roupa Ouço-te arfando, já com voz tão rouca. Sempre nos amamos, feito dois meninos Ao tocar tua boca, escuto mil sinos Exalamos química, vêm os desatinos Uma fêmea tua, com brilho da lua, louco amor Sentimos. Oh! Meu anjo louco, sempre a me adorar Sou tua menina, gosto do teu cheiro, do jeito de Amar. Somos um do outro, dois corpos ardentes, sempre a Desejar Na doce Volúpia, em teu peito quente, vou me Acalentar. Meu louco tormento vai de encontro ao vento Conta dos Mistérios, dessa forma louca, desse amor Sem tempo, Vem ficar pertinho, me amar dengoso Somos tal criança, nesse Amor Mimoso! Goretti Albuquerque. |
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| 10/05/2009 02:46:29 :: GORETTI ALBUQUERQUE | |
![]() NÃO TE DEMORES... Meu Amor. Imensa vontade eu sinto agora de te abraçar Estou sofrendo anjo, com sua ausência Voltas meu amor, deixa-me te amar... Por que não parei para dizer: Sou Tua? Meu orgulho bobo... Não te deixei explicar Quero-te amado! Vens ao meu Altar! Cada segundo sem ti, a dor me consome Que desejo eu tenho, de gritar teu nome Só sei que meus dias, não têm mais valia Sem teu beijo doce, sinto-me vazia. Regressa amado, preciso teu corpo, estou tão calada. Sentas em meu colo, quero estar colada, sou a sua amada. O amor de dois corações inocentes, não morrerá Por que a separação, se agora choramos a falta desse Amor... Então, meu Menino... Esquece os transtornos Vem, jogue para longe, todo dissabor Lembra aquele dia, sobre os meus cabelos, puseste Uma flor... Sabes, fiquei zonza tal qual uma tonta, deixei-te me Amar. Não te demores tanto... Não vou suportar Pode ser que eu morra, por tanto te amar, Meu Amor Divino, feito um peregrino, sempre a me buscar. Quando o sol brilhar, venha me encontrar. Somos Almas Gêmeas, Quando separadas, é triste o penar. Meu anjo adorado, meu corpo tem sede, quero te abraçar. Goretti Albuquerque. |
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| 10/05/2009 02:44:52 :: GORETTI ALBUQUERQUE | |
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| 09/05/2009 19:11:04 :: MARCO HRUSCHKA | |
| O Vinho O vinho me liberta, me possui, me domina Libera o êxtase de outrora, o desejo do porvir Sinto que quero, mas não posso, minha sina Venha, companhia noturna, aproxima-se o finir O licor magnífico, escuro, mais que vermelho crina Transpassa ferindo de prazer ao ingerir O gozo gélido escaldante cheiro à marina Cabeça ao leu, a boca confessando ao sorrir O álcool fantástico possuidor de loucuras As minhas, sobretudo, as que me pertencem O ser estrangeiro que me habita as sombras puras Eis o ápice de mim próprio, almas que sentem Mais vinho! Não há, não há mais curas Um brinde à vida, o último gole, o Éden! |
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| 09/05/2009 14:33:16 :: LUCIENE LIMA PRADO | |
![]() POESIAS: PARA TEUS OLHOS SOMEWNTE TEU COLO SONETO DAS LÁGRIMAS SÓ NÓS DOIS (Vilanela) |
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| 09/05/2009 13:52:01 :: GORETTI ALBUQUERQUE | |
![]() Poema Suave Para Todas às “Mamães!” Sou Mamãe a Flor Um jardim de Amor Alguém que na Dor Vive sem Temor Estampando a Cor! Por momentos Vou Olhar mais quem Sou E amando eu Vou. Minha Luz Brotou A Paz já Chegou! Poema Suave A você Mamãe Rumo a uma Nave A Estrela “Mãe!” Tens olhar que Guia Orando em Magia Diz amar sua Cria A chorar Envias Seu: “Em Deus Confia!” Amor sem definição Sentimento Sublime, Bondade e Resignação! Montando essa Rima A “Mãe” sou por sina Meu verso te Ensina A lágrima de Estima E assino Em Cima Ser “Mãe” me Fascina! |
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| 09/05/2009 00:06:12 :: GORETTI ALBUQUERQUE | |
![]() “VITÓRIA!” Vitória não é somente O nome de uma mulher É superar sofrimento Enfrentar o que vier. Contra tudo e contra todos Salvando-se quem poder. Vitória de uma corrida De carro, cavalo, ou a pé Vitória é vencer na vida Não tendo “Um feito sequer.” Vitória é ter que ganhar É lutar contra a maré. Vitória alguém te conhece Depois de muito “Lutar” Não pense que é tudo fácil Tens muito que se esticar Nada é mole nessa vida Mais pra frente tens que andar. Vitória é a linda face Daquilo que mais se quer Desbravar sem se abater Pois para a lida se nasce Vais conhecer a “Vitória” Montando sua própria História. Goretti Albuquerque. |
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| 08/05/2009 23:52:30 :: GORETTI ALBUQUERQUE | |
![]() O ONTEM E O HOJE. Ontem eu sorria, hoje só sinto Ontem eram planos, hoje enganos Nem mesmo quero ter a certeza. Se o novo dia, trará tristeza. Ontem eu pensava como amar Hoje me acanho, só dei azar Mesmo que ontem eu me iludisse Hoje me esqueço, do que já disse. Ontem fui jovem, hoje anciã. Poço restou-me, para o amanhã Ontem me viste, sorrindo ao vento Hoje é bem triste, meu pensamento. Ontem lutei hoje eu tentei Ganhei batalhas, dentro da Lei Hoje sou frágil, muito mudei São muitas dores, que eu suportei. GORETTI ALBUQUERQUE. |
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| 08/05/2009 23:31:04 :: GORETTI ALBUQUERQUE | |
![]() GENTE HUMILDE. Sento sobre um parapeito De uma casinha antiga Sinto um cheirinho de mato Vejo um Senhor sem camisa Colhe seu feijão bem farto Nem se importa com a fadiga. Fico em silêncio pensando Em como trás paz pra mente Essa vida na fazenda. Tem fartura pra essa gente Tudo melhor que a encomenda Vem do Pai Onipotente. No curral vejo um bom gado Pastando gordo e sadio O homem lá continua Trabalha horas a fio Olha a criancinha nua Brincar sem temor na rua. Que beleza a passarada Sobrevoando no Céu Voam sobre a invernada Faz um tremendo escarcéu O beija-flor na sacada Traz no biquinho seu mel. Chapéu quebrado na testa Botas surradas nos pés Nunca foi a uma festa Jamais comeu canapés A vida que tem é essa Segue dando os pontapés. Seus olhos brilham no pouco Seu coração mostra e diz Tira a vida num sufoco Buscando ser seu Juiz Somente através do esforço O ser humano é feliz. Goretti Albuquerque. |
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| 08/05/2009 21:50:10 :: GORETTI ALBUQUERQUE | |
![]() O VELHO E O MENINO. Um pobre velho sentado Vê um menino tristonho Com as mãozinhas estendidas Pede um pedaço de pão O velho então lhe pergunta; Não te quiseram mais não? A semelhança dos dois Os faz amigos então O que um ganha é do outro E assim vão caminhando Um ensinando seu pouco Das dores do próprio corpo. O velho já foi menino Entende bem seu amigo Vai lhe passando da vida Lições que lhe servirão No decorrer de sua lida Vais precisar de um irmão. O menino aprendeu Tão somente a sonhar Que vida de gente grande É sempre sorrir, cantar Do que essa vida maçante Pensa o menino, ofegante. O velho e o menino Sofrem a mesma crueldade Foram jogados na vida Por entes queridos seus E lhe fizeram na verdade Tamanha perversidade. MARIA GORETTI ALBUQUERQUE. |
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