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| 23/02/2009 19:36:45 :: CRISTINA FIGUEIRA | |
![]() MULTIFACES Me diz Quem é o moço Que fala de amor Que usa tantos nomes E diz falsas verdades. Seria um poeta? Ator? Um escritor? Ou um ser enjaulado, Na sua identidade? Moço de finos e envolventes modos, Dotado de poesias, sutilezas e canções. Aquece minha alma com palavras suas E sem que se perceba rouba as atenções. Mas este mesmo moço esquece seus valores E sabe ser injusto, maldoso e cruel. Mascara os seus erros, as falhas dos seus atos. Indiferente, imputa-nos a culpa e a dor. Quem conhece este homem? Quantas faces ele tem? Não sabe a quem ama. Não é feliz também. 15/02/09 Lu@ |
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| 23/02/2009 17:31:46 :: FER FONTES(Cöllyßry) | |
![]() De que serve o sorriso Franco e doce dos Meus lábios… A lágrima vertida Na ternura do olhar… O tempo passa O círculo se fecha Nele encera os momentos Não doados! O sentimento que Guardas em ti … No silêncio, que invade Em conflito, longe Naufraga… Desola-me a distância Que fica entre mim E ti, nessa magoa sem fim… A flor esperada Mesmo sem gota de Orvalho, Não ofertada… Fer Fontes |
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| 23/02/2009 17:18:14 :: FER FONTES(Cöllyßry) | |
![]() Ouvem-se o rufar dos tambores ao longe A cada dia se aproxima mais o clímax do exagero Chamado “carnaval”… Gasta-se o que não se tem, Mas... Omais importante é o embebedar na fantasia E o atulhar no faz de conta… Fer Fontes |
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| 23/02/2009 08:18:12 :: ANTÓNIA RUIVO | |
![]() Cala-te palavra Que a boca amordaça Não vês que não tem graça Tanto alarido por nada Palavra feita lavra. Palavra conta Mil contos de encantar De criança bem fadada Como flor que desponta Por entre terra lavrada. Grita palavra de fé Sonora, abençoada Amada, venerada Ás vezes esconde o que é Uma causa perdida, nada. Sussurra palavra amor Hora morta na madrugada Junto ao peito da amada Floresce em tal esplendor Que precisa ser regada. Chegas-te palavra morte Assim sem dizer nada A vida está acabada Cada um com sua sorte Triste vida malfadada. Restou a palavra saudade Nesta mente baralhada De palavra arrastada Em rimas de enfermidade Saudade minha aliada |
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| 22/02/2009 02:19:50 :: RAFAEL MATOS ALVES | |
![]() Nossa Amazônia (soneto) Anoitece na floresta amazônica, Quando tudo parece tranqüilo, Percebe-se uma fumaça negra Subindo e se espalhando. Não se sabe qual a causa dessa fumaça, Mas suspeita-se que seja uma queimada criminosa, Como tantas que acontecem Por causa do maldito dinheiro. O homem está perdendo a sua consciência, Não vê que a Amazônia está morrendo aos poucos, Isso não é brincadeira. Só o Brasil tem uma floresta desse porte, Só o Brasil tem essa diversidade e riqueza. A Amazônia não pode se transformar em deserto. |
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| 21/02/2009 16:22:22 :: FER FONTES(Cöllyßry) | |
![]() "Não te embebedes na fantasia de cor e ritmo Porque… Te irás naufragar nas ondas do irreal". Fer Fontes |
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| 20/02/2009 18:23:42 :: SONINHA POETISA | |
![]() AMOR PLATÔNICO Bastou um olhar... Logo me apaixonei... Está atração que não passa de um amor platônico... E sabemos que nunca poderá chegar há lugar nenhum... Um amor, que o mar separa... A realidade está longe de nós dois... Sem cobranças... Sem apego... Sem sofrimento... Mesmo que o nosso coração, venha a sofrer de amor... Nada poderá ser feito... Somos diferentes... Com pensamentos e sonhos diferentes... Este desejo, esta fascinação, está ansiedade de estar o tempo todo com você... Não tem jeito... Nunca poderemos concretizar este amor... Preciso do seu amor... Mas sei que nada posso pedir. E começo a perceber que já sofro por você... E tudo, que eu não queria... Era sofrer por amor... Autora Sonia Dias Freitas Soninha Poetisa |
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| 18/02/2009 20:03:20 :: JOSÉ HORTENCIO S. ALBUQUERQUE | |
![]() O AMOR NÃO NASCE DO ACASO O amor não nasce do acaso, Mesmo que em tão curto prazo De comunicação constante, Talvez por estar distante Eu não soube cultivá-lo, Isso me fez um Vassalo Do meu próprio sentimento, E não tenho mais talento Pra conquistar meu topázio. Busco no meu consciente Algo que me represente Diante a tua nobreza, E vejo um órgão ofegante Que com batidas distante Revela minha tristeza. E essa minha expiação Que trago no coração Tanto mal já tem me feito, Até me sinto culpado Por tanto eu ter amado Sem saber o seu conceito. Da minha felicidade Eu sei que tens a metade, Por que eu a dividi, E se quiseres somar, É fácil me encontrar, Por que estarei aqui. Não demore muito tempo, Por que a chuva e o vento Corroem até metais, E se demorares tanto Talvez que nesse recanto Tu não me encontres mais. José Hortencio da Silveira Albuquerque |
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| 18/02/2009 13:10:04 :: MARCIO COSTA | |
| A janela A janela do terceiro andar, reflete a luz do luar, e o ar de boas vindas, trazido de outro lugar. Deixe essa janela aberta, para passar por ela os pensamentos, que vão além do horizonte, até voltarem pra cá. A janela mostra o reflexo da alma, o desconexo imantado, um complexo vitamínico, uma mistura dos sexos, a união desses versos. Foi à janela que vi aquele pôr do sol, no céu as cores mais belas do que qualquer quadro já pintado. Debruçado com os braços sobre ela, me sentia seguro. Foi à janela que passei muitas tardes, observando a rotina cotidiana dos que não me viam, observando o ir e vir dos que passavam. Nas noites de insônia ali fiz o meu refúgio, criei um mundo que podia viver em paz. Em volta de mim a janela era um escudo protetor, protegia das angústias e da dor. Foi à janela que conheci o meu amor. |
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| 17/02/2009 10:06:41 :: Godinho@Godinho | |
![]() DEGRADAÇÃO DA ESPÉCIE O mar engole aos milhares Aviões explodem nos ares Mosquitos são malditos Levam doenças aos lares Pedras que viram água Águas que viram pedra Homem perdendo o valor Sangue virando moeda Ventos,sol,tempestades Vem e arrasam cidades Crianças nascem sem tempo Velhos encurtam a idade Toda a água do planeta Já está comprometida O ódio excita a violência Falência múltipla da vida Vidas que pedem comida Respiram se contaminando Assistem a despedida O sopro da vida acabando A lua rejeita a visita O sol queima e envelhece O mar a ressaca vomita Terremotos a terra extremesse O vento trás o tormento O ar corroe,apodrece A terra berço das sementes Sepulta suas espécies O homem maior culpado Insiste acabar com a terra A ira inspirou a violência A ganância gerou a guerra Tudo isso é um alerta Para a degradação da espécie Tudo foi Deus quem criou Pena que o homem esquece Mas ainda não é o fim Deus renova o que consomem A criança que nasce é a prova Que ainda há esperanças no homem by:Godinho@Godinho |
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