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| 19/10/2009 10:46:09 :: GLÓRIA SALLES | |
![]() “Quem é este homem?” Quem é este homem que com movimento preciso Em tão suaves enleios desvenda minhas ilhas Faz ecoar suas vontades, é evidente e conciso. Entorpece-me e enlaça em suas armadilhas Quem é este homem que envolve lascivo E em seus subterfúgios e malicias me perco Que promete suprir meu compasso afetivo Arquiteta emboscada me prende em seu cerco Quem é este homem que me conduz sem musica Que num simples toque me desnuda os contornos Que reconstrói as palavras compondo suplicas E num atrevido juramento manifesta suborno Se minha artéria ferve com seus ardentes beijos Quero o fulgor do verbo envernizando os desejos Glória Salles |
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| 19/10/2009 00:46:02 :: Carmen chiara | |
| 18/10/2009 21:34:28 :: Carmen chiara | |
| 18/10/2009 12:44:40 :: LUCIENE LIMA PRADO | |
![]() SONETO À FLOR DOS TEUS SENTIDOS Não lhe poderei dizer com firmeza, Se nos poemas a minha alma exponho; A poesia é carne, caminho e sonho, Em que todos têm a mesma beleza. Alma que pode ser a tua ou a de um anjo, Não a distingo de mim nem da canção; Na poesia tenho mais de um coração Que palpitam formando um belo arranjo. Se disser que sou flor mesmo não sendo, A verdade de outrem é meu rebento; Pois eu digo que outras almas são minhas. Contudo, se de mim duvidas tanto, Se a ti provoco desmedido espanto, Tenha fé, então, nas minhas entrelinhas. (Luciene Lima Prado) |
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| 18/10/2009 09:32:36 :: MANOEL SERRÃO DA SILVEIRA LACERDA | |
![]() ILHÓSES [SerrãoManoel] Feito corpo. Feito alma. Feito espírito. Feito todos nós. Infestos de agruras abstêmias idem inglórios epítetos insultos os. Destape-na d’alma ó bardo a fenda da Trindade? Azo a sós, dê-se em essência parinda, tece pelo bico da Parkinson Odes diversas das que vos alinhava em métricas e retilíneas contadas quão sedas tecidas a ponto perfeito? Não ranço? Não o vil escárnio que o esfínque o escoa e sai escarro: a de não tê-las n’outras cartilhas o verbo a dor sido purgado para ser carne? Vês?! Vês que dor se for [do que duvido vate!] não é verbo para sê-lo, e se feito dor, porque dor se faz, nem sequer é carne. Feito dor. Feito verbo. Feito carne. Feito todos nós. É preciso tu, que o pensa ser, mais que tudo, útero, sede mais que os nós além dos ilhoses? De Goa a Macau, ousa te dizer? Ou é-me essência! Ou de fenestra a Ambrosina dos mortais. |
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| 17/10/2009 18:54:30 :: ELMIRA NUNES | |
![]() INQUIETUDE A minha antiga e envelhecida alma só quer achar seu berço, consolo e abrigo na segurança da terra natal. E ser apenas uma antiga alma tendo saudades sem saber de onde e inquietudes sem saber por quê. O que faz falta à minha alma antiga é tão sutil quanto uma brisa mansa e tão grandioso como a liberdade harmoniosa do universo inteiro. O que procura a minha alma antiga não está aqui no mundo que conheço. Onde estará o mundo de minha alma, como alcançar a prometida bênção? |
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| 17/10/2009 15:49:33 :: Carmen chiara | |
![]() Recebam meu carinho e um bom final de semana Aos aniversariantes tem um poema dedicado a vocês |
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| 17/10/2009 03:59:05 :: Carmen chiara | |
| 16/10/2009 21:53:42 :: RAFAEL MATOS ALVES | |
![]() # Retrato brasileiro (soneto - social) Crianças perdendo a sua infância com trabalhos extremamente pesados, Crianças que a cada dia que se passa tem suas vidas violadas, violadas no sentido mais restrito Que esta palavra possa ter, afinal, se isso não é violação, então, o que é? Está tudo completamente errado, isto pode ser percebido... claramente por quem quiser enxergar. É inacreditável que uma situação como essa ainda ocorra no nosso país. Isso é mais do que absurdo. O que essas crianças podem esperar para o futuro? que perspectiva terão? Pobres seres humanos que estão injustamente condenados a não sonharem. |
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| 16/10/2009 21:38:07 :: SONIA DE ARAUJO LIMA | |
![]() É dificil expressar é dificil expressar um sentimento que vem tao de dentro,nunca para de sonhar... nao cansa de esperar...expressa toda magia que nele há... se te amar é um sonho nao quero acordar... |
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