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CARLOS CUNHA / o Poeta sem limites
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Texto mais recente: Faz o que quiser comigo que afinal é nossa "foda" de Natal

Textos & Poesias || Contos

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Faz o que quiser comigo que afinal é nossa "foda" de Natal
01/01/2010
Autor(a): CARLOS CUNHA / o Poeta sem limites

Faz o que quiser comigo que afinal é nossa "foda" de Natal


- Anda Roseli, toma logo esse café que você está atrasada. Vai chegar tarde de novo na escola.

- Sossega mãe! Eu to sem pressa porque não vou ter a primeira aula. A professora de matemática ta doente.

- E as outras, você vai ter todas?

- Vou, mas não me espera pro almoço que eu tenho de ir á biblioteca. Vou passar horas lá fazendo consulta para um trabalho.

- Você não fica mais em casa menina! Todo dia arruma uma desculpa pra chegar tarde. Aposto que é por causa desse namorado que arrumou.

- Não tem nada que ver não mãe. Para de inventar estória vai!

- É, eu ando mesmo preocupada com você. Desde que conheceu esse rapaz não tem um dia que não está com ele.

- Ora mãe! Ele estuda na mesma classe que eu e é natural que estejamos juntos. To namorando quem gosto e a senhora mesma vive dizendo que ele é um ótimo rapaz. Não entendo essa sua conversa!

- Só to preocupada filha.

- Não tem porque mamãe! A senhora sabe que não sou mais criança e que pode confiar em mim.

- Ta, mas sou tua mãe e não tenho como não me preocupar.

- Então se preocupa, não posso fazer nada! Eu vou pra aula.

- Vê se vem em tempo de me ajudar a arrumar o seu quarto que a Márcia chega hoje á noite e vai ficar com você. Ela vem passar o Natal com a gente e só volta pro convento depois do ano novo.

- Não se preocupa que eu venho ajudar a senhora. Agora eu vou indo, me dá um beijo.





O Daniel e a Roseli saíram da escola e foram direto para o pequeno apartamento em que passavam horas se amando todos os dias. Se entregaram a uma deliciosa orgia, que os tornava cada vez mais apaixonados, e depois de terem vários orgasmos consecutivos descansavam nus, deitados na enorme cama redonda que era cercada de espelhos que refletiam os dois e conversavam:

- Por que não te falei? Sei lá eu! Acho que me esqueci.

- Mas como se esqueceu de me contar uma coisa assim! Onde essa sua irmã mora?

- Num convento. Ela é noviça e já está lá há mais de um ano.

- Noviça! Você tem uma irmã noviça? Ela se parece com você?

- Em tudo. Na verdade somos iguais. Nós somos gêmeas.

- Jura! Você tem uma irmã gêmea que é noviça? E por que ela resolveu ser freira?

- Por causa de um rapaz. Ela era apaixonada por ele e os dois ficaram noivos, só que o filho da puta a largou e casou com a melhor amiga dela.

- Meu Deus, não dá pra acreditar!





- Oi mãe, cheguei.

- Oi filha, conseguiu fazer o trabalho?

- Fiz sim. Não foi fácil, mas o Daniel me ajudou bastante.

- Daniel... Daniel...

- Não começa de novo mãe!

- Ta bom, vamos subir que daqui a pouco sua irmã ta ai e nós temos muito pra fazer. Seu pai foi na estação pra buscar ela.





A Márcia abraçou a mãe e a irmã cheia de felicidade quando chegou.

- Mamãe querida quanta saudade. Minha doce irmãzinha você está linda, tava louca pra te ver.

- Você também está maravilhosa Márcia, até que essa roupa lhe cai muito bem.

- Ela é um pouco quente aqui fora do convento. Acho que me acostumei tanto com ela que não saberia usar outra!

- Como é a sua vida lá? Conta tudo pra mim.

- Depois, agora só quero tomar um banho e dormir um pouco.

- Vai Roseli, leva sua irmã lá pra cima e a deixa descansar. Vocês vão ter muito tempo pra conversar.





- Oi, que horas são?

- Quase dez sua dorminhoca. Você dormiu bem?

- E como! Também, eu estava muito cansada por causa da viagem.

- Imagino. Vamos descer que a mamãe ta esperando você acordar pra te esquentar a janta. Nós já jantamos, mas achamos melhor te deixar descansar.

- Vamos sim, to mesmo com muita fome. Espera até eu colocar a minha roupa e a gente desce.

- Desce assim mesmo, daqui a pouco a gente volta a subir e você vai ter de tirar tudo de novo!

- Com o seu pijama?

- Que é que tem? - nós não estamos no convento menina! É a sua casa e nela só tem eu, a mamãe e o papai, além de você. Vamos assim mesmo.

- É, você tem razão, acho que não tem nada demais mesmo. Vou aproveitar que faz tempo que não me sinto assim á vontade!





Mais tarde as duas estavam de novo sozinhas no quarto...

- Pronto, agora que você já descansou e encheu a barriga com a comidinha gostosa da mamãe, começa a me contar. Como é viver em um convento?

- É uma maneira calma de viver. Lá eu tenho paz.

- Não sente falta de diversão? Não é muito monótono?

- Até que não. A gente estuda bastante, pratica muito esporte, conversa brinca e se diverte também todos os dias. Quando cheguei achei horrível, mas qualquer lugar em que estivesse naquela época eu também acharia e não estaria infeliz. Agora eu me acostumei e sou feliz lá.

- E de rapazes, não sente alta?

- Sei lá. Acho que não.

- Não acredito! Você ficou mesmo um ano inteiro sem transar?

- Com rapazes sim.

- Como assim com rapazes? Você transa com outras meninas? Virou lésbica?

- Não é isso. Você não vai entender. Lá a gente se sente sozinha e passa viver de saudades e lembranças. Somos todas mulheres e vivemos, dormimos, tomamos banho e fazemos tudo juntas. É normal isso acontecer. No começo eu me masturbava, até que um dia eu senti curiosidade e cedi ao assedio de uma das meninas que queria me chupar. Ta certo que não é como transar com rapazes, mas quando a gente se chupa ou masturba, uma a outra, é bom.

- Mas se você gosta de sexo por que não sai de lá e arruma um carinha lindo pra transar?

- Acho que me acostumei. Como falei, sou feliz com a vida que levo. Agora me fala de você. A mamãe disse que você está namorando.

- É, eu to. Conheci um carinha incrível. Ele é muito bom rapaz e é delicioso, o maior tesão.

- E vocês transam?

- Claro. Ele...

E a Roseli contou pra Márcia sobre o apartamento que o namorado dela tinha alugado e falou, com detalhes, das orgias que os dois faziam nele. Ela ouviu tão extasiada que nem percebeu a inveja que sentiu da irmã!
Quando, naquela noite, as duas foram deitar a Márcia demorou muito para pegar no sono e só conseguiu depois que se masturbou em silêncio sob o lençol.





No outro dia era véspera de Natal e as irmãs conversavam depois do café, quando a Roseli falou:

- To a fim de fazer uma brincadeira com o Daniel, mas preciso da sua ajuda. Hoje ele vai passar a noite de Natal com os pais dele, mas amanhã vem almoçar com a gente e te conhecer. Queria que você colocasse um vestido meu e que me emprestasse o seu hábito quando ele vier. Vamos fingir que você é eu e que eu sou você pra ver se ele percebe.

É claro que vai perceber, ele é seu namorado e logo vai sentir a brincadeira.

- Será? Aposto que se a gente fingir direitinho consegue enganar ele e a todo mundo, ela disse rindo enquanto imaginava a peraltice que estava programando.

- E se ele quiser me beijar?

- Na frente do papai e da mamãe ele é muito discreto. Não vai mais que te dar um beijo no rosto.

- Você é quem sabe, por mim eu topo. Só que se ele ficar com raiva de mim ou brigar com você, por causa da brincadeira, eu não vou ser culpada.

- Que nada, ele vai e dar muita risada quando ficar sabendo.





- Esta é a irmã que eu te falei.

A Márcia, dentro de um lindo vestido branco e fingindo ser a irmã, se dirigiu ao Daniel assim que ele chegou e falou pra ele as palavras ensaiadas que tinha combinado com a Roseli e o rapaz olhava para elas de boca aberta. Sua namorada tinha lhe falado da irmã gêmea, só que mesmo assim ele levou um choque quando as viu juntas. Eram mesmo iguais.

- A Roseli me falou que vocês eram gêmeas, mas mesmo assim não estava preparado para vê-las juntas. É surpreendente! – foi tudo o que ele conseguiu dizer olhando confuso para uma e para a outra.

- Olá, então você é o Daniel? – a namorada perguntou pra ele, antes que ele se recuperasse da surpresa, vestida com o hábito austero da irmã e fingindo ser ela. A Roseli só me falou de você desde a hora que eu cheguei! Espero que sejamos bons amigos.

- Muito prazer Márcia, ele respondeu para a namorada crente que estava falando mesmo com a irmã dela. Você é tão bonita como sua irmã, disse para a elogiar e seus olhos brilhavam de encantamento enquanto falava.

Os três conversaram bastante antes e durante o almoço, sem que o Daniel ou os pais delas ao menos desconfiassem da brincadeira. Os velhos abusaram bastante do vinho, por ser aquela uma data especial, e por isso logo deixaram os jovens conversando e subiram para tirar uma soneca. Os três mantiveram um papo animado durante um bom tempo, até que de repente a Roseli, que ainda fazia o papel da irmã, resolveu levar aquela brincadeira mais longe e disse:

- Bom, eu também vou descansar um pouco. Tenho certeza que vocês querem ficar sozinhos um pouco, ela falou olhando para a irmã com um sorriso meigo nos olhos.

- Não Ro... Márcia, fique com a gente! Tudo bem! – a irmã respondeu apavorada e sem entender porque ela fazia aquilo.

- Não estou acostumada com o vinho e o pouco que tomei me deixou mole. É melhor eu me deitar.

- Mas... – a Márcia começou a dizer e foi interrompida.

- Tudo bem irmãzinha, tenho certeza que o Daniel vai adorar ficar sozinho com você. Até já. Até Daniel, ela disse e virando-se subiu a escada que levava para os quartos.





- Essa minha irmã é uma louca! – a Márcia falou admirada e sem saber o que fazer na situação em que tinha sido colocada.

- Eu não acho. Ela só quis ser legal e nos deixou sozinhos. Acho que a gente devia aproveitar.

- Mas... Eu... – foi tudo o que ela conseguiu dizer porque o namorado da irmã a pegou de surpresa e calou seus lábios com um beijo apaixonado.

Ela não resistiu e cedeu ao beijo. Saboreava aquele carinho quando ele ergueu o vestido dela e colocou a mão dentro de sua calcinha, a deixando na mesma hora toda molhada e bastou que sentisse o dedo dele sendo enfiado em sua vagina para que na mesma hora tivesse um gozo maravilhoso.

- Nossa meu amor, como você gozou depressa! Agora me chupa que eu também quero gozar.

- Não... A minha irmã... Meus pais...

- Seus pais tomaram tanto vinho que vão dormir até amanhã e sua irmã nos deixou sozinhos pra podermos namorar! Vai, me chupa.

A Márcia estava completamente tonta e sem saber que atitude tomar para sair daquela situação, mas quando olhou o pau enorme que o Daniel tirou pra fora não agüentou o tesão que a dominou e acabou metendo a boca nele. Chupou com vontade até que o rapaz gozou e encheu sua boca de porra.

- Que delicia, você chupa cada vez mais gostoso!

- Seu louco! Minha irmã...

- Pra de falar nessa sua irmã Roseli! Deixa de frescura que ela ta legal. Se você se preocupa tanto com ela sobe até lá e vê como ela está, mas não demora.

A Márcia aproveitou pra fugir dali. Subiu correndo a escada e entrou no quarto quase chorando. Quando a viu naquele estado a irmã lhe perguntou preocupada:

- O que aconteceu menina? Por que você está assim?

- Você é louca Roseli? Por que me deixou sozinha com o seu namorado? Ele me beijou!

- Só isso? Não acredito! Eu conheço bem ele e sei que deve ter te dado o maior amasso.

- Ele... Ele...

- Eu sei... Eu sei. No mínimo ele enfiou o dedo na sua “xaninha” e te fez gozar. Não foi?

- Não... Eu... Roseli!

- Tudo bem. Eu te deixei sozinha lá com ele pra que isso acontecesse e vejo que aconteceu, em volta da sua boca ainda está tudo melado. Diz pra mim vai, foi bom ou não foi?

- Foi, a Márcia balbuciou e caiu em prantos nos braços da irmã.

- Não chora fofinha. Entenda que nós duas além de sermos irmãs na verdade somos uma só. Para eu estar bem preciso saber que você é mesmo feliz. Sinto muito a sua falta e agora quem sabe, depois de provar de novo o que a vida tem pra te dar aqui fora, você não resolve ficar com a gente.

- Mas você não senti ciúmes? Não está com raiva de mim?

- Claro que não! Teria ciúmes de outra pessoa, não de você. Agora vai tomar um banho e me da essa roupa pra eu vestir. Vou descer e falar com o Daniel que deve estar puto. Ele odeia ficar sozinho.

- Vai contar pra ele?

- Agora não. Só vou namorar um pouco, só que agora vou ser eu mesma que vou trepar com ele e fazer ele gozar. To precisando irmãzinha, essa história toda me deixou cheia de tesão.





- Oi amor, voltei.

- Oi, estava quase indo embora. Você demorou pra cacete.

- Só fiquei um pouquinho conversando com a minha irmã querido! Falávamos de você.

- E como ela está?

- Legal. Ta tomando um banho e disse que vai dormir. Mandou te dar um abraço e disse que adorou te conhecer. Ela também falou pra gente aproveitar bastante, o que você acha?

- Puxa, demorou!

- Vem, deixa eu te chupar todinho. Mete em mim, me enraba, faz o que quiser comigo que afinal é a nossa foda de Natal.




Publicado no site: O Melhor da Web em 01/01/2010
Código do Texto: 48075
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