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LUIGI RICCIARDI

Este mundo, não o fatigaremos de repetir, é uma comédia de enganos.
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LUIGI RICCIARDI
Aniversário: 22/03
Cadastrado desde: 10/05/2009 -

Texto mais recente: Danação - Laís Carla



Perfil
Quem sou eu...
“Sou a noite no apagar das luzes. Sou a lamparina que se apaga e não retorna a se ascender. E a luz muda dos postes que ilumina as ruas também sou eu. Sou a lágrima da vela que queima, sou o canto escuro do quarto, sou aqueles que não têm vela. Sou o mendigo açoitado pela polícia porque teve fome, sou o bandido que mata e vê a cena do mendigo espancado. Sou a polícia abusiva. Também posso ser a menina que sonha em encontrar o amado, sou o amado a esperar na estação. Posso ser o trem que a conduz ao seu destino, mas sou o trilho descarrilado na montanha”. Trecho de “Sou...”

Sou Luigi Ricciardi, nasci em Londrina/PR em 1982. Cinco anos mais tarde me transferi com a minha família para Maringá/PR, onde moro até os dias de hoje. Curso o último ano de Letras na Universidade Estadual de Maringá (UEM), onde desenvolvo um projeto de iniciação científica intitulado “O Inexplicável nas Personagens Femininas em Saramago”, trabalhando a Literatura Fantástica e Crítica Feminista dentro de duas obras deste escritor. Desde criança sempre gostei muito de ler e a forma que eu mais gostava de me expressar era por meio da escrita. Mas meu primeiro contato com a arte foi na música, no início da adolescência, cantando em corais, arranhando algumas composições e mais tarde tocando nas noites da cidade. Só depois é que a literatura entrou em minha vida, e para ganhar um espaço grande de onde jamais saiu. Hoje, além de publicar pela Câmara Brasileira, tenho espaço em um blog www.expressaoliteraria.blogspot.com, (utilizo o pseudônimo de Luigi Ricciardi) onde as pessoas podem ler meus textos (já devidamente registrados e com direitos autorais reservados para evitar possíveis problemas – eu aconselho a todos a fazerem o mesmo antes de soltarem seus textos pela internet).

Meu interesse pela poesia/literatura
Como disse, desde criança sempre gostei de ler. Meu pai me trazia sempre gibis e alguns pequenos livros. Durante a adolescência li muitos livros desta faixa etária e quando entrei na vida adulta passei a “devorar” as obras que me indicavam. Um dos primeiros grandes livros que mudaram a minha vida foi “Dom Casmurro” de Machado de Assis, depois o “Memórias Póstumas de Brás Cubas”. Contudo, quando conheci dois escritores contemporâneos minha visão guinou de direção. Os livros “Ensaio Sobre a Cegueira” e “As Intermitências da Morte” de José Saramago e “Cem Anos de Solidão” de Gabriel García Márquez, que são até hoje meus preferidos, foram lidos na época em que minha produção literária começava a ser mais constante. A partir de então vi que eu tinha uma responsabilidade como escritor: a de retratar a vida, com todos os seus sentimentos, podridões e valores que devem ser respeitados e outros que devem ser repensados.

Relação da minha vida com a minha obra
Comecei escrevendo letras de música, depois passei para poemas, até que uma amiga me contou um fato corriqueiro de sua vida e me disse: “Isso dá até um conto, porque você não escreve?”. Senti-me retraído, confesso, de início. Nunca achei que pudesse desenvolver qualquer tipo de narrativa. Com o passar dos dias a idéia se fixou em minha mente e o medo, de pouco em pouco, foi se esvaindo, e acabei escrevendo o meu primeiro conto. A partir daí não parei mais e hoje é o tipo de texto que eu mais gosto de escrever e o que mais me agrada. E toda vez que vejo um texto meu publicado eu acabo por relê-lo. E, momentaneamente, parece que aquilo não é meu, sinto aquele texto longe, como se caminhasse por si só e recebesse contornos que eu não tivesse dado. Mas fico feliz porque eles têm vida, e é essa a grande finalidade.
Quanto à relação do momento da escrita, digamos que é muito forte, e com períodos conturbados. Há tempos que parece que as idéias não vêm, e então penso que nunca mais virão e nunca mais escreverei. Mas é só uma fase, logo depois pinta a idéia, vem a sensação e o texto sai. Entendo quando a Clarice dizia que quando não escrevia estava morta, é uma fase quase desértica, com a areia a nos entrar pelos ouvidos e o olhar com dificuldade de se manter fixo. Mas é um vai e vem, logo vem a cachoeira a sussurrar poesias nos ouvidos. E então a idéia vem como um passeio no oásis. Mas escrever é também estar um pouco morto, é sair de si, é dar vida para outras vidas, é sentir outras sensações e se tornar alguém que jamais foi e jamais voltará a ser.

Meus preferidos
Disparadamente José Saramago é meu preferido. Gosto da maneira com que ele escreve, como ele filosofa sobre os pensamentos e ditados mais simples do ser humano, e a maneira como ele desconstrói as classes e coloca sempre o marginalizado ou o pobre acima daqueles que detém as posses materiais. É um gênio. Não é à toa que continua sendo o único escritor de língua portuguesa a ser laureado com o Nobel. Contudo, leio outros grandes autores e também gosto muito deles como Clarice Lispector, Machado de Assis, Gabriel García Márquez, Stephen King, Fernando Pessoa, Cristovão Tezza, Roberto Drummond, Lygia Fagundes Telles, Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Edgar Allan Poe, entre outros.



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