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JÚLIO SARAIVA

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JÚLIO SARAIVA
Aniversário: 06/08
Cadastrado desde: 14/07/2009 -

Texto mais recente: ELIS



Perfil
Nasci em São Paulo, na rua Frei Caneca, a 6 de agosto de 1956, quarta-feira, às nove e quinze da manhã. São Paulo era uma cidade respirável.Podia-se andar nas ruas a qualquer hora sem o risco de assalto ou atropelamento.
Felizmente, nunca fui talento precoce. A literatura entrou na minha vida aos 19 anos, quando, por falta de opção, ingressei no jornalismo profissional. Passei por quase todas as redações de jornais e revistas. Ganhei alguns prêmios. Fiz alguns amigos. E muitos inimigos também. Antes de ser jornalista, eu queria ser jogador de futebol. Mas faltou habilidade com a bola. Por muito pouco também não me tornei monge beneditino. Felizmente, conheci mulher a tempo. Cedo também ingressei na militância política. O país vivia os horrores da ditadura. Entrei para o Partido Comunista Brasileiro. Participei de passeatas. Panfletei. Fui preso algumas vezes. Coisa estranha para quem quase se fechou num mosteiro. Eu não entendia nada de política, como continuo a não entender até hoje.
Casei e descasei algumas vezes.Se precisar voltar a gritar - tomara que não - abaixo a ditadura, grito de novo. Ainda creio na utopia. Penso que qualquer dia desses o Cavaleiro da Esperança ressuscitará dos mortos. Sou um socialista que, de vez em quando, acredita em Deus. Tenho simpatia pelos santos Francisco de Assis - o pai dos hippies - e Teresa de Ávila, mulher fantástica, não só no sentido místico, mas também como escritora. Até José Saramago, ateu convicto, a respeita.
Publiquei dois livros de poemas - A Mímica do Vento e Liturgia dos Náufragos. Fui publicado numa antologia em Portugal. Em Portugal, recebi de um site a menção de qualidade de prosa. Mas nada disso me deu dinheiro. Não frequento rodas de intelectuais - são todos muito chatos. Prefiro bares ordinários, onde posso beber cachaça, falar de futebol e de outras coisas que a gente comum do meu país fala. Sou, acima de tudo, um homem comum.Com uma porrada de defeitos e algumas qualidades. Gosto mais é de sair por aí madrugada fora, sempre me procurando. Mas tenho medo de me encontrar. Melhor deixar a coisa assim como está.

JS



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