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Textos & Poesias || Poesia

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MINHAS PEQUENAS POESIAS VI
11/01/2018
Autor(a): JOÃO NUNES VENTURA

MINHAS PEQUENAS POESIAS VI

      MINHAS PEQUENAS POESIAS – VI    -    João Nunes Ventura

            EU TE AMO   
Se tu estás feliz eu te amo
Também eu te amo na dor,
Com estas flores eu te dou
O meu carinho e inclinação,
E eu te amo do jeito que és                     
Amo-te quando estás triste,
E o meu amor para ti existe
Como sonho do teu coração.

         FIZ MINHA ORAÇÃO
Hoje cedinho fiz minha oração
Os pensamentos livres a voar,
Com o céu eu fiquei a sonhar
Na paz serena da eternidade,            
Em Deus procuro meu abrigo
Nele eu encontro a minha luz,
Nos meus sonhos eu vejo Jesus
Benzer as ruas da minha cidade.

         FLOR ENCANTADA   
Criança formosa teu olhar
Tem a cor do teu encanto,
Na canção para ti eu canto
Oh! Criança de Deus amada,
Tu és doce milagre da vida
O teu coração é só doçura,
Tua cor é mel de formosura
Menina bela flor encantada.

         GENTIL MULHER         
Menina linda gentil mulher
Doce criação da natureza,
Que te adornou de beleza               
Entre flores a mais formosa,
Germina cheia de encanto
Perfuma o jardim da vida,
Tu és flor amada e querida
Mais bela do que a rosa.

         GESTO DE TERNURA               
Deus que me fez olhar o mundo
E até me consentiu envelhecer,
Pode até rugas na face aparecer
Que meu coração mostra doçura,
Nunca eu vou desprezar o amor
Enquanto na vida puder enxergar,
Sempre quero poder demonstrar
Amável gesto de amor e ternura.

         INVERNO
Em dia nublado céu de inverno
No despertar dos meus sonhos,
Os meus semblantes risonhos
Nas cores do galo de campina,
No verde do solo o passarinho
Rodopiava assim alegremente,
Cantava para mim docemente
Banhado em gotas de chuva fina.
  
         JOGADA POR AÍ            
Se você fosse papel ao vento
Você seria papel de confete,
A beleza do seu olhar reflete
Para colorir o olhar da gente,
Se você fosse jogada por aí
Acharia o perfume das flores,
E as pétalas de várias cores
Adornava seu olhar contente.

         JUAZEIRO   
No tronco de um juazeiro,
Junto ao rio do meu sertão
Eu desenhei o teu coração
Quando ainda era criança,
Voltando a antiga morada
Do juazeiro eu me lembrei
Com amor então pendurei
Meu coração de esperança.

         LAGO DE AMOR   
Lá nas bandas onde moro
Um pedacinho do Nordeste,
A mãe pata assim se veste
Seu orgulho tem mais valor,
E meu Deus uma formosura
E a natureza enorme e bela
Faz da vida o encanto dela
Em um lindo lago de amor.

         LAÇOS DE AMOR      
Não consigo agora segurar
Pranto que meus olhos choram,
Tanta gente que foi embora
E tanta tristeza nos deixou,
Toda chapecoense chorou
No triste adeus da despedida,
E que fique no sonho da vida
Esperanças e laços de amor.



Publicado no site: O Melhor da Web em 11/01/2018
Código do Texto: 136323
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