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Textos & Poesias || Evangélicas

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Não Apenas por Palavras, mas por Poder
17/05/2019
Autor(a): Silvio Dutra

Não Apenas por Palavras, mas por Poder


Por
Silvio Dutra
Mai/2019
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A474
Alves, Silvio Dutra
Não apena por palavras, mas por poder / Silvio
Dutra Alves
Rio de Janeiro, 2019.
24p.; 14,8 x21cm
1. Teologia. 2. Vida Cristã. 3. Santificação
I. Título.
CDD 252
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“4 A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, 5 para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus.” (I Coríntios 2.4,5) “18 Alguns se ensoberbeceram, como se eu não tivesse de ir ter convosco; 19 mas, em breve, irei visitar-vos, se o Senhor quiser, e, então, conhecerei não a palavra, mas o poder dos ensoberbecidos. 20 Porque o reino de Deus consiste não em palavra, mas em poder.” (I Coríntios 4.18-20). “18 Porque não ousarei discorrer sobre coisa alguma, senão sobre aquelas que Cristo fez por meu intermédio, para conduzir os gentios à obediência, por palavra e por obras, 19 por força de sinais e prodígios, pelo poder do Espírito Santo; de maneira que, desde Jerusalém e circunvizinhanças até ao Ilírico, tenho divulgado o evangelho de Cristo,” (Romanos 15.18,19)
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A palavra falada ou escrita apenas descreve a essência das coisas e interpreta nossos sentimentos, pensamentos, nossas emoções e ações, não sendo, contudo, a própria essência de tudo isto. Tanto é assim, que existem centenas de idiomas no mundo, considerando-se inclusive as chamada línguas mortas, que vão desaparecendo ao longo da história. Deus não poderia portanto limitar suas ações e juízos morais baseando-se apenas na expressão verbal humana, sem levar em conta os reais motivos, intenções e imaginações da mente e do coração que se encontram por detrás de tais palavras. Não que haja qualquer dificuldade em Deus para entender e se comunicar em todos os idiomas, mas pelo fato de se basear na verdade e na realidade dos fatos, e não na mera expressão verbal, que pode, inclusive, ser aparente, superficial e mentirosa. Como vimos nas palavras do apóstolo, a mensagem do evangelho deve ser feita em palavras, mas não somente em palavras, como também em poder, pois a fé não deve repousar
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apenas na palavra da verdade como também no poder de Deus. É muito fácil entender este princípio, pois qual é o valor do desejo e da intenção se não forem acompanhados pela ação correspondente? A mera expressão do desejo de obedecer sem a obediência efetiva, não é nenhuma obediência real. Lembram da parábola de Jesus sobre os dois filhos convocados para trabalhar pelo seu pai? Deus requer a verdade aplicada no íntimo, com todas as suas ações correspondentes sendo exercidas efetivamente. O que diz ter crido deve apresentar as evidências das boas obras da fé. Quem diz ter sido justificado deve comprová-lo para si mesmo pela prática das obras da justiça. Quem diz ter nascido de novo deve manifestá-lo pela santificação de sua vida pelo Espírito Santo. Porque onde Deus não tiver operado com o Seu poder, na transformação de pecadores em santos, nenhuma palavra poderá fazer aquilo
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que somente pode ser trazido à existência pelo poder sobrenatural de Deus. De modo que a pregação do evangelho em palavras deve ser acompanhada do Espírito Santo para que seja operado na prática tudo aquilo que é dito em palavras para a proclamação da verdade. Deus não vê apenas o exterior, inclusive aquele que é descrito por nossas palavras, mas efetua a leitura de nossos corações, daquilo que realmente somos, pensamos e fazemos. Ele interpreta nossos desejos, emoções, sentimentos, vontade, inclusive pelos sinais fisiológicos que são emitidos pela liberação de toda a sorte de elementos químicos que são emitidos em correspondência a nossas reais motivações interiores. Davi expressou esta verdade no Salmo 51, quando se apresentou a Deus para confessar o seu pecado cometido contra Urias, com Bate-Seba, pois sabia que nada poderia ser escondido do Senhor, e não lhe restava a alternativa de reconhecer toda a verdade relativa a seu pecado perante Ele.
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“4 Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar. 5 Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe. 6 Eis que te comprazes na verdade no íntimo e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria.” (Salmo 51.4-6). Isto demarca a diferença que há entre um religioso nominal hipócrita e um verdadeiro e sincero filho de Deus. O primeiro está ocupado com questões exteriores e expressão de palavras religiosas, sem que tenha experimentado qualquer transformação de vida pelo poder de Deus, conforme é o caso do verdadeiro crente, e que por conseguinte, estará ocupado com a real condição de sua mente e coração. Há um trabalho de santificação em crescimento espiritual progressivo a ser realizado na vida de todo verdadeiro filho de Deus, e isto não pode ser feito apenas com o estudo e meditação a Palavra de Deus, e de nenhum modo por meras palavras de sabedoria humana.
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É requerido um despojamento das obras da carne e um revestimento do fruto do Espírito Santo, e isto não é feito apenas por palavras, mas pela efetiva operação do poder do Espírito Santo. Os coríntios rebeldes criavam divisões na igreja gloriando-se no conhecimento intelectual deles. Eles estavam muito satisfeitos com o avanço que tinham feito no conhecimento de assuntos religiosos, todavia o apóstolo disse que eram conduzidos pela inclinação da carne, e não pelo Espírito Santo, em suas reais motivações. Eles deveriam demonstrar a manifestação do poder de Deus em suas vidas, pela transformação em crentes espirituais, e não sendo carnais como era o caso deles. Paulo queria ver este poder de Deus em suas vidas, e não apenas seus argumentos verbais, ainda que fossem em defesa da verdade, que não teriam qualquer eficácia, caso não se lavassem da péssima condição espiritual em que se encontravam. Vasos de honra só podem ser usados por Deus, e terem real comunhão com Ele, caso estejam limpos, em verdadeira santificação de vida, por estarem separados das coisas que são carnais e
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mundanas, para um viver das que são celestiais, espirituais e divinas. “O saber ensoberbece, mas o amor edifica. Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber.” (I Coríntios 8.1b,2). Quando o conhecimento não é acompanhado pela expressão do amor de Deus em nossa vida, isto nos torna expostos a nos ensoberbecemos e nos gloriarmos no conhecimento pelo mero conhecimento, e não por qualquer aplicação útil do mesmo em amor. O conhecimento dos coríntios, em vez de ser usado para promover a unidade entre os crentes em amor, estava, ao contrário levando-os a se dividirem em vários partidos, conforme suas conveniências particulares. Não era a glória de Cristo que estavam visando. Não estavam vivendo em humildade, mansidão e em submissão mútua, mas em disputas em que buscavam a autoglorificação. Alguns se gabavam de comer carnes sacrificadas a ídolos, pelo alegado conhecimento de que os ídolos não são de fato deuses. Mas, o apóstolo apontou o erro a que estavam sendo conduzidos com o seu alegado
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conhecimento, pois se o ídolo nada é, todavia estas coisas estão associadas a demônios e ao culto promovido a eles e por eles.
Com isto, estavam se condenando com aquilo que aprovavam, e rejeitando os irmãos na fé que não tinham o mesmo entendimento deles.
A cura dos coríntios passava pela prescrição que lhes seria feita pelo apóstolo no décimo terceiro capítulo da mesma epístola: 1 Cor – 13 1 Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. 2 Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. 3 E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. 4 O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,
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5 não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; 6 não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; 7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8 O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; 9 porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. 10 Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado. 11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino. 12 Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido.
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13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.
A realidade de que o nosso conhecimento sempre será parcial enquanto estivermos neste mundo, deve servir para nos convocar a sermos humildes em nossa caminhada cristã, reconhecendo que somos aceitos por Deus por mera graça e misericórdia, e não pelo conhecimento que temos alcançado. “Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o SENHOR pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus.” (Miqueias 6.8). “23 Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas; 24 mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR.” (Jeremias 9.23,24).
Temos, ainda que crentes, uma natureza terrena decaída no pecado para mortificar e da qual devemos nos despojar diariamente pela
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autonegação e carregar da cruz, pois se eleva contra Deus e sua vontade, e sempre nos inclinará exatamente na direção oposta àquela que devemos seguir, conforme dito nas palavras do profetas citadas anteriormente.
Se não nos exercitarmos na autonegação jamais teremos a humildade e mansidão de espírito que nos torna agradáveis a Deus, em Jesus Cristo.
Por isso somo convocados pelo apóstolo a não nos acomodarmos com o fato de sabermos que alcançamos a vida eterna pela habitação que temos do Espírito Santo, mas que efetivamente andemos no Espírito, ou seja, seguindo a sua direção, instrução e domínio de nossa mente e coração, de forma que sejamos vitoriosos contra a velha natureza, e vivamos pela inclinação da nova. “13 Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor. 14 Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
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15 Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos. 16 Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. 17 Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer. 18 Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei. 19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, 20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, 21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam. 22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,
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23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. 24 E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. 25 Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. 26 Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” (Gálatas 5.13-26). O conhecimento é importante, mas o que o mero conhecimento de palavras pode fazer para a efetiva operação de todas estas coisas que nos são ordenadas por Deus? Daí, vermos a exortação de outro apóstolo (Pedro) no mesmo sentido, de nos aplicarmos ao exercício de uma vida piedosa prática: “3 Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, 4 pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis coparticipantes da natureza
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divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo, 5 por isso mesmo, vós, reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; 6 com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; 7 com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. 8 Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. 9 Pois aquele a quem estas coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados de outrora. 10 Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum.
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11 Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. 12 Por esta razão, sempre estarei pronto para trazer-vos lembrados acerca destas coisas, embora estejais certos da verdade já presente convosco e nela confirmados.” (II Pedro 1.3-12). E ainda o apóstolo Tiago, recomenda seguindo na mesma direção: “21 Portanto, despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma. 22 Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. 23 Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; 24 pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. 25 Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera,
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não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar. 26 Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o próprio coração, a sua religião é vã. 27 A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.” (Tiago 1.21-27). E ainda o mesmo apóstolo: “14 Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? 15 Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, 16 e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso? 17 Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta.
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18 Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé. 19 Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios creem e tremem. 20 Queres, pois, ficar certo, ó homem insensato, de que a fé sem as obras é inoperante? 21 Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? 22 Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou, 23 e se cumpriu a Escritura, a qual diz: Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça; e: Foi chamado amigo de Deus. 24 Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente. 25 De igual modo, não foi também justificada por obras a meretriz Raabe, quando acolheu os emissários e os fez partir por outro caminho?
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26 Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.” (Tiago 2.14-26). E também o apóstolo João nos diz: “1 Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; 2 e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro. 3 Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. 4 Aquele que diz: Eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade. 5 Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: 6 aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.” (I João 2.1-6).
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“14 Nós sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; aquele que não ama permanece na morte. 15 Todo aquele que odeia a seu irmão é assassino; ora, vós sabeis que todo assassino não tem a vida eterna permanente em si. 16 Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos. 17 Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus? 18 Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade. 19 E nisto conheceremos que somos da verdade, bem como, perante ele, tranquilizaremos o nosso coração;” (I João 3.14-19). Não foram os apóstolos que inventaram esta doutrina do dever do crente de praticar a Palavra de Deus. Eles aprenderam isto das ordenanças e do exemplo da própria vida de Cristo.
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“21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. 22 Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? 23 Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade. 24 Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; 25 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. 26 E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; 27 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra
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aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.” (Mateus 7.21-27).
Deus quer obediência voluntária, de coração, segundo o agir do Espírito Santo em nós, e não sacrifícios religiosos externos, em que não esteja envolvida uma verdadeira obediência à Sua vontade. “16 Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça? 17 Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; 18 e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça. 19 Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade para a maldade, assim oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação. 20 Porque, quando éreis escravos do pecado, estáveis isentos em relação à justiça.
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21 Naquele tempo, que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é morte. 22 Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; 23 porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 6.16-23).

Publicado no site: O Melhor da Web em 17/05/2019
Código do Texto: 139933

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