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Diagnóstico da Doença Universal e Prescrição do Tratamento
04/07/2019
Autor(a): Silvio Dutra

Diagnóstico da Doença Universal e Prescrição do Tratamento

Diagnóstico da Doença Universal e Prescrição do Tratamento
Por
Silvio Dutra
Jul/2019
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A474
Alves, Silvio Dutra
Diagnóstico da Doença Universal e Prescrição
do Tratamento
Silvio Dutra Alves – Rio de Janeiro, 2019.
28p.; 14,8 x21cm
1. Teologia. 2. Vida Cristã. 3. juízo
I. Título.
CDD 252
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Em meio a todas as expectativas e esperanças de dias melhores, não somente em nossa nação, como em todas as partes do mundo, especialmente, os filhos de Deus nunca devem se esquecer que a humanidade caminha mais do que nunca, rumo ao grande conflito final em que o Senhor dará o pago a todas as nações da Terra por causa das suas más obras.
O juízo divino já foi lavrado há muito tempo, conforme revelado através de muitos dos profetas na Bíblia, para nossa advertência quanto ao modo como devemos viver aqui embaixo, em um procedimento santo e justo, para que escapemos de tais juízos, que de um modo ou de outro sempre nos alcançarão depois da nossa morte, pois todos temos que prestar contas a Deus.
Este juízo não é de caráter aleatório ou caprichoso, mas é fundamentado em razões sólidas e sábias, segundo a responsabilidade que é atribuída pelo Criador a todos os seres morais.
Tal fundamento pode ser resumido em o modo como cada um de nós reage ao mal e ao pecado; ou ao bem e à santidade, não conforme o nosso próprio entendimento, mas como estes são
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definidos por Deus, à luz do Seu próprio caráter e atributos.
Tendo criado o homem à Sua imagem e conforme a Sua semelhança, todo homem está por conseguinte obrigado a responder a esta imagem e semelhança. É pela sua falta que o juízo é determinado, em condenação eterna.
Por isso, a trombeta de anunciação do Evangelho soa por todas as partes da Terra para que todos sejam avisados do grande perigo em que se encontram e da necessidade que há de fugirem para Cristo para que sejam salvos da condenação que paira sobre eles e será executada inapelavelmente depois do dia da sua morte, ou então, por ocasião da volta de Jesus ao mundo para entrar em juízo com toda a carne, em todas as nações.
A humanidade, quanto ao modo como se reage ao bem e ao mal, pode ser dividida em dois grandes grupos:
a) Aqueles que não aprovam o mal e o pecado.
b) Aqueles que aprovam o mal e o pecado.
O primeiro grande grupo pode ser subdividido entre os que não aprovam o mal e o pecado, mas que também não buscam praticar o bem e se
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santificar; e aqueles que além de não aprovarem o bem e o mal, em si mesmos, e em outros, buscam o bem e a santificação de suas vidas. É evidente que aqueles que são do primeiro subgrupo não podem receber qualquer benefício ou aprovação da parte de Deus, por simplesmente não aprovarem o mal e o pecado. A grosso modo, a maior parte da humanidade é composta por pessoas deste perfil, pois é notório que são poucos que aprovam os assassinatos, furtos, traições etc.
Todavia, mesmo entre estes, há aqueles que apesar de não aprovarem o mal e o pecado, há não poucos que praticam o que reprovam. A estes se referiu o apóstolo Paulo: “17 Se, porém, tu, que tens por sobrenome judeu, e repousas na lei, e te glorias em Deus; 18 que conheces a sua vontade e aprovas as coisas excelentes, sendo instruído na lei; 19 que estás persuadido de que és guia dos cegos, luz dos que se encontram em trevas, 20 instrutor de ignorantes, mestre de crianças, tendo na lei a forma da sabedoria e da verdade;
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21 tu, pois, que ensinas a outrem, não te ensinas a ti mesmo? Tu, que pregas que não se deve furtar, furtas? 22 Dizes que não se deve cometer adultério e o cometes? Abominas os ídolos e lhes roubas os templos? 23 Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? 24 Pois, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por vossa causa.” (Romanos 2.17-24). Este era o grande pecado de hipocrisia, especialmente dos judeus, que se gloriavam na Lei de Deus, ao mesmo tempo que a transgrediam.
Os do segundo subgrupo, a saber, que não apenas reprovam o mal e o pecado, como também buscam o bem e a santificação, são estes, e apenas estes os que podem agradar a Deus, especialmente se eles se voltam para Cristo para serem justificados, regenerados e santificados.
Vejamos agora o segundo grande grupo da humanidade, a saber, aqueles que aprovam o mal e o pecado. Estes são os ímpios que
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voluntariamente servem ao diabo e têm prazer nas suas más obras. A par do grave estado em que se encontram, não se pode dizer de alguns deles que estão irremediavelmente perdidos, pois, Deus lhes concede graça para se arrependerem, se converterem a Cristo, e assim serem salvos, para a santificação de suas vidas.
Mas, não padece dúvida que a maior parte daqueles que se encontram na referida condição, já estão condenados em si mesmos e seguirão nos passos de Caim e Judas para a condenação final e eterna. “10 Evita o homem faccioso, depois de admoestá-lo primeira e segunda vez, 11 pois sabes que tal pessoa está pervertida, e vive pecando, e por si mesma está condenada.” (Tito 3.10,11) “28 Em verdade vos digo que tudo será perdoado aos filhos dos homens: os pecados e as blasfêmias que proferirem. 29 Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno. 30 Isto, porque diziam: Está possesso de um espírito imundo.” (Marcos 3.28-30).
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“16 Se alguém vir a seu irmão cometer pecado não para morte, pedirá, e Deus lhe dará vida, aos que não pecam para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que rogue. 17 Toda injustiça é pecado, e há pecado não para morte.” (I João 5.16,17) Quão pouco estas verdades são levadas em conta na vida cotidiana de muitos. Eles enxergam somente, e muito mal avaliam, as coisas deste mundo. São guiados apenas pelo que é natural, e não atinam com o que é espiritual e eterno. Especialmente nestes dias em que a maioria da humanidade está exposta a grandes tentações e cobiças, pela multiplicidade de tecnologias, atividades esportivas, de turismo etc; sendo a vontade e alma humana solicitadas permanentemente a se ocuparem apenas com as coisas terrenas e mundanas, com as quais são enlaçados e cegados para as realidades espirituais. Deus continua falando através da Bíblia e da Igreja, mas a grande maioria não o ouvirá ou não entenderá, porque coisas espirituais são discernidas somente espiritualmente, através do ensino e direção do Espírito Santo.
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Se o homem não se volta para Cristo, o Espírito Santo não pode comunicar a ele as bênçãos que estão em Cristo, especialmente as relativas à salvação da alma. Tudo isto se complica com o grande relativismo moral que foi implantado no mundo pelo ateísmo e principalmente pelo comunismo/socialismo, que prega a inexistência de Deus, de pecado, de juízo, de inferno, de céu, de salvação etc. Para uma grande parte deles roubar não é errado e nem pecado, desde que esteja associado a uma causa melhor e justa. O mal não é absoluto, conforme dizem, mas dependente de circunstância e ocasião. Por isso, a maioria dos líderes deste pensamento não se sentem acusados em suas consciências pelos roubos que praticam contra o erário público, pois, pensam que é para uma causa boa, a saber, a perpetuação deles no poder, por terem dinheiro suficiente para suas campanhas políticas. Ora, o Deus que disse não furtarás, também disse não adulterarás, não cobiçarás, não matarás, não darás falso testemunho, especialmente este de chamar o bem de mal, e o mal de bem.
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Como eles não têm Deus e por conseguinte a inclinação do Espírito Santo, seguem inteiramente o julgamento carnal e pecaminoso deles com suas consciências cauterizadas.
O mundo vive em geral uma grande inversão de valores, chamando o mal de bem, e o bem de mal. Certamente, Deus não permitirá que isto permaneça para sempre. Ele já tem fixado um dia em que entrará em juízo com todas as nações da Terra. “30 Tu, pois, lhes profetizarás todas estas palavras e lhes dirás: O SENHOR lá do alto rugirá e da sua santa morada fará ouvir a sua voz; rugirá fortemente contra a sua malhada, com brados contra todos os moradores da terra, como o eia! dos que pisam as uvas. 31 Chegará o estrondo até à extremidade da terra, porque o SENHOR tem contenda com as nações, entrará em juízo contra toda carne; os perversos entregará à espada, diz o SENHOR. 32 Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis que o mal passa de nação para nação, e grande tormenta se levanta dos confins da terra. 33 Os que o SENHOR entregar à morte naquele dia se estenderão de uma a outra extremidade
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da terra; não serão pranteados, nem recolhidos, nem sepultados; serão como esterco sobre a face da terra.” (Jeremias 25.30-33) ” 1 Ouvi a palavra do SENHOR, vós, filhos de Israel, porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus. 2 O que só prevalece é perjurar, mentir, matar, furtar e adulterar, e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios. 3 Por isso, a terra está de luto, e todo o que mora nela desfalece, com os animais do campo e com as aves do céu; e até os peixes do mar perecem.” (Oseias 4.1-3) “12 Levantem-se as nações e sigam para o vale de Josafá; porque ali me assentarei para julgar todas as nações em redor. 13 Lançai a foice, porque está madura a seara; vinde, pisai, porque o lagar está cheio, os seus compartimentos transbordam, porquanto a sua malícia é grande.
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14 Multidões, multidões no vale da Decisão! Porque o Dia do SENHOR está perto, no vale da Decisão. 15 O sol e a lua se escurecem, e as estrelas retiram o seu resplendor. 16 O SENHOR brama de Sião e se fará ouvir de Jerusalém, e os céus e a terra tremerão; mas o SENHOR será o refúgio do seu povo e a fortaleza dos filhos de Israel. 17 Sabereis, assim, que eu sou o SENHOR, vosso Deus, que habito em Sião, meu santo monte; e Jerusalém será santa; estranhos não passarão mais por ela. 18 E há de ser que, naquele dia, os montes destilarão mosto, e os outeiros manarão leite, e todos os rios de Judá estarão cheios de águas; sairá uma fonte da Casa do SENHOR e regará o vale de Sitim. 19 O Egito se tornará uma desolação, e Edom se fará um deserto abandonado, por causa da violência que fizeram aos filhos de Judá, em cuja terra derramaram sangue inocente. 20 Judá, porém, será habitada para sempre, e Jerusalém, de geração em geração.
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21 Eu expiarei o sangue dos que não foram expiados, porque o SENHOR habitará em Sião.” (Joel 3.12-21) “2 Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor e também para Judá, durante o sítio contra Jerusalém. 3 Naquele dia, farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra. 4 Naquele dia, diz o SENHOR, ferirei de espanto a todos os cavalos e de loucura os que os montam; sobre a casa de Judá abrirei os olhos e ferirei de cegueira a todos os cavalos dos povos. 5 Então, os chefes de Judá pensarão assim: Os habitantes de Jerusalém têm a força do SENHOR dos Exércitos, seu Deus.” (Zacarias 12.2-5) Enquanto o justo Ló, afligia sua alma todos os dias pelo pecado desenfreado que havia nas cidades de Sodoma e Gomorra, eles se divertiam à socapa, crescendo cada vez mais na prática da
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iniquidade, e todos sabemos qual foi o fim que Deus lhes deu, tendo antes, poupado a Ló. “1 Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. 2 E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; 3 também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme. 4 Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo; 5 e não poupou o mundo antigo, mas preservou a Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas, quando fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios;
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6 e, reduzindo a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra, ordenou-as à ruína completa, tendo-as posto como exemplo a quantos venham a viver impiamente; 7 e livrou o justo Ló, afligido pelo procedimento libertino daqueles insubordinados 8 (porque este justo, pelo que via e ouvia quando habitava entre eles, atormentava a sua alma justa, cada dia, por causa das obras iníquas daqueles), 9 é porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Juízo,” (II Pedro 2.1-9) Hoje, os que amam a Deus e a justiça e a verdade, sentem-se neste mundo como Ló se sentia em Sodoma e Gomorra. Eles afligem suas almas, enquanto o mundo segue em sua grande alegria carnal, sem considerar o mínimo que o pecado causa destruição e dor. Eles se tornam insensíveis e difamam autoridades e tudo o que se nomeie de bem. “4 Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta
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condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo. 5 Quero, pois, lembrar-vos, embora já estejais cientes de tudo uma vez por todas, que o Senhor, tendo libertado um povo, tirando-o da terra do Egito, destruiu, depois, os que não creram; 6 e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia; 7 como Sodoma, e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregado à prostituição como aqueles, seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição. 8 Ora, estes, da mesma sorte, quais sonhadores alucinados, não só contaminam a carne, como também rejeitam governo e difamam autoridades superiores. 9 Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!
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10 Estes, porém, quanto a tudo o que não entendem, difamam; e, quanto a tudo o que compreendem por instinto natural, como brutos sem razão, até nessas coisas se corrompem. 11 Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim, e, movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, e pereceram na revolta de Corá. 12 Estes homens são como rochas submersas, em vossas festas de fraternidade, banqueteando-se juntos sem qualquer recato, pastores que a si mesmos se apascentam; nuvens sem água impelidas pelos ventos; árvores em plena estação dos frutos, destes desprovidas, duplamente mortas, desarraigadas; 13 ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre. 14 Quanto a estes foi que também profetizou Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que veio o Senhor entre suas santas miríades,
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15 para exercer juízo contra todos e para fazer convictos todos os ímpios, acerca de todas as obras ímpias que impiamente praticaram e acerca de todas as palavras insolentes que ímpios pecadores proferiram contra ele. 16 Os tais são murmuradores, são descontentes, andando segundo as suas paixões. A sua boca vive propalando grandes arrogâncias; são aduladores dos outros, por motivos interesseiros. 17 Vós, porém, amados, lembrai-vos das palavras anteriormente proferidas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo, 18 os quais vos diziam: No último tempo, haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões. 19 São estes os que promovem divisões, sensuais, que não têm o Espírito. 20 Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, 21 guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna.” (Judas 4-21).
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“12 Esses, todavia, como brutos irracionais, naturalmente feitos para presa e destruição, falando mal daquilo em que são ignorantes, na sua destruição também hão de ser destruídos, 13 recebendo injustiça por salário da injustiça que praticam. Considerando como prazer a sua luxúria carnal em pleno dia, quais nódoas e deformidades, eles se regalam nas suas próprias mistificações, enquanto banqueteiam junto convosco; 14 tendo os olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecado, engodando almas inconstantes, tendo coração exercitado na avareza, filhos malditos; 15 abandonando o reto caminho, se extraviaram, seguindo pelo caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça 16 (recebeu, porém, castigo da sua transgressão, a saber, um mudo animal de carga, falando com voz humana, refreou a insensatez do profeta). 17 Esses tais são como fonte sem água, como névoas impelidas por temporal. Para eles está reservada a negridão das trevas; 18 porquanto, proferindo palavras jactanciosas de vaidade, engodam com paixões carnais, por
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suas libertinagens, aqueles que estavam prestes a fugir dos que andam no erro, 19 prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção, pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor. 20 Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro. 21 Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado. 22 Com eles aconteceu o que diz certo adágio verdadeiro: O cão voltou ao seu próprio vômito; e: A porca lavada voltou a revolver-se no lamaçal.” (II Pedro 2.12-22) Então há toda esta movimentação presentemente no mundo em chamar até mesmo a Palavra de Deus de ódio à humanidade, porque impõe um andar na justiça, e juízos contra o pecado. Aqueles que pedem a punição
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do malfeitores são pessoas que segundo eles, são cheias de ódio contra o próximo. Deus ordena que não somente o ladrão seja punido pelas autoridades instituídas para prover o bem público, como também a fazerem restituição de tudo o que furtaram com o acréscimo de uma parte reparadora pelo dano moral que causaram. Mas, os advogados da injustiça alegam que é injusto proceder de tal forma. Este mundo tem se tornado de fato um lugar em que cada vez haverá muito mais motivo para o justo afligir a sua alma, em face do pecado que se multiplica ao seu redor. As blasfêmias contra Deus e tudo que é santo, são inumeráveis, como nunca antes visto na história da humanidade. E, no entanto, a humanidade em geral, especialmente no mundo Ocidental jacta-se de estar alcançando níveis cada vez maiores de civilidade pelo aperfeiçoamento de suas democracias. Ora, o que se vê, entretanto, é o aumento de crimes de toda sorte – assassinato, furto, violência, opressão, desrespeito, irreverência, imoralidade, fornicação, adultério, rebeldia, maledicência, blasfêmia, inveja, mentira, engano, e todo tipo de pecado que se possa nomear. Que avanço então em civilidade é este
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em que eles se gloriam? Deus deixaria de se vingar de todas esta coisas? Não é justamente por causa desta segurança carnal, sem arrependimento, que a Sua ira é provocada a se manifestar para vindicação da Sua justiça? Ninguém se iluda portanto, pensando que o simples fato de estar lutando por justiça social, signifique que se está atendendo à ajustiça e Deus. A justiça de Deus é Cristo vivendo em nós. O próprio Cristo é a nossa justiça pela qual somos justificados diante de Deus e habilitados a conhecer quais são os caminhos que são verdadeiramente de retidão e paz. Bem faremos em atender à palavra profética do próprio Jesus, para que não nos iludamos com a aparente paz e justiça que são proclamadas pelo mundo. “Mateus – 24 1 Tendo Jesus saído do templo, ia-se retirando, quando se aproximaram dele os seus discípulos para lhe mostrar as construções do templo. 2 Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada.
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3 No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século. 4 E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane. 5 Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. 6 E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. 7 Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; 8 porém tudo isto é o princípio das dores. 9 Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. 10 Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros;
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11 levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. 12 E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. 13 Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. 14 E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. 15 Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), 16 então, os que estiverem na Judeia fujam para os montes; 17 quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; 18 e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. 19 Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! 20 Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado;
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21 porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. 22 Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. 23 Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis; 24 porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. 25 Vede que vo-lo tenho predito. 26 Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto!, não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa!, não acrediteis. 27 Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem. 28 Onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão os abutres. 29 Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade,
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as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. 30 Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. 31 E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus. 32 Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. 33 Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. 34 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça. 35 Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. 36 Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai.
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37 Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. 38 Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, 39 e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem. 40 Então, dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro; 41 duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra. 42 Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. 43 Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. 44 Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.
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45 Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o Senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? 46 Bem-aventurado aquele servo a quem seu Senhor, quando vier, achar fazendo assim. 47 Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens. 48 Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu Senhor demora-se, 49 e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios, 50 virá o Senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe 51 e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes.

Publicado no site: O Melhor da Web em 04/07/2019
Código do Texto: 140238

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