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DAVID SABINO MUCHANGA

Sanjo Muchanga é o pseudónimo do David Sabino Muchanga, nascido a 4 de Março de 1986, em Mocambique,
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Textos & Poesias || Reflexões

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Aos Amigos dos Meus Amigos
14/05/2018
Autor(a): DAVID SABINO MUCHANGA

Aos Amigos dos Meus Amigos



Nasci com sede de fazer alguma coisa que preste, por isso escolhi a literatura para me aturar, mas não sei o que pode ser certo para mim, porque ao escrever sofro muita crítica, desde a prosa, a poesia, a trova, o ensaio e os outros estilos literários. Alguns exigem sempre de mim muita leitura, mas como posso ler se não tenho livros para ler. Se um dia me desse a oportunidade de ter o meu próprio livro editado com perfeição, talvés me seria muito grato ao ler-o ene vezes sem o deixar empobrecer de correcções e analises.
Mas como não me foi dada a oportunidade de o ter, e porque ainda nao escrevi nada que o possa compor, ao menos me deem a oportunidade de lerem os meus pobres escritos, que no meu ver nao carregam nenhum ressentimento, nenhuma solidao, nenhum vario e muito menos desperta curiosidades de serem analizados como regem os as caracteristicas literarias e academicas, pela simplicidades que os identifica como o proprio autor.
Se por ventura acharem uma aventura neles, agradeço a franqueza de me anunciarem para que nao me venha a renuncia precoce, como a que tenho visto dos outros jovens poetas ou escritores que alias, inspiram os outros jovens poetas e escritores, os ditos poetas emergentes: uma designação muito opaco no meu ponto de vista para a nossa geração de faz de conta sou isto que nao isto, porque nao sei o que é isto que acho que não é nada.
Porque ninguem pode aconselhar aos outros a deixarem de ser isto que muitos pensam que é melhor serem, talves me recomendam uma emenda nos meus escritos como o fez o Reiner Maria Rilke ao jovem poeta Franz Kappus, nao disse que nao escrevi poemas, nao deixou se perder ao que viria a ser com criticas infudadas de escrever mal, ou queimar os seus pobres escritos como muitas das vezes o fazemos aos actuais jovens poetas e escritor.
Também resalvo a importância de alucidar aos meus jovens amigos que amanhã seremos poetas ou escritores, se de facto sabermos porque escrevemos, qual é a razão dos nossos escritos, sera que escrevemos para merecermos aplausos, links ou o nome de que somos o que na verdade não somos? Pode ser muito cansativo ler tantas vezes as mesmas porcarias de um desequilibrado que tenta ganhar equilibrio ao que tem escrito, mas digo vale apena ser louco ao enves de ser psiquiatra ou pscoloco que a maior loucura reside no saber os motivos de ser louco, logo sofrem essa epedemia de razão que nao lhe pertence e ficam loucos.
Já que é notório o rompimento de busca de conselho dos mais velhos na nossa literatura como o Franz Kappus o fez ao Reiner Rilke, quando lhe confiou os seus textos para que o dissesse se estava num bom caminho de ser poeta ou não se a resposta fosse negativa renunciava a sua vontade de quer o ser, o que não aconteceu, talves posso aqui me ariscar a falar dum aspecto muito importante no meu ponto de vista, que é muito fustrante, isto é, aqui politicalizamos a literatura de geração em geração, fora a isso cortamos as asas de quem tem votande de um dia ser poeta ou escritor.
Assim como também estragamos o rumo do desenvolvimento da nossa literatura quando excluímos a leitura e a critica do que escrevemos antes de o fazermos chegar aos nossos leitores como o caso desse texto que me arrisco a vos enviar. Existe Maquiaveis, Aristotiles, Platões ou por outra filosofos e criticos da nossa literatura juvenil para o seu efatismo e existem academicos para darem meritos e glorias a nossa literatura adulta, afinal filho de um afibio afibio é e porque desse tratamento diferenciado:
1º aspecto, O critico do Barcelona e adepto do Real
2º aspecto, O professor do meu filho é meu aluno ou foi meu aluno.
3º aspecto, Não existe urgencia ao um pobre de todos aspectos.
Para terminar a minha loucura e vontade de escrever sempre estas coisa, digo o rico pode ser atendido na clinica e o pobre numa unidade sanitaria rural, o certo é que ao morrerem vao ao mesmo cimiterio e sofrerão a mesma decoposição.
Escrever é uma vontade
Ler é uma obrigaçao
Critica é uma certificação
Do que relamente escrevemos!

Sanjo Muchanga


Publicado no site: O Melhor da Web em 14/05/2018
Código do Texto: 137364
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