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EDUARDO EUGÊNIO BATISTA

A vida não procura a morte, se você sabiamente, não optar por merecê-la!
Setedados - EDUARDO EUGÊNIO BATISTA

Textos & Poesias || Humor
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( PARTE II ) QUEM OU O QUÊ EU E VOCE QUERÍAMOS SER OU NÃO SER
Autor(a): EDUARDO EUGÊNIO BATISTA
( PARTE II ) QUEM OU O QUÊ EU E VOCE QUERÍAMOS SER OU NÃO SER

Preferia ser um mendigo, sob olhares arrogantes, pedindo votos de caridade naquele seu mundinho cruel e imaginário, do que ser um arrogante mendigo dos nossos votos de confiança, que se transforma num rico cruel e poderoso lá no plenário...

Não queria ser uma noiva vestida de branco, que já no altar e pronta pra se casar com um futuro marido marginal, mas sim uma justa cobrança da cega justiça, que no caso de um assassinato entre casais, solta o bandido alegando crime passional...

Preferia ser um gay, uma leve serpentina, um balão ou um colorido confete de carnaval, do que ser aquela camisinha do gay que (Opa! Camisinha é importante usar) no buraco que vai entrar, não sei se dará prazer ou nojo no final...

Não queria ser a mulher violentada, chorando, caída e não reconhecida pelo seu valor. Não queria jamais (nem em pesadelo) ser o bandido, o animal e filho do satanás, que a uma criatura tão dócil causou irreparável dor.
Queria sim, ser por um instante um espírito qualquer e ver (se o bandido condenado for) de perto a curra merecidamente aplicada no miserável    e desgraçado estuprador...   

Não queria ser as hemorróidas, que mesmo depois de ser operada tem alguma chance de voltar a incomodar.
Queria com muito gosto e curiosidade ser o médico proctologista e tentar te curar, porque todo mundo no cú dos outros só para incomodar deseja cutucar ...

Queria parecer ser um louco dentro do meu próprio hospício e ser tratado humanamente (se é que algum dia isso existiu ) mesmo que a minha cabeça ficasse eternamente sofrendo,
do que ser uma pessoa louca e parasita em volta da minha cabeça e por trás me fudendo, me deixando louco e depois dizer com falsidade: Coitadinho dele, eu não sei o que está acontecendo...   

Eu queria ser uma sarna que causasse uma coceira de fazer embolhar, que se espalhasse pelos pés, pernas, tronco, mãos e cabeça principalmente, sem nenhuma parte faltar.
Não ser de forma alguma aquela pessoa mesquinha, trapaceira, mau caráter, arrogante, pé de chinelo metida, marginal; pois neste tipo de gente a minha sarna eu iria passar...

Que todo mal o humano carrega?
Quem disse que praga não pega?
Neste caso, sou evidente, eu não quero ser ela,
Ou comeria comigo mesmo na própria panela.


Eduardo Eugênio Batista.


Publicado no site: O Melhor da Web em 23/03/2010
Código do Texto: 52374
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[ 1311 ] Texto s indicado s , porém não é o autor.




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