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WILLIAM MENDONÇA

Minha poesia é fugaz e inútil maresia, raiz de ventania ...
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Textos & Poesias || Homenagens
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20 DE OUTUBRO: DIA DO POETA
Autor(a): WILLIAM MENDONÇA
20 DE OUTUBRO: DIA DO POETA

   Outubro marca a passagem de uma data muito significativa, principalmente para o jornal VOZ DE MARAMBAIA, que sempre abriu espaço para a arte poética: o Dia do Poeta, comemorado em 20 de outubro. A todos aqueles que já passaram por nossas páginas, e aqueles que ainda passarão, desfilando sua arte, seu sentimento, os merecidos parabéns pela data.
   Aproveitando a ocasião, colhemos frases significativas de poetas brasileiros e estrangeiros que dão um quadro, ainda que parcial, da mente e do ofício do poeta – que, como já dizia Carlos Drummond de Andrade, luta a luta mais vã – mas, na nossa opinião, sempre sai vencedor.
   Byron, grande poeta romântico inglês, no auge da fama em meados do século passado, partiu para uma campanha suicida como soldado, na luta pela independência da Grécia. Morreu lá, de tifo, não sem antes dizer “continuem lutando”.
   Florbela Espanca, a maior poetisa portuguesa, suicidou-se em 2 de dezembro, quando completava 36 anos, deixando em seu diário a frase: “E não haverá gestos novos nem palavras novas!”
   Manuel Bandeira, em 1966 (dois anos antes de sua morte), escrevia: “De fato, cheguei ao apaziguamento das minhas insatisfações e das minhas revoltas pela descoberta de ter levado à angústia de muitos uma palavra fraterna. Agora a morte pode vir – essa morte que espero desde os dezoito anos: tenho a impressão que encontrará, como em “Consoada” está dito – a casa limpa, a mesa posta, cada coisa em seu lugar”.
   Orcival Barbosa Velho, poeta que fez história em Itaboraí e foi recentemente homenageado pelo Festival de Poesia do município, viveu muito – 86 anos – mas deixou com o amigo Odyr Barros um poema para ser publicado apenas depois de sua morte: “Eu sinto que se aproxima / o meu instante final: / perdoa, Deus, tanta rima / e nem uma original”.
   O poeta inglês William Shakespeare, conhecido dramaturgo, em seus Sonnets “cobrava” inspiração à sua musa, no soneto nº 100: “Onde andas, Musa, que tanto te esqueces de falar deste que te dá grandeza? ... Volta, volúvel Musa, a redimir no verso o tempo que jogaste fora. ... Dá fama ao meu amor: que assim afastes o Tempo, sua foice e seu desgaste”.


(Publicado no jornal "A voz de Marambaia" em 1998)

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Publicado no site: O Melhor da Web em 21/06/2011
Código do Texto: 78693
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